Category: Arqueologia Ignorada (page 1 of 5)

Conheça os 10 maiores Impérios da África

A África é o berço da humanidade. Foi lá que evoluiu o homem moderno, que depois se espalhou pelo globo.

Centenas de pequenos reinos surgiram ao longo da história do continente, com alguns eventualmente se transformando em impérios poderosos. Estas vastas civilizações africanas cheias de riqueza e cultura são pouco conhecidas para a maioria de nós. Está na hora de mudar isso:

10. Império de Axum

civilizacoes africanas antigas 10
Enquanto uma revolução cristã estava ocorrendo na Europa, um poderoso reino surgiu no continente africano. Na atual Etiópia, o Império de Axum se tornou um dos maiores mercados do nordeste da África, com grande força naval.

Axum dominou a costa do Mar Vermelho até o século VII. Além de influenciar outras superpotências na África, Europa e Ásia, este império criou o Ge’ez, única língua escrita com um conjunto de sinais utilizados para representar fonemas original da África.

O império tinha uma multidão de visitantes estrangeiros. Um escritor persa saudou Axum como “uma das quatro maiores potências do mundo”. Ainda assim, pouco se sabe sobre esta impressionante civilização africana.

9. Império do Benin

civilizacoes africanas antigas 9
No que é hoje a Nigéria, o Império do Benin começou quando o povo Edo cortou árvores na floresta tropical do Oeste Africano. Por volta de 1400, o pequeno povoado se desenvolveu em um poderoso reino.

Com um gosto incomum para bronze nos seus palácios deslumbrantes, Benin também utilizava cobre em suas obras de arte, estátuas e placas que descrevem cenas de batalha sangrentas. Quanto à negociação, Benin encontrou sua riqueza no comércio com reinos africanos do norte devido à sua localização próxima ao rio Níger. No extremo sul do império ficava o Oceano Atlântico, o que permitiu que seus navios trocassem mercadorias com outros povos, tais como pedras de coral, pimenta e pele de leopardo.

A civilização chegou ao fim quando os britânicos invadiram a região, tomaram os recursos de Benin e queimaram o império até o chão.

8. Império do Gana


Na Gana antiga, assentada sobre uma imensa mina de ouro, havia um reino tão rico que até mesmo seus cães usavam colares feitos de metal precioso.

Com planejamento estratégico, líderes poderosos e uma abundância de recursos naturais, o Império do Gana tinha grande influência. Negociava com europeus e norte-africanos, importando livros, tecidos e cavalos em troca de ouro e marfim. Comerciantes árabes muitas vezes passavam meses tentando chegar ao reino para fazer negócios.

Se alguém fosse acusado de violar a lei no Gana, essa pessoa era forçada a beber uma mistura acre de madeira e água. Se vomitasse a mistura, era considerada inocente. Caso contrário, era considerada culpada e punida pelo rei.

Apesar de impedir muitas invasões, o império eventualmente entrou em colapso em 1240. Isolado do comércio e enfraquecido por seus rivais, Gana foi absorvido pelo crescimento do Império do Mali.

7. Império do Mali


O Império do Mali foi uma grande civilização africana que prosperou entre os séculos 13 e 16. Fundado por um homem chamado Sundiata Keita (também conhecido como Rei Leão), o império estava localizado na região do atual Oeste Africano.

Enquanto o Rei Leão foi um governante impressionante, o império floresceu mais sob o comando de Mansa Musa, que detém o título de homem mais rico da história. Sua fortuna era estimada em gritantes US$ 400 bilhões, um montante que envergonha até Bill Gates.

Musa criou Timbuktu, a capital do Mali, e principal centro de educação e cultura da África, permitindo que estudiosos de todo o continente aprendessem ali.

Como Benin, Mali foi bem-sucedida no comércio devido à sua localização junto ao rio Níger. No entanto, foi saqueado por invasores do Marrocos em 1593. Isso enfraqueceu o império, e Mali logo deixou de ser uma entidade política importante.

6. Cultura Nok

civilizacoes africanas antigas 6
Os primeiros vestígios dessa misteriosa civilização foram descobertos em 1928 por um grupo de mineiros de estanho nigerianos. Conforme os arqueólogos descobriram fragmentos de cerâmica, pinturas e ferramentas, ficaram chocados ao perceber quão avançada esta cultura previamente desconhecida era.

Durante sua existência, de 900 aC até 200 dC, a cultura Nok criou um complexo sistema judicial séculos antes dos modernos serem inventados. Usando várias classes diferentes de tribunais, eles tratavam de assuntos como roubo, assassinato, adultério e disputas familiares.

