Category: Arqueologia Ignorada (page 2 of 5)

A Origem da Ilha de Páscoa

Em 1722 o holandês Jacob Roggeveen saiu do Chile para atravessar o pacífico em 3 navios europeus e no décimo sétimo dia chegou a ilha que era denominada como Rapa Nui (“Ilha Grande”), Te Pito O Te Henúa (“Centro Do Mundo”) e Mata Ki Te Rangi (“Olhos Fixos No Céu”).

Jacob não sabia, mas encontraria lá 200 habitantes bem diferentes dos encontrados na América Latina, não eram seres com pele vermelha e sem pelos no corpo, eram homens brancos e barbudos, na ilha não existiam animais e havia pouca vegetação. Além disso uma outra coisa chamou chamou muito a atenção de Jacob, eram as estátuas gigantes, os Moais, que levaram ele a crer que a ilha era habitada por gigantes, e isso em 1722, de tão inacreditável que eram essas estátuas. Há 593 moais na ilha, de 1 a 80 toneladas, muitas delas estão em bases de pedras que chegam a medir 200 metros, e há uma estátua que não foi terminada, a pedra que serviu para sua base está na montanha ainda, e outra que parece o buda curiosamente. Ver imagens nesse Post.

Os nativos da ilha tem uma história sobre Hotu Matu’a, o lendário primeiro colonizador e ariki mau (“chefe supremo” ou “rei”), que em um sonhos seu espírito viajou para Mata Ki te Rangi. Hotu Matu’a da sua  terra chamada Hiva (ou Hawaiki), um lugar desconhecido, mas estudiosos acham que seriam as ilhas Marquesas pelo estudo de sua língua. Em muitas de suas histórias mitológicas o maoris referem sua terra natal, antes de terem chegado na Nova Zelândia como um mundo subterrâneo. Continue reading

The Money Pit – O Poço Misterioso

Na ilha chamada Oak Island em 1975 algumas pessoas da região viram luzes verdes ao redor dela, e quando foram verificar encontraram um buraco bem grande e estranho, e decidiram ficar ali cavando para ver o que tinha no fundo.

Escavação

Eles descobriram que a cada 3 metros havia uma barreira de troncos de carvalho (oak), e isso foi dificultando muito as escavações que foram sendo financiadas por homens importantes, até o roosevelt. E ele chegaram  a achar fibra de côco no local, detalhe, não existem côcos no Canadá.

Código achada

Continue reading

Os Corpos das Estátuas da Ilha de Páscoa

Possível fake?

Inacreditável? Sim, eu mesmo ainda não acredito muito, mas devo dizer que faria muito sentido. Muito provalmente é outro Hoax que estão espalhando por aí, pois só há blogs com essas fotos e alguns sites suspeitos, nenhum jornal. Muitas pessoas pensam que elas só tem cabeça, pois várias estão mostrando apenas elas (as cabeças), mas como podem ver pelas fotos abaixo essa idéia é errada.

Atualizado 22/05 – Depois de um tempo pesquisando isso realmente acreditei que era um Hoax pelos motivos acima, mas uma amiga (Júlia Prado) minha me mostrou uma foto que ela mesmo tirou do mesmo lugar da foto acima, então ou simplesmente não há fotos nem pesquisa sobre o assunto na internet. Pelo o que ela me disse a ilha não tem fundos para cavar os moais, até porquê já movimento um número considerável de pessoas por lá, assim como Tiahuanaco na Bolívia, que tem sua maior parte ainda soterrada.

Mas fica a pergunta, já sabíamos que essas estátuas eram antigas, mas agora com esse tanto delas cobertas por terra poderemos saber mais ou menos a quanto tempo estão por lá. Quanto será?

Meu chute? Por volta do mesmo tempo dos templos da Bolívia e Peru, 16000 A.C.

E porquê há Moais não terminados? E um é muito semelhante com Buda, está sentado na posição de Lótus ao que parece.

Investiguemos.

Veja as Fotos e uma explicação do Projeto abaixo.

Continue reading

Duas Pirâmides de Vidro achadas submersas no Triângulo das Bermudas

Pirâmides de vidro são encontradas submersas no Triângulo das Bermudas.

Segundo um artigo, do site apparentlyapparel.com, pirâmides gigantescas de vidro (ou algo semelhante) teriam sido encontradas submersas no triângulo das bermudas, seriam construções da lendária Atlântida? Confira um trecho do artigo:

Estas estruturas em pirâmide estranhas subaquáticas a uma profundidade de dois mil metros foram identificadas com a ajuda de um sonar de acordo com oceanógrafo Dr. Verlag Meyer. Estudos de outras estruturas, como Yonaguni atualmente no Japão, permitiram aos cientistas determinar que as duas pirâmides gigantes, aparentemente feitas de algo como um vidro de grande espessura, são realmente impressionantes – cada uma delas é maior que a pirâmide de Quéops, no Egito.

Recentemente, cientistas americanos e franceses, bem como de outros países que estão conduzindo pesquisas em áreas do leito do mar do Triângulo das Bermudas, afirmam ter encontrado uma pirâmide de pé no fundo do mar, que nunca foi descoberta. O comprimento da base dessa pirâmide atingiu os 300 metros, 200 metros de altura, e à distância desde a base até a ponta da pirâmide é de cerca de 100 metros acima do fundo do mar. Os resultados preliminares mostram que esta estrutura parece ser feita de vidro ou um material semelhante a vidro (cristal?), como é totalmente lisa e parcialmente translúcida.

Quando se fala de tamanho, esta pirâmide recém re-descoberto é maior em escala do que as pirâmides do antigo Egito. No topo da pirâmide existem dois furos muito grandes, água do mar em movimento, à alta velocidade, passa através do segundo orifício e, portanto, as ondas turbulentas rolam pela formação de um vórtice gigante, que faz com que as águas em torno desta, causem um aumento maciço de ondas e névoa sobre o mar, na superfície. Esta nova descoberta faz com que os cientistas se perguntem se este está tendo um efeito sobre a passagem de barcos e aviões, o que poderia ser a razão para todo o mistério que cerca a área.

Continue reading

O Mistério do Ouro dos Deuses


Uma “biblioteca de metal” milenar, que poderia conter o plano cósmico da humanidade, encontrada na Cueva de los Tayos – no Equador, anos 60 – tornou-se um dos mais intrigantes mistérios da arqueologia. Pablo Villarrubia fez uma investigação que esclarece a verdadeira história do tesouro do padre Crespi.

Texto e fotos: Pablo Villarrubia Mauso

Tinha chegado a Cuenca, Equador, para tentar jogar alguma luz sobre um dos maiores enigmas da América: a existência de uma arcaica biblioteca metálica que conteria toda a história oculta da humanidade, desde a origem do Homem até os conhecimentos científicos de uma civilização desaparecida.

Essa espécie de “arquivo akashico” não era uma biblioteca com livros comuns, mas lâminas de ouro e blocos de pedra gravados com uma escrita deixada por uma antiga civilização, supostamente igual ou mais avançada que a nossa. Seus habitantes viveriam dentro de túneis e cavernas que se estendem por milhares de quilômetros sob a terra, cruzando quase todo o continente americano.

Em Cuenca – uma bonita cidade colonial onde os cholos (mestiços de europeus e indígenas) dão um colorido às ruas com suas vestimentas alegres –, ninguém sabia me dizer qual era o paradeiro das relíquias que, até o início dos anos 70, eram guardadas pelo padre Carlos Crespi, no colégio dos salesianos. No entanto, voltemos a 1969 para lembrar o que aconteceu…

No dia 21 de julho de 1969, o búlgaro naturalizado argentino Juan Moricz (Janos Moricz) depositou num cartório de Guayaquil, Equador, uma escritura legalizada, confirmada por várias testemunhas, que o reconhecia diante do estado do Equador como o descobridor de uma série de túneis subterrâneos em Los Tayos, na região da selva amazônica. O documento dizia:

“Na região oriental, província de Morona-Santiago, dentro dos limites da República do Equador, descobri valiosos objetos de grande valor cultural e histórico para a humanidade. Os objetos consistem principalmente de lâminas metálicas; contêm, provavelmente, o resumo da história de uma civilização desaparecida da qual, até essa data, não tínhamos o menor indício. Os objetos se encontram espalhados por várias cavernas e são de natureza variada […]”

Moricz ainda dizia: “[…] trata-se de uma verdadeira biblioteca metálica, que poderia conter um compêndio da história da humanidade, assim como revelar a origem do Homem ou fornecer informações sobre uma civilização já extinta”.

Graças à amizade que estabeleceu com indígenas da etnia shuar, ou jíbaros, ele foi levado às misteriosas passagens, talvez às mesmas às quais as lendas fazem referência: milhares de quilômetros de túneis embaixo da terra, que se conectam com outros ao longo de todo o continente americano, e com várias entradas ocultas.

