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Planeta 9 (Nibiru) pode ser culpado pela inclinação do sol (e de todo sistema solar)

 

O Planeta 9 é um planeta teorizado, mas ainda não descoberto, que estaria na borda do nosso sistema solar.

Ele foi previsto pela pesquisa de Konstantin Batygin e Mike Brown, do Instituto de Tecnologia da Califórnia, nos EUA, em janeiro deste ano.

Agora, um novo estudo liderado por Elizabeth Bailey, também do Instituto de Tecnologia da Califórnia, afirma que o planeta parece ser responsável pela inclinação incomum do sol.

Alinhamento

Segundo a pesquisa, o planeta grande e distante pode adicionar uma oscilação ao sistema solar, dando a aparência de que o sol está ligeiramente inclinado.

“Como o Planeta 9 é tão grande e tem uma órbita inclinada em comparação aos outros planetas, o sistema solar não tem escolha a não ser torcer lentamente para fora do alinhamento”, disse Bailey ao portal Science Daily.

Faz sentido

Todos os planetas do nosso sistema orbitam numa superfície plana em relação ao sol, mais ou menos dentro de alguns graus um do outro.

Esse plano, no entanto, gira a uma inclinação de seis graus em relação ao sol, dando a impressão de que o próprio sol está inclinado.

Até agora, ninguém tinha encontrado uma explicação convincente para tal efeito. A descoberta de Brown e Batygin das evidências de um nono planeta, cerca de 10 vezes maior que a Terra e com uma órbita cerca de 20 vezes mais distante do sol do que a de Netuno, muda tudo.

O Planeta 9 parece estar cerca de 30 graus fora do plano orbital dos outros planetas, influenciando a órbita de uma grande população de objetos no Cinturão de Kuiper, que é como Brown e Batygin começaram a suspeitar que um planeta existia lá em primeiro lugar.

“Ele continua a surpreender-nos. Cada vez que olhamos com cuidado, achamos que o Planeta 9 explica algo sobre o sistema solar que tinha sido por muito tempo um mistério”, Batygin afirmou ao Science Daily.

Momento angular

O momento angular do Planeta 9 tem um impacto desproporcional sobre o sistema solar com base em sua localização e tamanho. O momento angular de um planeta é igual à massa de um objeto multiplicada pela sua distância do sol, e corresponde a força que o planeta exerce sobre o giro do sistema global.

Como os outros planetas do sistema solar todos existem ao longo de uma superfície plana, o seu momento angular trabalha para manter tudo girando suavemente.

A órbita incomum do Planeta 9, no entanto, acrescenta uma oscilação a esse sistema. Matematicamente, dado o tamanho e distância hipotéticos do planeta, uma inclinação de seis graus se encaixa perfeitamente.

A próxima pergunta seria, então, como o Planeta 9 ganhou essa órbita incomum. Batygin sugere que o planeta pode ter sido ejetado das redondezas dos gigantes de gás por Júpiter, ou talvez tenha sido influenciado pela força gravitacional de outros corpos estelares no passado do sistema solar.

Por enquanto, Brown e Batygin continuam a vasculhar o céu a procura de sinais do Planeta 9 ao longo do caminho que eles previram em janeiro. Essa busca pode levar três anos ou mais. [ScienceDaily]

Dos astros que possuem água do Sistema Solar a Terra é um dos que menos tem

 

Crédito de imagem: Steve Vance; NASA/JPL-Caltech

Na próxima vez em que alguém lhe perguntar qual o maior oceano, aponte na direção de Júpiter.

Com os seus quase 1,4 bilhões de quilômetros cúbicos de água, o nosso planeta é praticamente um deserto em comparação com outras partes do sistema solar.

Europa – a lua de Júpiter, não o continente -, por exemplo, possui aproximadamente o tamanho da nossa Lua, mas provavelmente esconde um oceano subterrâneo com mais do que o dobro da água existente na Terra.Ganimedes, outro satélite de Júpiter, possui cerca de 39 vezes mais água do que o nosso planeta, apesar da maior parte estar em forma de gelo.