O povo Nok também foi o primeiro fabricante de estátuas de terracota em tamanho real. Suas obras representavam pessoas com cabeças longas, olhos amendoados e lábios separados.

Os Nok também eram avançados no manuseio de metais, forjando pequenas facas, pontas de lança e braceletes.

No ano 200, a população diminuiu rapidamente, sem motivo aparente. Fome, dependência excessiva de recursos e mudanças climáticas foram propostas como explicações para seu desaparecimento.

5. Reino de Cuche


Relativamente desconhecido fora da África, o Reino de Cuche ficava localizado no atual Sudão. Esta civilização era muito semelhante ao Egito e governava como os faraós. Eles também mumificavam seus mortos, construíram pirâmides como cemitérios e adoravam vários deuses.

No entanto, havia várias diferenças importantes entre as duas culturas. Ferro havia se tornado um grande recurso para os cuches, enquanto os egípcios ainda estavam descobrindo as maravilhas deste metal. As mulheres também desempenhavam um papel muito maior na sociedade Cuche – rainhas muitas vezes sucediam os reis. Na verdade, uma das maiores pirâmides do reino foi construído para honrar uma governante mulher.

Cuche era famoso por seus arqueiros, muitas vezes representados nas obras de arte. Teoriza-se que o reino tenha enfraquecido após ser invadido pelo povo de Axum e, em seguida, tomado por uma nova sociedade chamada de Grupo-X ou cultura Ballana.

4. Império Songai


O Império Songai ocupava milhares de quilômetros em grande parte da África Ocidental. Com duração de quase 800 anos, foi considerado um dos maiores impérios do mundo nos séculos 15 a 16.

Tal como acontecia com outras civilizações africanas, Songai derivava a maior parte de sua riqueza a partir da negociação com outros povos, assegurada por seu exército de 200.000 pessoas posicionadas ao longo de suas províncias.

Milhares de culturas estavam sob seu controle, mantidas juntas pela burocracia de um governo centralizado. Uma nova moeda também foi criada, o que permitiu que as diversas culturas se misturassem e unissem.

O tamanho deste império foi sua queda, com o seu enorme território se provando muito difícil de controlar. Songai passou por uma guerra civil e, lá pelo final do século 16, o império outrora poderoso se fraturou em pequenos reinos.

3. Reino de Punt

civilizacoes africanas antigas 3
Provavelmente localizado na atual Somália, o Reino de Punt foi considerado a “Atlantis” da África. Ao contrário da maioria das civilizações africanas, as pessoas desta “terra dos deuses” eram descritas como tendo tez vermelha escura e cabelos longos, e seus cidadãos viviam em cabanas de junco suspensas sobre palafitas acima da água.

O comércio entre Egito e Punt era comum, incluindo a primeira troca documentada de flora, quando a rainha Hatshepsut negociou árvores durante sua famosa expedição a Punt. Vários tipos de produtos eram trocados com Punt, de incenso a marfim a anões.

Embora a localização exata de Punt ainda seja debatida, o reino foi descrito como sendo exuberante e verde. Marinheiros supostamente podiam alcançá-lo viajando através do Mar Vermelho ou navegando o Nilo em pequenos barcos à vela.

Muitas pessoas acreditam que Punt tinha uma enorme influência sobre a cultura egípcia, da literatura à religião. Apesar disso, alguns historiadores questionam se Punt sequer existiu.

2. Império Zulu

civilizacoes africanas antigas 2
A ascensão do Império Zulu não teria acontecido sem uma pulada de cerca. O início do reino foi estimulado por Shaka Zulu, filho ilegítimo do chefe Senzanganoka. Após ter evitado várias tentativas de assassinato e disputas familiares sangrentas, Shaka se tornou chefe dos Zulus.

Usando suas inovadoras táticas militares, Shaka deixou o império rico e famoso, além de torná-lo uma das civilizações africanas mais temidas durante o período colonial. Ele treinou seus guerreiros tão bem que acabou derrotando a invasão britânica.

Depois de um período de poder e violência, por volta de 1900, os Zulus foram absorvidos pela Colônia do Cabo. Hoje, partes do império formam o país moderno da África do Sul.

1. Civilização cartaginesa

civilizacoes africanas antigas 1
Um assentamento fenício, a antiga cidade-estado de Cartago ficava localizada na atual Tunísia e cobria boa parte do Mediterrâneo. Sua colocação estratégica e abundância de comércio permitiram que fosse bastante rica.