Em 1972, o conhecido escritor suíço Erich von Däniken se dispôs a visitar as cavernas em companhia de Moricz. Em seu livro O Ouro dos Deuses, Däniken conta como desceu por uma furna a uma profundidade de 80 metros, utilizando cordas, fazendo uma incursão por galerias cujas paredes pareciam ter sido polidas pela mão humana. Moricz advertiu Däniken que ali embaixo a bússola descontrolava-se. A luz das lanternas revelou um esqueleto humano.

Continue reading

As Enigmáticas Pedras de Ica

 

Mais uma vez, encontramos fatos que podem indicar ter existido outras humanidade…
Nos idos de 1960, na região de Ocucaje, nos arredores da cidade de Ica, Perú, uma estranha coleção de pedras gravadas começou a chegar às mãos do doutor Javier Cabrera Darquea. O doutor Darquea começou a receber estas “incríveis e fantásticas” pedras de humildes camponeses da região. Estas pedras contém as mais inacreditáveis cenas, como caçadas de animais ante-iluvianos, transplantes de órgãos, operações cirúrgicas de toda a espécie, homens que voavam no dorso de enigmáticos e gigantescos “pássaros”, massas continentais que diferem quase que totalmente das conhecidas hoje, mapas celestes, e uma porção de etc.
Algumas destas mais de onze mil pedras gravadas, referenciam o que parecem ser homens e dinossauros convivendo, em uma mesma época. Se assim o for, teríamos que recuar ao período cretáceo, ao final da Era Secundária, isto é, mais de 65 milhões de anos. Isso pode parecer difícil, senão impossível. Porém, na região da Califórnia – EUA, foram encontradas pegadas fossilizadas, lado-a-lado, de homens e dinossauros, em uma camada calcárea já enterrada, indicando que estes conviveram a mesma época… Isso indica que talvez tenha existido outra, ou outras humanidades anteriores à nossa.
Continue reading

Toth – Uma Extraordinária Descoberta

“Vê! Aqui está Thot,
Senhor dos Mistérios!
Prepara as libações ante o
Mestre de Milhões de Anos,
E abre-lhe o caminho ao longo do firmamento.
Que Thot regozije meu coração!”
Do Hino CXXX do Livro dos Mortos egípcio

“Os Lipika […] são os […] cronistas que imprimem sobre tábuas invisíveis (para nós) da Luz Astral, o grande museu de quadros da eternidade, um registro fiel de cada uma das ações e até de cada um dos pensamentos do homem, e de tudo o que foi, é e será no Universo fenomenal. […] esse repositório divino e invisível é o Livro da Vida. […] Os Lipika são os que projetam […] o plano ideal do Universo […] pelo qual os Construtores reconstroem o Cosmos depois de cada Pralaya. […] Os Anais Eternos não são um sonho platônico…”.
H.P. Blavatsky, em A doutrina secreta

Isto é parte das Memórias Cósmicas da Terra:

Há milhões de séculos terrestres, Thot, um dos mais evoluídos Seres Cósmicos, fez uma extraordinária descoberta quando era apenas uma criança. Certa noite, observando o céu, intuiu, subitamente, que tudo estava unido no Universo, pois compreendeu o “Valor Objetivo do Número Zero”. A partir desse instante dedicou toda a sua existência a comprovar matematicamente sua genial hipótese. Os anos se passaram e, sendo já adolescente, finalmente anunciou, num dos grandes encontros intergalácticos de sábios-cientistas vindos de vários pontos do Universo, para alegria de todos, sua Teoria “0” sobre a Unidade de Todas as Coisas. Graças a ela demonstrou:

Primeiro: Que todo ser vivo, em qualquer nível de existência vibratória, faz parte e obedece a um único, delicado e complexo processo cósmico-sinérgico. Este processo é provocado pelo Onisciente e Onipresente Zero desde seu Centrum Primordial, mediante as Três Manifestações do seu Poder Eterno. Assim, juntamente com a realização das diversas bio-transformações destinadas a liberar as energias necessárias para sua Manutenção Geral e Harmônica, o Onipotente Zero supera o Tempo e suas conseqüências, razão pela qual é considerado o Eterno Ser Um.

Segundo: Que essa Unidade deve ser preservada, porquanto nos “Níveis Vibratórios Inferiores”, ou seja, aqueles mais afastados do Centrum Primordial, existem exatas possibilidades de “desvios” com respeito a ela. Estes podem interferir negativamente nos processos necessários à manutenção e equilíbrio do Zero-Todo e, conseqüentemente, do Universo que Ele tem como se fosse seu Sagrado Corpo.

Terceiro: Que estes “desvios” são provocados pelos freqüentes acidentes e choques, sofridos pelas diversas formas vibratórias de vida quanto mais afastadas do Centrum.

Quarto: Que o número de Leis que afeta cada Nível Vibratório de existência cresce quanto mais longe do Centrum ele estiver, o que implica uma maior probabilidade de “desvios”.

Calculou, ainda, com exatidão magistral estes “desvios possíveis”, enunciando uma fórmula matemática chamada “Fórmula Geral dos Resultados Paradoxais da Eterna Unidade Manifestada”.

Ainda que Grandes Seres Cósmicos tivessem vivenciado essa “Unidade Total de Todas as Coisas” por meios místicos, tais como a Meditação, em diversos planetas, Thot era o primeiro a fornecer provas empíricas e objetivas desse extraordinário fato e a advertir, matematicamente, sobre os perigos recorrentes dos possíveis “desvios”.

Mediante suas incontestáveis fórmulas físico-matemáticas, as razões objetivas da existência dessa Unidade Geral foram conhecidas no Universo pela primeira vez. Para facilitar seu estudo, Thot dividiu o Zero-Todo em “Nove Dimensões Alternativas e Sinérgicas de Atuação da Única — Consciência — Cósmica”. Esta divisão do Todo seria conhecida, séculos mais tarde, na Terra, durante a Terceira Raça, como “Eneagrama dos Processos Unificantes” cuja expressão simbólica é a seguinte:

Foi devido a estas extraordinárias descobertas que Thot foi integrado de imediato ao Conselho dos Dhyân-Chohâns, Iluminados Sábios Cósmicos que colaboram a “æones”(eons) na manutenção da Harmonia do Todo e Tudo. Estes, que esperavam há milênios essas maravilhosas descobertas para aperfeiçoar suas Altíssimas Obras, o receberam com alegria.

Motivado pelo amor à vida, Thot pediu licença ao Sublime Conselho para treinar todas as consciências preparadas, a fim de que esse extraordinário “nexo”, que une Todas as Coisas, fosse protegido e mantido segundo a Vontade Sublime do Zero em Todo o Cosmos.

Queria, especialmente, apoiar os seres de Nível Vibratório 3 — o nível que nós chamamos “humano” — que pudessem vir a transformar-se em canais conscientes e “promotores” da Eterna Unidade de Todas as Coisas. Assim, pensava, se realizariam os objetivos do Divino Zero em todos os cantos do Universo, especialmente naqueles “Níveis Vibratórios Inferiores” onde os “desvios” energéticos eram, matematicamente, mais prováveis.

Investido do Trino Poder do Amor, Thot iniciou sua transcendental missão em companhia de outros sábios colaboradores.

Para tanto, visitou diferentes mundos, teoricamente capazes de compreender a Unidade Cósmica, informando-lhes os resultados objetivos de sua valiosa descoberta científica. Trilhões de seres conscientes o apoiaram iniciando a aplicação imediata da Lei de Unidade de Todas as Coisas nos milhares de planetas superiores localizados nas milhões de diversas galáxias do Universo incomensurável.

Porém Thot não tardou a encontrar grandes obstáculos, tendo que  enfrentar os interesses egoístas de certos seres poderosos, governantes de mundos superiores localizados em setores cósmicos mais próximos dos Níveis Vibratórios Inferiores, que não aceitavam suas sábias propostas. Com efeito, durante séculos eles tinham vivido explorando diversos mundos afastados do Centrum, muitos dos quais habitados por seres Tipo 3 primitivos e, portanto, fáceis de dominar. Aceitar as propostas de Thot era abrir mão de todas essas fontes de riqueza, já que, uma vez que os habitantes dos mundos inferiores evoluíssem, graças às suas benéficas descobertas, nunca mais seria possível explorá-los nem submetê-los. Thot e seus aliados já esperavam esta oposição e sabiam que esses eram apenas alguns dos efeitos negativos dos “Três Desvios Primários no Eneagrama dos Processos Unificantes” previamente calculados.

Por esta razão, tentaram de todos os modos persuadir os governantes daqueles mundos das vantagens de aplicar a “Lei da Unidade de Todas as Coisas”, demonstrando-lhes matematicamente os benefícios que poderiam obter em longo prazo. Porém esses esforços foram inúteis e apenas provocaram algo inesperado e nefasto: o conhecimento desta nova Lei foi para eles o equivalente à descoberta de uma nova e poderosa arma.