E os cientistas continuam encontrando água onde quer que olhem: em setembro, pesquisadores revelaram que Dione – uma das luas de Saturno – provavelmente também tem um oceano subterrâneo.

O Business Insider, junto do cientista Steve Vance, da NASA, construíram o seguinte gráfico, que relaciona o raio de alguns corpos do Sistema Solar e o raio que uma esfera contendo toda a água do corpo em questão teria.

A música mais antiga do mundo é mais bonita do que vocêimaginaria

O assentamento de Ugarit, no norte da Síria, permanecia inabitado desde a era Neolítica, em 6.000 a.C. Porém, no século XV a.C., ela foi transformada numa estratégica cidade portuária, estabelecendo importantes ligações comerciais com o Império Hitita, o Egito, e mesmo a longínqua Chipre. Essas conexões com outras cidades-Estado atingiram seu apogeu entre os anos de 1.450 a.C e 1.200 a.C., período de maior glória de Ugarit, fato que pode ser comprovado mediante as evidências arqueológicas da região. Ali foram erguidos grandes palácios, templos e bibliotecas, contendo placas de argila com escrita cuneiforme. Contudo, além desses vestígios, singulares nesse período, os pesquisadores também encontraram, no ano de 1950, uma placa contendo o trecho de uma partitura musical, composta na língua hurrita, que remete a pelo menos 3.400 anos, sendo, portanto, a mais antiga música do mundo já encontrada até então.

A compilação musical (encontrada sob a forma de um sistema de notação de músicas, gravada em tábuas de argila), é mais conhecida como as “canções hurritas”. Provavelmente, elas eram tocadas com uma lira contemporânea. A maior parte dessas séries musicais eram dedicadas à deusa de Ugarit, Nikkal, mais tarde também adotada com divindade no panteão fenício, protetora dos pomares e jardins. Destarte, uma equipe de especialistas foi capaz de traduzir a escrita cuneiforme das placas contendo as “canções hurritas”, recriando assim a melodia. Abaixo, segue uma versão mais moderna da mesma, baseada numa interpretação feita por Anne Draffkorn Kilmer, professora de Estudos Assírios na Universidade da Califórnia, em 1972.

Caso a versão acima não tenha lhe agradado, é possível conferir a mesma canção, tocada em lira. Os professores Anne Draffkorn Kilmer e Richard Crocker produziram uma variante da melodia, mais de acordo com a forma com que ela era originalmente tocada. O músico Michael Levy também produziu uma interpretação em lira, que pode ser escutada no player abaixo:

Fontes: Realm of HistoryWFMU / MentalFloss – Acesso em 01 de outubro de 2016.

Conheça os 10 maiores Impérios da África

A África é o berço da humanidade. Foi lá que evoluiu o homem moderno, que depois se espalhou pelo globo.

Centenas de pequenos reinos surgiram ao longo da história do continente, com alguns eventualmente se transformando em impérios poderosos. Estas vastas civilizações africanas cheias de riqueza e cultura são pouco conhecidas para a maioria de nós. Está na hora de mudar isso:

10. Império de Axum

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Enquanto uma revolução cristã estava ocorrendo na Europa, um poderoso reino surgiu no continente africano. Na atual Etiópia, o Império de Axum se tornou um dos maiores mercados do nordeste da África, com grande força naval.

Axum dominou a costa do Mar Vermelho até o século VII. Além de influenciar outras superpotências na África, Europa e Ásia, este império criou o Ge’ez, única língua escrita com um conjunto de sinais utilizados para representar fonemas original da África.

O império tinha uma multidão de visitantes estrangeiros. Um escritor persa saudou Axum como “uma das quatro maiores potências do mundo”. Ainda assim, pouco se sabe sobre esta impressionante civilização africana.

9. Império do Benin

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No que é hoje a Nigéria, o Império do Benin começou quando o povo Edo cortou árvores na floresta tropical do Oeste Africano. Por volta de 1400, o pequeno povoado se desenvolveu em um poderoso reino.