A civilização cartaginesa era extremamente qualificada na elaboração de móveis, almofadas e colchões, e suas camas eram um luxo caro. Em um ponto da história, seus rivais romanos tentaram copiar seus designs sem sucesso.

Cartago também criou um intrincado sistema governamental, escreveu uma constituição e possuía uma extensa biblioteca. Infelizmente, a maioria de sua literatura foi destruída ou dada de presente aos reis da Numídia. Apenas um livro ainda existe – um manual sobre a técnica agrícola, traduzida para o grego.

Eventualmente, Cartago foi queimada e saqueada pela expansão do Império Romano. No entanto, a cidade-estado deixou uma marca indelével como um império comercial rico e uma força poderosa na África. [Listverse]

Cientistas descobrem que índios brasileiros tinham ascendência polinésia

botocudos

Análise de dois botocudos que viveram no Brasil antes do desembarque dos europeus revela que 100% dos genes deles eram de habitantes das ilhas no Oceano Pacífico

Ao contrário de outros animais, os humanos conseguiram ocupar quase todos os espaços terrestres em que a vida é viável. Como os ancestrais executaram isso, entretanto, é um tema que continua desafiando os estudiosos. Agora, uma equipe internacional de pesquisadores, entre eles brasileiros, achou indícios de uma parte intrigante desse capítulo: índios botocudos, distribuídos na Bahia, no Espírito Santo e em Minas Gerais, têm traços genéticos idênticos aos dos polinésios, que estão do outro lado do mundo, no Pacífico.

A descoberta traz um novo cenário à história da América pré-colombiana. Indica que Cristóvão Colombo pode não ter sido o grande descobridor do Novo Mundo, mas viajantes polinésios. Para chegar a essa conclusão, os pesquisadores analisaram crânios de dois índios botocudos — chamados Bot15 e Bot17 —, guardados no Museu Nacional do Rio de Janeiro desde o século 19. A análise genômica dos indivíduos que viveram em Minas Gerais mostrou que eles não tinham nenhum gene de outros nativos da América.

A pesquisa, cujos resultados foram publicados na revista Current Biology, é a continuação de uma investigação de 2013 conduzida pelo mesmo grupo. “O estudo anterior foi limitado a uma região muito pequena do genoma e, portanto, não podia excluir que os indivíduos tinham tanto a ascendência nativa americana quanto a polinésia. O novo trabalho examina todo o genoma desses indivíduos e, com isso, descobrimos que os dois têm 100% de ascendência polinésia”, conta Mark Stoneking, coautor e pesquisador do Departamento de Antropologia Evolutiva do Instituto Max Planck, na Alemanha.

Do Museu de História Natural da Dinamarca, Eske Willerslev, um dos autores principais, explica que a primeira fase do estudo mostrou que os índios tinham DNA mitocondrial — herdado da linhagem materna — polinésio. O segundo trabalho constatou que o genoma nuclear — aquele que codifica a maior parte do genoma — também tinha origem no pacífico. “Ou seja, o pai e a mãe desses indivíduos eram realmente polinésios, além dos ancestrais”.

Fonte: correiobraziliense

Já foi mostrado aqui no site que o povo da Ilha de Páscoa era originário da Polinésia, até existiam mitos sobre pessoas que vieram de barcos de uma terra sagrada, e para chegar as Américas eram preciso apenas alguns milhares de quilômetros a mais de remada, e pra um povo que já tinha atravessado um oceano inteiro realmente era possível.

Apenas os historiadores ainda divulgam a velha história da humanidade, dos seres humanos que nasceram na áfrica, mas ainda sabemos muito pouco sobre o movimento humano no planeta terra, indios atravessam mar para chegar na américa do sul, outros atravessam o gelo do Alaska para chegar na américa do norte, negros são descobertos na China, realmente é difícil imaginar o tanto que povos caminhavam.

As pedras do sol do Amapá – Stonehenge brasileira

No final do século XIX, o zoólogo suíço Emílio Goeldi fez uma expedição ao rio Cunani e encontrou grandes blocos de rocha que pareciam apontar para o céu em terras do atual norte do Amapá, uma área então em litígio entre o Brasil e a França. Ao longo das seis primeiras décadas do século passado, alguns pesquisadores de renome, como o alemão Curt Nimuendajú nos anos 1920 e os americanos Betty Meggers e Clifford Evans no final dos anos 1950, também avistaram essas construções humanas com os tais blocos de granito em alguns sítios arqueológicos. Pouca cerâmica associada aos locais dos megálitos, como são chamadas as grandes estruturas de pedra arranjadas ou construídas por mãos humanas, foi resgatada e ganhou corpo a interpretação de que, naquele pedaço quase perdido da Amazônia, apenas uma pequena população de algum povo pré-colombiano deve ter feito sua morada. Os sítios deveriam ter sido usados basicamente para fins cerimoniais. Depois disso, a região caiu num semiesquecimento para a ciência.