Causas de uma Guerra Interestelar

“Houve uma guerra no céu: Miguel e seus anjos tiveram de combater o Dragão. O Dragão e seus anjos travaram combate, mas não prevaleceram. E já não houve lugar no céu para eles. Foi então precipitado o grande Dragão […] e com ele foram precipitados os seus anjos. […] Mas, ó terra e mar, cuidado! — porque o Demônio desceu para vós, cheio de ira, sabendo que pouco tempo lhe resta.”
São João, Apocalipse 12:7-12

Sim, antes de aceitar pôr em prática corretamente a “Lei de Unidade de Todas as Coisas”, os astutos líderes daqueles mundos perceberam que ela também podia ser aplicada às avessas.

Começaram, então, a mentalizar um ambicioso plano: dominariam o que chamavam de “bioformas inferiores” totalmente, assim como as energias que estas produziam, ainda que com isso ameaçassem o Equilíbrio do Todo e sua Unidade. Para tanto, procurariam controlar novos mundos nos quais os efeitos negativos dos “desvios” fossem notáveis. Conquistando-os garantiriam milhões de “guerreiros-escravos” cerebralmente submetidos e programados com suas “psicotecnologias”. Então, criariam um império intergaláctico, e, quando este fosse consolidado, iniciariam maciços ataques aos mundos superiores, dos quais faziam parte até esse momento, usando seus guerreiros-escravos, sem ter que arriscar suas próprias existências. Iludidos, imaginavam conquistar até o próprio Centrum! De nada adiantaram os apelos de Thot para que desistissem dos seus nefastos projetos.

Foi, então, quando os mais poderosos dentre estes rebeldes — os Ildamans do planeta Baoth, motivados por estas “razões”, unificaram os rebeldes dos outros mundos e declararam a mais terrível “Guerra Interestelar” conhecida no Universo, contra os planetas que apoiavam Thot e suas sábias idéias de unidade e harmonia.

Aquela guerra, longa e inimaginável para mentes humanas, durou vários séculos. Porém, apesar de seus inumeráveis poderes bélicos, os rebeldes foram finalmente derrotados pelos exércitos galácticos dos mundos favoráveis à “Lei da Unidade de Todas as Coisas”. O “castigo” para esses milhares de rebeldes foi a expulsão dos menos perigosos para os “Níveis Inferiores”. Objetivava-se que dessa maneira compreendessem em “carne própria” o que significava viver nesses Níveis mais afastados do Centrum e voltassem a evoluir, após os necessários ciclos de renascimentos, até os Níveis Superiores sendo conscientes da Lei de Unidade de Todas as Coisas. Outros, devido à sua alta periculosidade, foram submetidos ao processo de “re-integração matenergial”, o que significava voltar a fazer parte das energias cósmicas primárias, com as quais o Divino-Zero-Todo gera, ciclicamente, suas constantes “criações”. Eram, por assim dizer, “reciclados”. Afinal, no Universo “nada se destrói, tudo se transforma”. Porém o perigo não tinha sido totalmente superado. Um grupo de líderes Ildamans, alguns dos quais muito perigosos e poderosos, conseguiu fugir desta “reciclagem”, ocultando-se em dimensões de difícil acesso localizadas anos-luz dos sistemas superiores e, infelizmente, muito perto do nosso Sistema Solar. Séculos mais tarde, estes fugitivos unificariam todos os demais rebeldes exilados nesse setor do Cosmos e juntos seriam, num determinado momento, os protagonistas de uma das mais terríveis experiências proto-históricas que nossa espécie sofreu.

Após o fim da Guerra Intergaláctica, e superados temporariamente os nefastos resultados daquela Guerra, todos os mundos que tinham aceitado viver de acordo com a “Lei da Unidade de Todas as Coisas” criaram organizações interestelares para promovê-la e se uniram numa poderosa Confederação Intergaláctica atuante até nossos dias.

Origem do Código de Thot.

 

Seus Atuais Fragmentos na Terra.


O Eneagrama Hermético.

“Os Princípios da Verdade são Sete: aquele que compreender isso perfeitamente possui a Chave Mágica com a qual todas as Portas do Templo serão abertas, uma a uma.” O Kaibalion

Foram os membros desta Confederação Intergaláctica que, sensibilizados pelos sábios propósitos de Thot, solicitaram-lhe em certa oportunidade que pensasse numa maneira mais “didática” de fixar a “Lei da Unidade de Todas as Coisas” e seus complexos “9 Modos” de manifestar-se entre as criaturas de Terceiro Nível Vibratório… como nós. Assim surgiria o famoso “Código de Thot”, composto de 7 Princípios. Poderiam ser aplicados e compreendidos em qualquer mundo habitado, promovendo o harmônico e gradual desenvolvimento eneagramático dos seus habitantes mais conscientes, até que estes atingiram o Nível 4, ou Primeiro Nível de Razão Objetiva. Soube que os Seres de Nível 4 são aqueles capazes de realizar a vontade do Todo Mente nos 9 Níveis do Cosmos e que, além deste Nível evolutivo, existem outros 3 impossíveis de descrever por criaturas de Nível 3 como nós. Milênios mais tarde este mesmo Código seria trazido ao nosso planeta pelo próprio Thot, a quem milhares de anos depois os gregos chamariam de Hermes. Seus fragmentos são conhecidos até hoje como os “7 Princípios Herméticos” e fazem parte do milenar Kaibalion egípcio e da antiga e Mística “Tábua de Esmeralda”.

Sim, graças ao trabalho dos colaboradores de Thot em todos os cantos do Universo, aqueles Sábios que vieram pela primeira vez até nosso Sistema Solar, perceberam, cheios de alegria, que o Código de Thot serviria para dar aos humanos uma oportunidade ímpar de atingir o Nível Quatro de existência, superando os efeitos biopsíquicos provocados pelo segundo erro. Conscientes dos sofrimentos que nossos antepassados tinham suportado naquela longa e acidentada “oitava” evolutiva pediram a Thot que viajasse pessoalmente até o Sistema Solar de Ors (o nosso) e instruísse os seres “racionais” ali existentes nas Leis do seu Código, atendendo as especiais características que os faziam tão diferentes dos seres do mesmo nível em outros mundos habitados. Para Thot e seus colaboradores, estas razões foram mais que suficientes, já que, além de poder estudar in loco os efeitos dos “desvios” possíveis nesse afastado nível do Universo, teriam a oportunidade de verificar as estranhas características que, em função das acidentais experiências passadas, se tinham desenvolvido nessas desgraçadas criaturas, nossos antepassados.

Por estas razões, o Código foi trazido até nosso mundo pelo próprio Thot.

Naqueles tempos, a chamada “Terceira Raça”, conhecida hoje como Lemuriana, vivia seu último ciclo evolutivo.

Continue reading

Mitologia Nórdica Parte 2

Após uma introdução à cosmogonia e lugares da mitologia nórdica na parte 1 de nosso post, vamos conhecer um pouco mais os personagens principais, e como os deuses influenciaram até os dias da semana.

ODIN

Odin (ou Woden) é o deus Todo-Poderoso da mitologia nórdica. Seu nome em norueguês arcaico significa Fúria, Excitação, mas também Poesia e Mente. Odin era o deus da sabedoria; ele atirou um de seus olhos no Poço de Mimir em troca de um gole de sabedoria; ele também se enforcou, pendurando-se na árvore Yggdrasil por 9 dias, apenas para obter o conhecimento do mundo dos mortos (e de lá nos trouxe as Runas), sendo revivido depois por magia. Odin se mantinha informado sobre os acontecimentos de toda a Terra através de seus dois corvos, Hugin (Pensamento) e Munin (Memória). A mitologia de Odin compartilha características com a do deus grego Mercúrio, e do deus celta Lugus. Nas batalhas Odin é quase sempre representado com a sua lança Gungnir na mão, com seu cavalo de oito pernas Sleipnir, com seus dois corvos e dois lobos de cada lado. O símbolo rúnico de Odin é o Valknut, composto por 3 triângulos entrelaçados, que é usado até hoje como escudo do time de futebol da Alemanha.
A quarta-feira possui o nome Wednesday nos países anglo-americanos porque deriva do inglês arcaico Wodnesdæg (Dia de Woden), que por sua vez é baseado no latim “Dia de Mercúrio”.
Outro dado interessante sobre Odin é que ele pode ter iniciado o folclore do Papai Noel. Na festa de solstício de inverno (Yule) Odin cavalga os céus no seu cavalo, e as crianças enchem suas botas com cenouras, açúcar ou feno, e as deixam próximo à lareira para alimentar o cavalo em sua jornada; em agradecimento, Odin deixava doces e presentes nas botas. Diz-se que a prática sobreviveu até a cristianização dos vikings, e após isso Odin foi associado a São Nicolau. Odin também se disfarçava de andarilho, com um cajado, e nessas ocasiões usava o nome Vegtam; Tolkien admite que baseou o seu personagem Gandalf (de “O Senhor dos Anéis”) nesta versão disfarçada do deus nórdico.