Com um gosto incomum para bronze nos seus palácios deslumbrantes, Benin também utilizava cobre em suas obras de arte, estátuas e placas que descrevem cenas de batalha sangrentas. Quanto à negociação, Benin encontrou sua riqueza no comércio com reinos africanos do norte devido à sua localização próxima ao rio Níger. No extremo sul do império ficava o Oceano Atlântico, o que permitiu que seus navios trocassem mercadorias com outros povos, tais como pedras de coral, pimenta e pele de leopardo.

A civilização chegou ao fim quando os britânicos invadiram a região, tomaram os recursos de Benin e queimaram o império até o chão.

8. Império do Gana


Na Gana antiga, assentada sobre uma imensa mina de ouro, havia um reino tão rico que até mesmo seus cães usavam colares feitos de metal precioso.

Com planejamento estratégico, líderes poderosos e uma abundância de recursos naturais, o Império do Gana tinha grande influência. Negociava com europeus e norte-africanos, importando livros, tecidos e cavalos em troca de ouro e marfim. Comerciantes árabes muitas vezes passavam meses tentando chegar ao reino para fazer negócios.

Se alguém fosse acusado de violar a lei no Gana, essa pessoa era forçada a beber uma mistura acre de madeira e água. Se vomitasse a mistura, era considerada inocente. Caso contrário, era considerada culpada e punida pelo rei.

Apesar de impedir muitas invasões, o império eventualmente entrou em colapso em 1240. Isolado do comércio e enfraquecido por seus rivais, Gana foi absorvido pelo crescimento do Império do Mali.

7. Império do Mali


O Império do Mali foi uma grande civilização africana que prosperou entre os séculos 13 e 16. Fundado por um homem chamado Sundiata Keita (também conhecido como Rei Leão), o império estava localizado na região do atual Oeste Africano.

Enquanto o Rei Leão foi um governante impressionante, o império floresceu mais sob o comando de Mansa Musa, que detém o título de homem mais rico da história. Sua fortuna era estimada em gritantes US$ 400 bilhões, um montante que envergonha até Bill Gates.

Musa criou Timbuktu, a capital do Mali, e principal centro de educação e cultura da África, permitindo que estudiosos de todo o continente aprendessem ali.

Como Benin, Mali foi bem-sucedida no comércio devido à sua localização junto ao rio Níger. No entanto, foi saqueado por invasores do Marrocos em 1593. Isso enfraqueceu o império, e Mali logo deixou de ser uma entidade política importante.

6. Cultura Nok

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Os primeiros vestígios dessa misteriosa civilização foram descobertos em 1928 por um grupo de mineiros de estanho nigerianos. Conforme os arqueólogos descobriram fragmentos de cerâmica, pinturas e ferramentas, ficaram chocados ao perceber quão avançada esta cultura previamente desconhecida era.

Durante sua existência, de 900 aC até 200 dC, a cultura Nok criou um complexo sistema judicial séculos antes dos modernos serem inventados. Usando várias classes diferentes de tribunais, eles tratavam de assuntos como roubo, assassinato, adultério e disputas familiares.

O povo Nok também foi o primeiro fabricante de estátuas de terracota em tamanho real. Suas obras representavam pessoas com cabeças longas, olhos amendoados e lábios separados.

Os Nok também eram avançados no manuseio de metais, forjando pequenas facas, pontas de lança e braceletes.

No ano 200, a população diminuiu rapidamente, sem motivo aparente. Fome, dependência excessiva de recursos e mudanças climáticas foram propostas como explicações para seu desaparecimento.

5. Reino de Cuche


Relativamente desconhecido fora da África, o Reino de Cuche ficava localizado no atual Sudão. Esta civilização era muito semelhante ao Egito e governava como os faraós. Eles também mumificavam seus mortos, construíram pirâmides como cemitérios e adoravam vários deuses.

No entanto, havia várias diferenças importantes entre as duas culturas. Ferro havia se tornado um grande recurso para os cuches, enquanto os egípcios ainda estavam descobrindo as maravilhas deste metal. As mulheres também desempenhavam um papel muito maior na sociedade Cuche – rainhas muitas vezes sucediam os reis. Na verdade, uma das maiores pirâmides do reino foi construído para honrar uma governante mulher.