Até que, em 2005, um jovem casal de arqueólogos gaúchos, Mariana Petry Cabral e João Darcy de Moura Saldanha, deixou o Sul, se mudou para a capital amapaense e passou a se dedicar ao estudo de alguns 200 sítios pré-históricos do estado, dos quais uns 30 apresentam megálitos. Embora ainda haja muitas lacunas de conhecimento sobre a antiga cultura que talhou e ordenou os blocos de granito, alguns com até 2,5 metros de altura e 4 toneladas, a dupla de pesquisadores produziu uma série de novos dados sobre o contexto em que as estruturas foram erigidas. Pela primeira vez, o importante sítio do Rego Grande, dotado de vistosas pedras na posição vertical e situado em Calçoene, município distante 460 quilômetros ao norte de Macapá, foi alvo de uma datação por carbono 14, um dos métodos mais confiáveis. “Conseguimos realizar três datações de fragmentos de carvão encontrados dentro de poços funerários do Rego Grande”, diz Mariana, que, como Saldanha, trabalha no Instituto de Pesquisas Científicas e Tecnológicas do Estado do Amapá (Iepa). O local foi habitado há cerca de mil anos, dado que confirma as estimativas iniciais dos cientistas. Outros 10 sítios do Amapá, três deles com megálitos, também foram datados e todos parecem ter sido ocupados entre 700 e mil anos atrás.

Continue reading

Crânios Alongados de Paracas supostamente tem DNA não humano

Paracas é uma península desértica localizada no interior da província de Pisco , na Região Ica, na costa sul do Peru. É aqui que o arqueólogo peruano , Julio Tello , fez uma descoberta surpreendente em 1928, um cemitério enorme e elaborada contendo túmulos cheios com os restos de indivíduos com maiores crânios alongados encontrados em qualquer lugar do mundo.

Estes têm vindo a ser conhecido como o “Caveiras de Paracas ‘ . No total, Tello encontrou mais de 300 desses crânios alongados , que acredita -se que datam cerca de 3.000 anos.

Uma análise de DNA já foi realizado em um dos crânios e especialista Brien Foerster lançou informações preliminares sobre esses crânios enigmáticas . É bem conhecido que a maioria dos casos de alongamento do crânio é o resultado da deformação do crânio , achatamento da cabeça, ou de ligação , em que o crânio é intencionalmente deformada pela aplicação de força ao longo de um longo período de tempo.

Continue reading

Recorde: Achado DNA humano que tem 400 mil anos

A obra deste artista fornecida pelo Madrid filmes científicos em dezembro de 2013 mostra hominídeos Sima de los Huesos que se estima ter vivido cerca de 400.000 anos atrás, durante o Pleistoceno Médio. Os cientistas chegaram mais longe do que nunca para a ascendência do homem para recuperar e analisar DNA, com uma amostra de um osso de um lugar em Sima de los Huesos, Espanha. Até agora, a realização tem proporcionado mais perguntas do que respostas sobre a árvore genealógica humana. Os resultados foram apresentados on-line quarta-feira, 4 dezembro, 2013 na revista Nature por Matthias Meyer e seus colegas do Instituto Max Planck de Antropologia Evolucionária em Leipzig, na Alemanha, com os co-autores em Espanha e China. (AP Photo / Madrid filmes científicos, Kennis & Kennis)

NEW YORK (AP ) – Os cientistas chegaram mais longe do que nunca para a ascendência do homem para recuperar e analisar DNA, usando um osso encontrado na Espanha, que está estimada em 400 mil anos de idade. Até agora, a realização tem proporcionado mais perguntas do que respostas sobre nossos precursores antigos.

A façanha supera o recorde anterior era de cerca de 100.000 anos para que o material genético recuperado de membros da linha evolutiva humana. DNA mais antigo foi mapeada a partir de animais.

Especialistas disseram que o trabalho mostra que as novas técnicas para trabalhar com DNA antigo pode levar a mais descobertas sobre as origens humanas.