Continue reading

Mitologia Nórdica Parte 1

A mitologia nórdica (também chamada de mitologia germânica, viking ou escandinava) se refere a um conjunto de crenças e lendas dos povos escandinavos, incluindo aqueles que se estebeleceram na Islândia, onde a maioria das fontes escritas para a mitologia nórdica foi construída. Como veremos, sua influência se estendeu por toda a Europa, especialmente a Inglaterra, de onde pudemos apreciá-la em obras como O Senhor dos Anéis e Harry Potter. Mas meu primeiro contato com essa mitologia foi mesmo com os gibis de Thor (que, aliás, vai virar filme em 2011). Nessa primeira parte vou falar da cosmogonia nórdica, e de como os mundos estão estruturados, para na segunda parte falar mais dos personagens e suas lendas. Uma coisa que percebi é que há muita confusão entre nomes de lugares e raças, então procurei compilar o máximo de informações, e o resultado abaixo é o que me parece ser mais confiável:

No início havia o Nada (Ginnungagap), que remete à noção grega do “Caos”. Um imenso vazio, que se estendia até o Norte, a Terra do Gelo (Niflheim), e o Sul, a Terra do Fogo (Muspell). Separadas pelo Nada, essas forças de frio e calor, contração e expansão, estavam inertes. Até que Deus, o Criador de todas as coisas, aquele que não tem nome e que é citado apenas na Criação e no fim dos tempos, respira, e suas baforadas unem frio e calor, compondo flocos de neve que foram se aglutinando até formar o primeiro ser: um gigante de gelo chamado Ymer, que deu origem a vários outros gigantes. Essas criaturas alimentavam-se do leite da vaca primordial Auðhumla que, por sua vez, alimentava-se lambendo o sal dos blocos de gelo. Numa dessas lambidas revelou-se a forma de uma nova criatura, cuja raça ficou conhecida como Aesir. Esse primeiro Aesir se chamava Buri, que teve (não sei como) um filho, Bor, que se casou com a filha de um dos gigantes e assim tiveram três lindos e importantes filhos: Odin, Vili and Vé. Esses três são simplesmente a Santíssima Trindade Nórdica, pois eles detêm o poder de trazer ordem ao Caos. Eles matam o gigante Ymer, dilaceram suas formas e com seus restos ajudam a compor o Universo (especialmente nosso mundo).

No centro do Nada está uma gigantesca árvore chamada Yggdrasil, o eixo dos nove mundos. Suas imensas copas chegam aos céus, podendo dessa maneira sempre estar banhadas por uma luminosa nuvem que orvalha Hidromel (a bebida favorita dos deuses, que garantia a eles a longevidade), que tem por função revitalizar automaticamente a imensa árvore. Os galhos mais altos serviam de moradia ao Galo de Ouro, que tem a responsabilidade de guardar os horizontes e denunciar aos deuses a aproximação de seus eternos inimigos, os gigantes. Logo abaixo, mas ainda no topo, há uma águia (Hraesvelg) que, ao bater de suas asas, produz o vento que sopra por todos os mundos.

Abaixo dela temos Asgard (Terra dos Aesir), governado por Odin e sua esposa, Frigga. É lá que fica o Valhala (Salão dos assassinados), local onde os guerreiros vikings eram recebidos após terem morrido com honra, em batalha. Metade das almas passa seus dias treinando em combates, e desfrutando de grandes banquetes e orgias à noite. Elas formam o “Exército das Almas Vivas”. A outra metade segue para Folkvang, o palácio de Freyja.

Também nos galhos se encontra Vanaheimr (Lar dos Vanir), que são uma outra categoria de deuses, ligados à fertilidade, prosperidade, sabedoria e capacidade de ver o futuro (enquanto os Aesir são mais guerreiros e ligados à magia). Há muita rivalidade entre esses dois tipos de deuses.

Continue reading

Tudo sobre Atlântida e Lemúria Parte 7 ( Final )

ATLÂNTIDA NAZISTAA ligação entre a Atlântida e o ocultismo teve desdobramentos importantes também entre os nazistas. Apreciadores da idéia de uma civilização desenvolvida no hemisfério norte, da qual a raça ariana seria a sucessora, eles cultivaram com afinco suas interpretações sobre os atlantes, e um instituto criado por Himmler abriu bastante espaço para pesquisas sobre o tema. Os Teutões de uma forma geral e os Povos Germânicos de uma forma particular serviram de base para a crença na Raça Ariana, e da sua superioridade sobre todas as outras. Foram sugeridas diferentes origens para o ínicio desta raça superior, desde a Atlântida, Thule na Escandinávia, Hyperborea na Grécia e Shambhala no Tibete. Outro pensamento dominante era o de que esta raça superior tinha sido enfraquecida por se misturar com outras raças “inferiores”. A Sociedade Ahnenerbe era um ramo das SS, dedicado principalmente à pesquisa de provas da superioridade da raça ariana, mas também envolvida em práticas de ocultismo. Fundada em 1935 por Himmler, esta Sociedade esteve envolvida na busca da Atlântida e do Santo Graal.

ATLÂNTIDA NO OCEANO ATLÂNTICOA maioria das buscas está focada no oceano Atlântico, afinal de contas, Platão disse que Atlântida estava no oceano Atlântico.

Alguns teóricos sugerem que Atlântida seria uma ilha sobre a Dorsal Oceânica (espécie de cordilheira submarina), que – no caso de não ser hoje parte dos Açores, Madeira, Canárias ou Cabo Verde – teria sido destruída por movimentos bruscos da crosta terrestre naquele local. Ao longo destas colinas submarinas, encontram-se uma enormidade de ilhas vulcânicas que vão de pólo a pólo. Ao norte em plena região ártica temos, as ilhas Pássaros, Jan Mayen e Islândia, mais o sul pouco acima do trópico de câncer encontramos o arquipélago de Açores, Ilha da Madeira e Cabo verde, mais ao sul temos Santa Helena e outras menores; próximo da Antarctica destacamos as ilhas de Érebo, Martinica. Desta forma, Atlântida pode ter se constituído numa destas formações marcadas por intenso vulcanismo.

Essa teoria baseia-se em supostas coincidências, como a construção de templos em forma de pirâmide na América, semelhantes às pirâmides do Egito, fato que poderia ser explicado com a existência de um povo no meio do oceano que separa estas civilizações, suficientemente avançado tecnologicamente para navegar à África e à América para dividir seus conhecimentos. Esta posição geográfica explicaria a ausência concreta de vestígios arqueológicos sobre este povo.

ATLÂNTIDA NO CARIBEMuitos acreditam que a área do Triângulo das Bermudas é o local da cidade perdida de Atlântida e dos restos de suas avançadas tecnologias. As expedições nas Bahamas estendem-se por um período superior a 40 anos.

Ruínas das construções de Atlântida seriam responsáveis pelos misteriosos fenômenos do chamado Triângulo das Bermudas? É o que afirmava o famoso vidente Edgar Cayce. Dizia ele que essa civilização tinha um poderoso cristal que canalizava energias cósmicas, e que agora jaz no fundo do mar.

O mais célebre dos descobrimentos feitos na zona é, sem dúvida, o “Caminho” ou “Muralha” de Bimini (uma ilhota do arquipélago das Bahamas, situada a somente cinqüenta milhas de Miami), descoberto pelo doutor J. Manson Valentine em 1968. Esta enorme construção é composta por gigantescos blocos de pedras com 70 a 80 metros de comprimento, debaixo de 6 a 7 metros de  água, dispostas a modo de caminho, plataformas ou muralhas. O grande vidente Edgar Cayce já anunciara em 1940 a descoberta das muralhas submersas Bimini, nas Bahamas.

No Instituto de Antiguidades das Bahamas é exibida esta laje extraída de uma construção submarina. Os dados proporcionados pelo C-14 nos levam a 8.000 anos a.C.

Mapas submarinos detalhados da região revelaram que não há vestígios de formações ou construções maiores do que alguns poucos metros. As evidências geológicas tornam impossível a existência de um continente ou uma grande ilha submersa na região caribenha. Um geólogo tomou amostras do interior das pedras e determinou que eram formações naturais das praias. A assim chamada “muralha de Bimini” são formações naturais muito comuns de serem encontradas no fundo do mar, e existem formações idênticas nas praias da região.

Os defensores da Teoria de Atlântida se defendem e afirmam que o intervalo entre os blocos são muito regulares, e que têm sido encontrados colunas de mármore. A pesquisa se concentra na maior das ilhas das Bahamas, Andros, onde descobriram uma estrutura parecida com o caminho de Bimini, porém muito maior, lhe chamaram de Plataforma de Andros (2003), que deve ter permanecido oculta até que um furação em 1992 passou pela região. Na costa ocidental de Cuba, foi encontrado algo que parece uma cidade, a 600 m de profundidade; arqueólogos que viram o vídeo da expedição, que procurava navios antigos, dizem ter visto inscrições.

Através de uma assombrosa fenda no fundo do oceano, situada na Cordilheira Média do Atlântico (à direita, ao centro), rocha fundida em ebulição contribui para a deriva continental. Nenhum continente atlântico poderia ter desaparecido nesta área, porque os continentes deslocaram-se lateralmente enquanto nova rocha ígnea formava o fundo do oceano.

ATLÂNTIDA NA GRÉCIAPara muitos, o lugar mais lógico para buscar Atlântida era a Grécia, onde viveu Platão. Para alguns arqueólogos e historiadores, Atlântida poderia ser uma mitificação da cultura minóica, que floresceu na ilha de Creta até o final do século XVI a.C. (que, se Platão equivocou-se quanto à localização, tem muitas chances de corresponder às terras descritas). Os ancestrais dos gregos, os micênicos, tiveram, no início de seu desenvolvimento na Península Balcânica, contato com essa civilização, cultural e tecnologicamente muito avançada. Com os minóicos, os micênicos aprenderam arquitetura, navegação e o cultivo de oliveiras, elementos vitais da cultura helênica posterior. Após mais de mil anos de domínio, a cultura minoana teve um final rápido, cerca de 1470 A.C. Dois fortes terremotos e maremotos no Mar Egeu solaparam as cidades e os portos minóicos, e a civilização de Creta rapidamente desapareceu. É possível que as histórias sobre este povo tenham ganhado proporções míticas ao longo dos séculos, culminando com o conto de Platão.

Moedas da civilização micênica retratando um labirinto e um touro.

Muitos mitos antigos da Grécia narram sua localização na Creta minoana, mais de dez séculos antes de Platão. Dédalo foi supostamente o arquiteto do palácio de Knossos. Lá ainda se podem encontrar ruínas que se acredita terem sido o labirinto onde vivia o legendário Minotauro, o monstro (meio-homem, meio touro) morto por Teseu.

Os rastros de evidência conduzem à pequena ilha de Thera (fica a 160 km da Grécia ocidental, a 75 km ao norte de Creta), situada no Mar Egeu, mas hoje leva o nome de Santorini (originado na Idade Média, em homenagem a Santa Irene de Tessalônica). Muitos cientistas crêem que, se o mito é certo, este é um dos locais mais prováveis.

Há 4.000 anos a ilha era muito diferente do que vemos atualmente. Era significativamente maior.

Santorini também era um local minoano e as ruínas podem ser encontradas pela ilha. Havia uma montanha vulcânica no seu centro, provavelmente com 1.500 metros de altura. Novos estudos reforçam a hipótese de que a erupção ocorreu há cerca de 3.650 anos. Essa precisão só pôde ser obtida com a datação de resquícios de fuligem aprisionados no gelo da Groenlândia.

Este vulcão era geologicamente similar ao Krakatoa, porém 4 vezes maior e provavelmente tinha o dobro da violência. A fúria da sua explosão final é inferida de amostras geológicas do núcleo, de comparação com as detalhadas observações feitas no Krakatoa em 1883 e da obliteração simultânea de quase todos os estabelecimentos minoanos. Os registros de tempo geológico da explosão final do Santorini são muito precisos. É considerada uma das mais violentas entre as registradas pela humanidade. A erupção foi tão violenta que não só a ilha central sumiu como o antigo anel foi quebrado em três partes.

Krakatoa

A montanha cuspiu uma nuvem de poeira, cinzas e lava a cerca de 40 km acima e 200 km adiante. O estrondo da explosão deu a volta na Terra 10 ou 12 vezes. A essa altitude, a coluna de fumaça alcançou a estratosfera e seus vestígios se espalharam por todo o Hemisfério Norte. Ela foi milhares de vezes mais energética que a bomba que caiu sobre Hiroxima. A energia foi imensa. Houve muitas explosões que se sucederam. As cinzas vulcânicas encheram os céus, encobriram o Sol e desencadearam granizo e relâmpagos. Uma pesada camada de cinzas vulcânicas choveu sobre o Egeu, cobrindo as ilhas e as plantações. Terremotos abalaram a terra e estruturas de pedra caíram com o movimento. Quando a enorme câmara de magma do Santorini finalmente entrou em colapso para formar a cratera, enormes tsunamis se espalharam em todas as direções. Santorini explodiu. É bem provável que a erupção em Thera tenha originado um resfriamento global durante alguns anos.

Existem evidências arqueológicas de que a explosão do vulcão de Santorini estaria diretamente relacionado com os eventos do Êxodo bíblico [Vide documentário “O Êxodo Decifrado” do Discovery Channel].

A onda tsunami que se chocou com Creta deve ter  penetrado ilha adentro por aproximadamente meia milha, destruindo todas as cidades e povoados da costa. A grande frota minoana de navios afundou em poucos segundos. As vilas vizinhas de Creta foram inundadas e destruídas.Durante uma noite o poderoso Império minoano foi esmagado. A única estrutura maior que sobreviveu às ondas e aos terremotos foi o palácio de Knossos, suficientemente para escapar das enormes ondas. Porém, nos dias que se seguiram, as cinzas vulcânicas cobriram alguns locais e desfolharam a ilha. Passando fome devido às cinzas, com a maior parte de sua civilização eliminada, os minoanos remanescentes foram conquistados pelos miceneos da Grécia e Knossos finalmente caiu.

Na época da erupção, Thera tinha um formato de anel mais acentuado, com uma ilha vulcânica em seu centro. Pode ser coincidência, mas esse formato peculiar é citado por Platão para descrever Atlântida.

Talvez Santorini fosse a “Atlântida” real. Alguns argumentaram contra esta idéia, observando que Platão havia especificado que a Atlântida havia afundado há 10.000 anos, mas o desastre minoano ocorrera apenas há 1.000 anos. Pode ser que erros de tradução ao longo dos séculos alteraram o que Platão realmente escreveu, ou pode ser que ele estivesse intencionalmente encobrindo os fatos históricos para atingir seus propósitos. Galanopoulos sugeriu que houve um erro durante a tradução do egípcio para o grego de alguns dos números e que foi adicionado um zero extra. Isto significaria que 900 anos atrás teriam sido traduzidos como 9000 e a distância do Egito para a “Atlântida” teria sido mudada de 250 milhas para 2500. Se isto é verdade, Platão, sabendo da geografia do Mar Mediterrâneo, teria sido forçado a assumir que a localização da ilha fosse no Oceano Atlântico. Se esta hipótese for correta, Platão nunca percebeu que a terra de Atlântida já era familiar para ele. Alguns dizem, por exemplo, que a ilha não seria do tamanho da Ásia Menor e da Líbia, mas estaria “entre” esses pedaços de terra.

Ruínas do interior do templo de Knossos

Escavações arqueológicas mostram que Creta no tempo minoano tinha provavelmente uma das culturas mais sofisticadas dessa época. Muitos dos detalhes da história da Atlântida se encaixam com o que é atualmente conhecido sobre Creta. As mulheres tinham um status político relativamente alto, ambas as culturas (a minóica e a descrição de Atlântida por Platão) ambas apreciavam o esporte da luta com touros ritualística – onde um homem desarmado lutava com um touro. Creta, agora parte da Grécia era a capital do povo minoano, uma civilização avançada, com linguagem, exportação comercial, arquitetura complexa, rituais e jogos. A correspondência dos artefatos culturais minoanos com aspectos da lenda de Atlântida fazem com que se pense na identidade das duas. A lenda de Platão (egípcia)  também diz que a Atlântida era pacífica – isto é confirmado pela virtualmente completa ausência de armas nas ruínas minoanas e na sua arte – raro para povos daquela época.

Reconstituição do Templo de Knossos

Creta dominou o mar Egeu. Os gregos e egípcios podiam ter guardado memória desse poderio e tê-lo ampliado ao ponto de ser uma ilha gigantesca, e de a fazerem dominar toda a Europa e África.

Até o final do século XIX, o mundo só conhecia a civilização cretense por meio das lendas e histórias dos gregos. No entanto, quando Arthur Evans começou a revelar ao mundo aquela civilização, muitas questões surgiram. Uma delas, dizia respeito aos afrescos pintados no palácio de Knossos. Quem eram aquelas pessoas? A explicação foi encontrada no Egito, na tumba de um vizir de Tutmósis III (1479 a.C.–1425 a.C.), Rekhmire. Em sua tumba existiam desenhos de povos fazendo oferendas ao faraó e um deles era chamado de keftiu, pelos egípcios. Os keftiu eram os cretenses. Essa ligação entre os cretenses e egípcios foi reforçada com a descoberta de objetos egípcios em Creta e vice-versa, permitindo a Evans estabelecer uma periodização para Creta durante a Idade do Bronze.