Os resultados foram apresentados on-line quarta-feira na revista Nature por Matthias Meyer e seus colegas do Instituto Max Planck de Antropologia Evolucionária em Leipzig , na Alemanha, com os co-autores em Espanha e China.

Continue reading

Pirâmide Gigante Descoberta Submersa em Portugal

Piramide-Açores

Uma descoberta incrível teria sido realizada por um velejador português, entre as ilhas Terceira e São Miguel, no arquipélago Açores. Em uma entrevista concedida à rede de televisão estatal portuguesa, RTP, Diocleciano Silva afirma ter descoberto uma enorme pirâmide submersa, com 60 metros de altura e 8 mil metros quadrados de base, quando fazia uma busca por navios de pesca. A identificação aconteceu pelo uso de aparelhos de navegação, e a estrutura foi detectada por leitura batimétrica. A partir dos relatos do velejador, o Governo Regional afirmou que o assunto está sendo investigado pela Marinha portuguesa. Na opinião de Diocleciano Silva, esta pirâmide não é uma estrutura natural, já que, segundo ele, o seu vértice está na orientação norte-sul, como acontece nas pirâmides de Gizé, no Egito. – fonte

piramide-portugal-history-channel

Veja o vídeo abaixo.

Continue reading

Uma Hipótese Inquietante

 

No mínimo, uma hipótese inquietante… no mínimo..

Nessa entrevista, o filósofo e pesquisador espiritualista Alberto Cabral discute a controversa teoria, defendida por alguns autores do meio ufológico, que a Terra vive em uma espécie de “tempo alternativo” do universo

Mohenjo Daro e as Teoria de Bombas Atômicas

Mohenjo Daro

 

“Mohenjo Daro é um sítio arqueológico que fica no Paquistão com mais de 4.000 anos que apresenta uma apaixonante interrogação. Antiga sede de uma civilização da qual se ignoram as causas do repentino desaparecimento, foi o local onde se adotou uma forma de escrita de tipo pictográfico, cujo significado nos é ainda desconhecido, e onde também se usavam roupas de algodão, as mais antigas já descobertas. Mohenjo Daro é um local onde não existem tumbas, mas é chamado de Colina dos Mortos e o lugar onde estão os esqueletos é extremamente radioativo.”  – wikipédia

Em Mohenjo Daro foi encontrado 37 Corpos achados de mãos dadas e em posições que possam sugerir uma morte repentina, eles estavam deitadas nas ruas, e dizem que os animais se negavam a mexer nos restos mortais, que incrivelmente estão bem preservados. Também é dito que um estudioso do local achou um epicentro para a possível explosão nuclear que aconteceu no local, que apresenta vetrificação, que seria quando uma pedra e derretida a uma temperatura absurda e quando volta a ficar sólida ela tem a aparência de vidro.

Continue reading

OVNI’s nas Pinturas?

O Sol e a Lua nas pinturas bizantinas inúmeras vezes são representados com características humanas, algumas vezes só o Rosto, e em outros é possível ver o corpo também.

Os dois astros estão geralmente mirando para a cruz, o que deveria representar que o Sol e a Lua estão testemunhando a morte de Jesus Cristo, ou também a vinda dos 3 dias de escuridão do solstício de inverno.

Muitos “teóricos” do Alienígena Ancestral falam que isso é obviamente um OVNI, realmente parece, mas qualquer estudo minimamente aprofundado sobre as pinturas já seria suficiente para quebrar essa percepção ignorante sobre representações simbólicas da Lua e do Sol.

Veja a imagem abaixo como exemplo.

Continue reading

Desmentindo a lenda da Lâmpada Egípcia

Na mitologia egípcia o começo do Universo acontece quando uma Flor de Lótus aparece, essa flor tem um comportamento singular, ela de noite fica submersa nas águas de um lago e volta a aparecer quando fica de dia, ou seja, quando o Sol aparece, e dela também criado o primeiro Deus, ATUM, o Deus primordial que cria o Sol e os astros, com frequência sendo simbolizado por uma cobra, o que claramente pode ser visto nos desenhos  das paredes dos templos egípcios.

Na cultura egípcia só existe um Deus supremo, Sendo ele supremo, eterno, imortal, onisciente, onipresente e onipotente, esse Deus na cultura egípcia é chamado de Neter, pois assim como a água que tem várias formas, o Deus supremo também tem, e Atum ao se juntar com o Sol se torna , o Deus que simboliza o Sol. Continue reading

Older posts