Arthur Evans

A lenda egípcia conta que havia elefantes em Keftiu-Atlântida; apesar de presumivelmente não haverem elefantes em Creta, os minoanos eram conhecidos como negociantes de marfim africano e parece que foram o principal acesso ao marfim para o Egito, vinte séculos antes de Cristo.

Reconstituição de Akrotiri

Sua destruição ocorreu 900 anos antes de Sólon, não 9.000 como aparecem nas obras de Platão. Há uma teoria que pode explicar essa discrepância. Platão escreveu que a história de Atlântida proviria dos Egípcios. Nessa época, cerca de 300 anos antes de Platão, os egípcios contavam o tempo em meses lunares, não só em anos solares, portanto, é possível que um erro na tradução possa ter afetado a narração. Os egípcios podem ter assinalado um fato que teria ocorrido 9.000 anos antes, ou 9.000 meses antes. Se fosse assim, a destruição de Atlântida teria ocorrido no mesmo período da destruição de Thera.

São muitos os paralelismos que existem entre a Atlântida mítica de Platão e a cultura minóica de Creta. Em ambas se lançavam redes a touros (caneca à esquerda); em ambas se adorava Posídon, deus do mar (à direita, moeda).

E há as ruínas da cidade minóica de Akrotiri… Somente a partir de 1967 é que foram iniciadas as escavações no soterrado povoamento de Akrotiri, no sul da ilha, que estão revelando ao mundo tesouros artísticos, extremamente bem preservados, como afrescos e utensílios da Idade do Bronze. Não foram encontrados nem restos humanos nem bens de valor pois tremores de grandes proporções antecederam a erupção e afugentaram a população de Santorini.

A Casa do Oeste em Akrotiri, uma das mais bem conservadas, é relativamente grande, tem planta retangular e irregular e dois andares. As paredes eram de cascalho entremeado com madeira e tijolos de barro cru; as janelas, grandes e com vista para a rua, eram emolduradas com pedra ou madeira; a porta, bem larga, dava para uma praça triangular. O andar de baixo era constituído por um vestíbulo, escadaria em ângulo para o andar superior e cômodos para armazenagem. Havia dois quartos no andar de cima, e um deles tinha ao lado uma latrina com encanamento; o outro tinham alguns afrescos datados do fim do século -XVI, como o do pescador e o da expedição marítima. Alguns assentamentos ou vilarejos foram soterrados sobre mais de 30 metros de cinzas vulcânicas.

Na imagem acima, isto é uma caldeira, em volta de um antigo vulcão, com sua caldeira submersa, aberta pela erupção.  – A ilha de Santorini moderna é agora a borda do vulcão – a cratera está coberta pelo mar Egeu. Diques de pedra pomes e cinzas vulcânicas marcam o seu centro, onde o vulcão permanece. Os novos habitantes de Santorini escavam as cinzas vulcânicas para fazer cimento – e ainda encontram ruínas antigas sob as pedras. As cinzas agora constituem o solo, oliveiras e árvores frutíferas cobrem a terra e a antiga Atlântida (Creta, Santorini e talvez outras ilhas do Mar Egeu) está quase que completamente enterrada. Os novos habitantes reconstruíram Creta.

O palácio de Knossos é a ruína mais bem preservada da civilização minóica, e o melhor lugar para ver como havia sido a ilha de Thera antes da erupção. As imagens das ruínas do palácio mostra uma civilização tão idílica quanto a retratada por Platão.

Os palácios tinham uma estrutura labiríntica. É daí, provavelmente, que surgiu a lenda do Minotauro, metade homem, metade touro, que, conta-se, vivia em um labirinto em Creta. Platão escreveu que a vida em Atlântida era muito sofisticada, e que havia água encanada quente (termais) e fria, outro indício de que se tratava de uma terra vulcânica. Em Knossos há tubulações hidráulicas de terracota.

“A Odisséia de Cousteau – Em Busca da Atlântida”, 1978, Warner

Jacques-Yves Cousteau (1910 – 1997), o famoso oceanógrafo, um dos inventores, juntamente com Émile Gagnan, do aqualung, o equipamento de mergulho autônomo que substituiu os pesados escafandros, e também participou como piloto de testes da criação de aparelhos de ultra-som para levantamentos geológicos do relevo submarino e de equipamentos fotocinematográficos para trabalhos em grandes profundidades. Em um de seus documentários, COUSTEAU: EM BUSCA DA ATLÂNTIDA, depois de pesquisas nas Bahamas, nos Açores e nas ilhas Coco, na Costa Rica, Cousteau “localizou” definitivamente a Atlântida no mar Egeu, ao largo da ilha de Creta, onde a civilização minóica da Idade do Bronze (cerca de 1500 a.C.) poderia ser contemporânea da cidade submersa. Aliás, muitos historiadores comparavam espontaneamente os cretenses aos atlantes, que teriam herdado destes a legislação, o artesanato, a arte e o comércio.

O explorador Jacques Cousteau. Para Cousteau e muitos outros, a Atlântida seria uma parte de Santorini, outrora Stongylé, nascida nas encostas de um vulcão cuja formidável explosão, em 1657 a.C., teria provocado um gigantesco tsunami. Os mergulhos ao centro da erupção vulcânica grega evidenciam apenas sedimentos, lavas e pedras-pomes. Ao sul de Santorini, em compensação, os vestígios na superfície de uma extraordinária cidade minóica com ruas pavimentadas e entrepostos cheios de cerâmica favorecem uma aproximação com a Atlântida.

ATLÂNTIDA NA ANTÁRTIDA – Os alemães e os escandinavos nórdicos falaram de um continente desaparecido no Oceano Atlântico Norte, chamado Thule com a civilização de Hyperborea nele localizada. Reportam que Thule se estreitou para o que atualmente é a capa de gelo do pólo norte, onde está enterrado sob milhas de gelo e por isso não podemos vê-lo.

No relato de Platão sobre Atlântida ele descreve a ilha como um grande continente com montanhas no meio do oceano. E o verdadeiro oceano seria o Oceano Mundial. Foi bem mais tarde que começamos a dividir o oceano em diferentes partes, começando a chamá-lo de Atlântico, Pacífico, etc. Na verdade, o mundo possui um único oceano. Essa ilha não só foi destruída por um dilúvio, mas está coberta por neve e gelo.

antartida

A única teoria promissora seria a da Antártida, posto que as ruínas pudessem estar preservadas. E os mitos ao redor do mundo são claros sobre o que acontece. O “Zen Vesta” da literatura védica descreve a ilha destruída por um dilúvio e coberta por neve e gelo. Então estamos procurando uma ilha coberta por gelo no meio do oceano. E a Antártica seria uma ótima candidata.

A Antártida, descoberta em 1820, é o quarto maior continente do mundo, e grande parte de seu território permanece inexplorado.

Um casal canadense, Rand e Rose Flem-Ath, reuniu dados que apontam que a civilização pôde ter existido. Enquanto procurava temas para um roteiro, em 1976, Rand leu o livro de Charles Hapgood “Maps of the Ancíent Sea Kings” (Mapas dos antigos reis do mar). Durante a pesquisa, Rand e sua esposa mantiveram contatos com Hapgood. Publicaram o livro “When the Sky Fell (Quando o céu caiu) e um artigo sobre o desenvolvimento da agricultura mundial em The Anthropologícal Journal of Canadá. A pesquisa durou duas décadas e acabou levando-os a Londres. No Museu Britânico acharam dados que podiam dar luz à pesquisa. Comparando as modernas descobertas científicas com velhos manuscritos, mapas e mitos, encontraram informações que pareciam comprovar a teoria. Chegaram à conclusão de que desde o ano 10.000 a.C. os restos da Atlântida permaneciam enterrados sob o gelo da Antártida. Os Flem-Ath e outros pesquisadores acreditam que debaixo do gelo, nas profundezas, há provas da existência de uma civilização avançada que dominou o mundo.

O ponto de partida foi uma teoria geológica desenvolvida por Charles Hapgood e apoiada, nada mais nada menos; pelo físico Albert Einstein. Hapgood acreditava que, com o passar do tempo, o peso do gelo nos pólos arrastou a crosta terrestre pelo globo, como uma casca de laranja deslizando ao redor da fruta. Chamava este fenômeno de “deslocamentos da crosta terrestre”. “Acho seus argumentos muito impressionantes e parece que sua hipótese é correta”, escreveu Einstein a Hapgood, incentivando-o a continuar suas pesquisas. Em 1958, quando foi publicado o livro de Hapgood, “The Earth’s Shifting Crust”, Einstein escreveu o prólogo. Hoje em dia, este fenômeno se denomina “deriva continental das placas tectônicas”. Acredita-se que o deslocamento ocorre a uma velocidade de 16 km a cada milhão de anos. Hapgood, acreditava que a crosta terrestre podia deslocar-se súbita e rapidamente, provocando efeitos devastadores que seriam suficientes para causar o desaparecimento de continentes inteiros.

Supondo que a crosta terrestre se deslocou subitamente 3.200 km, há 10.000 anos, a terra habitada pode ter sido sugada para o interior do Círculo Polar Antártico.

Os Flem-Ath pensam que, se há 10.000 anos existia uma civilização tão evoluída, é possível que pudessem prever o desastre e fizessem planos de evacuação. Mesmo que não o tivessem feito, continua sendo possível que algumas pessoas sobrevivessem fugindo para terras mais altas, acima do nível do mar. A coincidência da destruição de Atlântida, segundo a interpretação feita por Platão, e a aparição da agricultura, os fez pensar que os cidadãos da Atlântida poderiam ter ensinado a outros grupos humanos a cultivar a terra.

Em 1513, o almirante turco Piri Reis mapeou partes do mundo que ninguém conhecia até então, baseando-se em antigas cartas marítimas. , onde aparece a Antártida sem gelo, denominada  de “terra da Rainha Maud” que hoje está sob um quilômetro de gelo. E sua verdadeira posição não foi determinada até 1949.

Cartógrafos analisaram a estranha projeção utilizada. Descobriram que se parece com a que um moderno submarino nuclear usa, medindo o mundo conforme ele se desloca a partir do centro. Neste caso, o centro é Syene, no Egito, lar dos antigos cartógrafos. O mapa parecer estar distorcido, mas mostra precisamente esta região do mundo. E tem mais.

O aspecto mais importante do mapa de Piri Reis é aquele que descreve a longitude com precisão. Algo que os europeus só conseguiram fazer no século XVIII. E este é um mapa do século XVI. No entanto, o mapa de Piri Reis, feito 250 anos antes já demonstrava conhecimentos de longitude. No mapa de Piri Reis é mencionado que ele é uma compilação de muitos outros, mas originais. Estas são cópias das cópias das cópias. Os pesquisadores acreditam que estes mapas são da época de Alexandre, o Grande, mas na verdade são muito mais antigos.

A Antártida não foi descoberta senão no ano de 1800. Só recentemente descobrimos que debaixo da capa de gelo havia um continente, mas esta informação já estava aqui, neste mapa. Temos que postular a existência de uma civilização com habilidades para a navegação e a confecção de mapas que só se reinventaram em nosso tempo.

“Isto significa que a costa tinha sido cartografada antes de ser coberta pela capa de gelo – informaram os especialistas da USAF -, e nesta região, o gelo tem mais de um quilômetro e meio de espessura. Não sabemos como foi feito este mapa, com os dados e o nível de conhecimento de 1513″. Departamentos da marinha e da força aérea dizem que fizeram comparações de picos salientes e montanhas. Eles são parecidos de forma assustadora.

Devemos enfatizar que não estamos falando do mapa de Piri Reis que é discutível. Estamos falando de dezenas de mapas. Por exemplo, o mapa de Finneaeus da Antártica é bastante preciso, mostrando rios que existem, mas não eram conhecidos no século XVI.

Nós só descobrimos a Antártica em 1800. Como os europeus a incluíram nos mapas?

Mapas do mundo desenhados muito antes de navegarmos os oceanos.

Colombo explorou somente as áreas do Caribe. Ele não foi para a América do Sul, não viajou pelo sul em direção à Antártica, nem mesmo chegou perto. Mas estes mapas mostram precisamente essas áreas muito antes de Colombo ou outro explorador chegar nesses locais” – Rand Flem-Ath (Autor).

Em 1956, Hapgood estudou esse mapa. Perguntava-se como era possível que desenhasse a costa oriental da América do Sul se, todavia, ainda não havia sido inteiramente cartografada, e a Antártida – parte da qual aparece no mapa -, que só foi descoberta em 1820. Hapgood enviou o mapa de Piri Reis para especialistas da USAF. Ficaram igualmente surpresos. De onde Piri Reis obteve a informação para confeccionar o mapa? Seria ele, um descendente dos antigos habitantes da Atlântida?

Então Hapgood encontrou outro mapa misterioso, outro documento “impossível”: o mapa de Oronteus Finaeus, copiado em 1531. Nele figurava a Antártida em sua totalidade, com grande detalhamento, incluindo a localização precisa de montanhas, planícies e rios.

As cartas originais nas quais se basearam, deviam ter sido feitas por pessoas que tinham alcançado um nível tecnológico que o homem só adquiriu plenamente ao decorrer do século XX.

Outro dado que, segundo os Flem-Ath, confirma a conexão entre a Atlântida e o Egito, é a disposição das pirâmides. Vários pesquisadores descobriram que sua disposição coincide com a localização de parte da constelação de Orion, em pleno ano de 10.450 a.C.! Esta mudança de localização das estrelas se deve à rotação não uniforme da Terra, por causa da ligeira inclinação de seu eixo, e do movimento cíclico de 2.600 anos das estrelas.

A disposição das pirâmides, segundo os pesquisadores, parece coincidir com a posição das estrelas de Orion exatamente como eram vistas antes do ano 10.450 a.C.. Tal precisão poderia ser uma prova de que um povo muito avançado habitava a Terra antes do que a história admite.

Um aumento de mais de 5 graus de temperatura subitamente modificou o clima, entre 3 e 10 anos, como mostra amostras de gelo da Groelândia, causando o fim da Era Glacial, em torno de 10.500 A.C., a mais de 12 mil anos. De repente os mares ocuparam o que havia sido solo seco. Nas capas congeladas da Sibéria e da Alaska se descobriram vários fósseis congelados de animais tropicais. Um enorme mamute foi encontrado quase intacto, em seu estômago foram encontradas vegetações tropicais ainda sem digerir, o que indica um congelamento muito rápido, um “método criogênico” instantâneo da natureza, muito mais rápido do que qualquer aparelho de resfriamento moderno.

Em sua pesquisa, os Flem-Ath, misturaram antigas cartas marítimas, teorias geológicas e mitos, e asseguram terem encontrado provas de que a Atlântida poderia ter existido no Pólo Sul.

Para confirmar ou rejeitar essa teoria é necessário saber se há evidências arqueológicas de o Egito tenha sido fundado por refugiados, migrantes. Em 1991, arqueólogos egípcios e norte-americanos, trabalhando em Abidos – Egito, descobriram 14 embarcações grandes pertencentes aos faraós da Primeira Dinastia, há 5 mil anos atrás, medindo cerca de 23 metros de comprimento e entre 2 e 3 m de largura. São, possivelmente os barcos mais antigos do mundo e, ao mesmo tempo, os de engenharia mais avançada. Devem sua preservação ao clima seco do Egito.

Mas se a Antártida abrigou uma civilização, ainda que mui remotamente, certamente alguma evidência deveria ser encontrada no pólo Sul. Uma imagem de satélite do continente revelou uma estrutura anômala situada 2 milha sob o gelo (3,7 km). Não há maiores informações públicas sobre essa descoberta, contudo já se sabe: “existe algo lá”.

ATLÂNTIDA NA ESPANHA – No sul da Península Ibérica, muito próxima das costas Da atual Andaluzia [marismas de Doñana], região destruída por uma inundação entre 800 a.C e 500 a.C. A afirmação é do cientista alemão Rainer Kuehe da Universidade de Wuppertal. De acordo com a BBC, ele diz ter feito a descoberta através de fotos de satélites, que mostram uma área da região de salinas Marisma de Hinojos, próxima a Cafiz, com duas estruturas retangulares e círculos concêntricos. “Platão escreveu sobre uma ilha cujo diâmetro equivaleria a 925 metros e que era envolvida por diversos círculos concêntricos, alguns dos quais seriam compostos por terra, outros por água. As imagens mostram anéis concêntricos idênticos aos descritos por Platão“, disse Rainer Kuehe.

Kuehne acredita que as estruturas retangulares podem ser os restos de um templo de prata em louvor a Poseidon, o deus dos mares, e um templo de ouro, que homenagearia a Poseidon e Cleito, a sua mulher mortal.

Platão acrescentou que Atlântida tinha uma vasta planície e era rica em cobre e outros minerais. Segundo Rainer Kuehne, a planície à qual se referia pode ser a que se estende do sul da Espanha até a cidade de Sevilha e o cobre e outros minerais dos quais ele fala também são encontrados em fartura nas minas de Sierra Morena.

A ATLÂNTIDA NA AMÉRICA DO SUL (OU COLÔNIAS ATLANTES) – Alguns estudiosos dos escritos de Platão acreditam que o continente de Atlântida seria na realidade a própria América, e seu povo culturalmente avançado e cobertos de riquezas seria ou o povo Chavín, da Cordilheira dos Andes, ou os olmecas da América Central, cujo uso de ouro e pedras preciosas é confirmado pelos registros arqueológicos. Terremotos, comuns nestas regiões, poderiam ter dado fim a estas culturas, ou pelo menos poderiam tê-las abalado de forma violenta por um período de tempo. Através de diversos estudos, alguns estudiosos chegaram à conclusão que Tihauanaco, localizada no altiplano boliviano, seria a antiga Atlântida. Essa civilização teria existido de 17.000 a.C. a 12.000 a.C., em uma época que a região era navegável. Foram encontrados portos de embarcações em Tihauanaco, faltando escavar 97,5% do local.

Erickson, autor de “Atlântis in América”, sustenta que alguns atlantes sobreviveram à destruição, e encontraram abrigo nas colônias da América.

Documentos dos conquistadores espanhóis relatam índios brancos e negros assim com ameríndios de cabelos ruivos. Dos últimos, restaram as múmias peruanas.

A fortaleza inca de Sacsayhuamán (Peru), de idade indeterminável, por um povo que desconhecia a roda, a polia e a grua. Observe a pedra na primeira fotografia, onde se encontra uma pessoa recostada; o peso dela deve ser de, mais ou menos, 200 carros grandes, e revela a incrível habilidade das pessoas que a construíram. A capacidade deste povo lidar com coisas deste tamanho.

Bolívia, as misteriosas ruínas de Tihauanaco – A mesma capacidade de criação manual. Algumas pirâmides maias foram reconstruídas até 5 vezes, e as construções mais antigas demonstram serem mais perfeitas que as seguintes. No século 17 os conquistadores espanhóis chegaram a esta região dos Andes. Eles de dedicaram a destruir este monumento pagão. Quando os conquistadores espanhóis perguntaram aos incas se eles a haviam construído, eles responderam que não, que quando chegaram ela já existia. Em Gizé, Norte da África, Egito, também encontramos outro povo que não conhecia a roda, a polia ou a grua: os egípcios!

Segundo Erickson, há imagens de elefantes nos edifícios, e Platão fala de elefantes na Atlântida. Esses animais não existiam na América Central. Existem também esculturas que parecem ser homens com bigodes. Em todo território maia há imagens de homens com mandíbulas quadradas e com barba bem visível, às vezes acompanhadas de bigodes; os maias não tinham pêlo facial. Existem esculturas “budistas” e negróides, o que indica que chegaram estrangeiros pelo corredor navegável de Atlântida. Platão disse diversas vezes que a Atlântida era uma ilha continental que comunicava o oceano aos diversos continentes do mundo. Os maias mudaram o estilo arquitetônico através dos séculos. Os cientistas calculam que só se acharam 10% das ruínas de Yucatán. Os templos estão escondidos por séculos de vegetação.

As pedras estão perfeitamente alinhadas. Não conseguimos introduzir uma carta de baralho em qualquer uma das junções. Uma agulha não entra. Os blocos não estão apegados com nenhum tipo de argamassa.

Os blocos da construção de Tihuanaco não estão ligados por cimento. Ao separá-los, encontramos metal, usado para fixar as pedras.

O que é incrível neste lugar é que para locomover os objetos para suas construções, eles precisavam ter um aparelho portátil de fundição para manter o metal no estado líquido.” Dr. Neil Steede – Arqueólogo.

A ATLÂNTIDA NOS ANDES – Jim Allen, cartógrafo e interprete da Inteligência da Força Aérea da Inglaterra, autor de “Atlântida, a solução dos Andes”, combinando imagens de satélite com sistemas métricos, lançou uma teoria inédita sobre a localização da Atlântida. Buscando um lugar que tivesse uma superfície plana o suficiente e água em abundância, Jim identificou o altiplano da Bolívia, entre os lagos Titicaca e Poopó como o lugar onde seria mais provável a Atlântida ter existido. Jim Allen um pesquisador sobre os Andes apegou-se muito aos detalhes dos escritos de Platão (já que ele já foi um cartógrafo). Há vinte anos ele sustenta tese da Atlântida boliviana, tudo porque com uma foto de satélite ele achou uma fenda que corresponde às medidas de Platão, essa fenda tão precisa pode passar despercebida como uma fenda natural, mas é muito provável que tenha sido feita pelo homem. No seu ponto mais largo o canal tem quase 2 km de lado a lado. Essa foi a primeira pista que o levaria a crer que tinha achado o lendário império descrito por Platão. Platão disse que a Atlântida era um continente, no centro do qual, perto do mar, na metade do lado maior, existia uma planície retangular elevada acima do nível do mar (o altiplano boliviano – o planalto retangular mais alto do mundo). Para Allen, a América do Sul inteira era a Atlântida, e a região da Bolívia era o reino principal.

A meio caminho do lado mais longo, perto do mar, existia uma grande planície retangular acima do nível do mar. Era rodeada por montanhas, bem acima do nível do oceano. Tinha vulcões e era propensa a terremotos e enchentes. A montanha continha ouro, prata, cobre, estanho e uma liga natural de cobre e ouro chamada “orichalcum” (liga mineral, que não existe em nenhum outro lugar do mundo, só nos Andes, composta de cobre, ouro e estanho).

Objetos feitos com Orichalcum, encontrados na região da Bolívia.

Mas os argumentos de Allen são favorecidos por outra teoria: Nos outros países de língua não latina Atlântida se torna Atlantis (Platão a chama assim). Quando traduzida ela se torna Atl do Asteca significa “água” e a palavra Inca “Antis” significa cobre. Allen então deixa uma pergunta: “Como foi possível Platão citar 2 palavras sul americanas?” Platão disse que a terra de Atlântida era fértil, no continente inteiro existe muita variedade de comida; uma alta porcentagem de comidas no mundo vêm da América do Sul: milho, tomate, cacau, batatas, etc.

Quando chegaram ao México, os espanhóis foram informados que os astecas tinham vindo de uma terra no mar, chamada Aztlán. Os espanhóis se convenceram então de que os astecas eram descendentes de habitantes da Atlântida. O próprio nome asteca significa “povo de Az”, ou Aztlán (os astecas costumavam denominar-se Tenocha ou Nahua).

Mas existem cidades que foram descobertas ao longo dos séculos que podem ser provas da existência da Atlântida. Um exemplo disso seria as ruínas de uma cidade de um antigo império existente no Bolívia, Tiahuanaco. Esse antigo império era muito próspero, com uma sociedade muito desenvolvida. Encontra-se perto a alguns quilômetros das ruínas da cidade um grande canal que seria usado para navegação, para que navios pudessem ir a vários pontos do Império de Tiahuanaco. Segundo especialistas esse canal é semelhante ao descrito por Platão em seu livro sobre a Atlântida.

Há 10.000 anos existiam elefantes nas Américas, e Platão menciona elefantes na Atlântida.

Tihuanaco, na Bolívia, seria a cidade mais antiga do planeta? Existiram 10 reinos da Atlântida espalhados pelo mundo? Tihuanaco poderia ter sido um dos 10 reinos da Atlântida?

CRÍTICAS À TEORIA – O altiplano tem sido um ambiente agreste nos últimos 10 ou 15 milhões de anos e não há indícios de uma civilização próspera nesse local.

Se a Atlântida estava localizada no topo do altiplano, como ela se tornou uma civilização navegadora, capaz de seguir pelo Mediterrâneo e fazer guerra com os atenienses ? Cruzando o oceano em barcos de junto? (o único tipo de barco utilizado pelo antigo povo da região).

*****

Na Idade do Bronze no Mediterrâneo, a civilização etrusca não resistiu aos romanos, mesmo sendo detentora de carros e armas de bronze, desaparecendo. Esta cultura, habitante da Ligúria e cujo alfabeto ainda não foi decifrado, foi identificada por Platão como sendo uma colônia da Atlântida. Se realmente o foi, talvez nunca venhamos a saber.

CONCLUSÃO – Uma civilização eliminada e esquecida, muito antes dos primeiros registros históricos? É claro que ainda não existem provas conclusivas de que essa civilização perdida tenha sido tecnicamente avançada em algo mais além de astronomia, navegação e cartografia ou que as pessoas detinham segredos esotéricos que foram confiados às culturas emergentes do Egito e da Suméria. Mas é seguramente o bastante para estimularem uma reavaliação de que nossa visão consagrada da história.

A Atlântida abarcava muitas zonas, eis o problema. Era um império marítimo insular. Costa da Índia, zonas do Sul da América, Bahamas, Mediterrâneo e Espanha.

LITERATURA RECOMENDADA

  • As Digitais dos Deuses – Graham Hancock
  • As Marcas dos DeusesA Busca do Princípio e do Fim - Graham Hancock
Older posts Newer posts