Cuche era famoso por seus arqueiros, muitas vezes representados nas obras de arte. Teoriza-se que o reino tenha enfraquecido após ser invadido pelo povo de Axum e, em seguida, tomado por uma nova sociedade chamada de Grupo-X ou cultura Ballana.

4. Império Songai


O Império Songai ocupava milhares de quilômetros em grande parte da África Ocidental. Com duração de quase 800 anos, foi considerado um dos maiores impérios do mundo nos séculos 15 a 16.

Tal como acontecia com outras civilizações africanas, Songai derivava a maior parte de sua riqueza a partir da negociação com outros povos, assegurada por seu exército de 200.000 pessoas posicionadas ao longo de suas províncias.

Milhares de culturas estavam sob seu controle, mantidas juntas pela burocracia de um governo centralizado. Uma nova moeda também foi criada, o que permitiu que as diversas culturas se misturassem e unissem.

O tamanho deste império foi sua queda, com o seu enorme território se provando muito difícil de controlar. Songai passou por uma guerra civil e, lá pelo final do século 16, o império outrora poderoso se fraturou em pequenos reinos.

3. Reino de Punt

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Provavelmente localizado na atual Somália, o Reino de Punt foi considerado a “Atlantis” da África. Ao contrário da maioria das civilizações africanas, as pessoas desta “terra dos deuses” eram descritas como tendo tez vermelha escura e cabelos longos, e seus cidadãos viviam em cabanas de junco suspensas sobre palafitas acima da água.

O comércio entre Egito e Punt era comum, incluindo a primeira troca documentada de flora, quando a rainha Hatshepsut negociou árvores durante sua famosa expedição a Punt. Vários tipos de produtos eram trocados com Punt, de incenso a marfim a anões.

Embora a localização exata de Punt ainda seja debatida, o reino foi descrito como sendo exuberante e verde. Marinheiros supostamente podiam alcançá-lo viajando através do Mar Vermelho ou navegando o Nilo em pequenos barcos à vela.

Muitas pessoas acreditam que Punt tinha uma enorme influência sobre a cultura egípcia, da literatura à religião. Apesar disso, alguns historiadores questionam se Punt sequer existiu.

2. Império Zulu

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A ascensão do Império Zulu não teria acontecido sem uma pulada de cerca. O início do reino foi estimulado por Shaka Zulu, filho ilegítimo do chefe Senzanganoka. Após ter evitado várias tentativas de assassinato e disputas familiares sangrentas, Shaka se tornou chefe dos Zulus.

Usando suas inovadoras táticas militares, Shaka deixou o império rico e famoso, além de torná-lo uma das civilizações africanas mais temidas durante o período colonial. Ele treinou seus guerreiros tão bem que acabou derrotando a invasão britânica.

Depois de um período de poder e violência, por volta de 1900, os Zulus foram absorvidos pela Colônia do Cabo. Hoje, partes do império formam o país moderno da África do Sul.

1. Civilização cartaginesa

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Um assentamento fenício, a antiga cidade-estado de Cartago ficava localizada na atual Tunísia e cobria boa parte do Mediterrâneo. Sua colocação estratégica e abundância de comércio permitiram que fosse bastante rica.

A civilização cartaginesa era extremamente qualificada na elaboração de móveis, almofadas e colchões, e suas camas eram um luxo caro. Em um ponto da história, seus rivais romanos tentaram copiar seus designs sem sucesso.

Cartago também criou um intrincado sistema governamental, escreveu uma constituição e possuía uma extensa biblioteca. Infelizmente, a maioria de sua literatura foi destruída ou dada de presente aos reis da Numídia. Apenas um livro ainda existe – um manual sobre a técnica agrícola, traduzida para o grego.

Eventualmente, Cartago foi queimada e saqueada pela expansão do Império Romano. No entanto, a cidade-estado deixou uma marca indelével como um império comercial rico e uma força poderosa na África. [Listverse]

Cientistas descobrem que índios brasileiros tinham ascendência polinésia

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Análise de dois botocudos que viveram no Brasil antes do desembarque dos europeus revela que 100% dos genes deles eram de habitantes das ilhas no Oceano Pacífico

Ao contrário de outros animais, os humanos conseguiram ocupar quase todos os espaços terrestres em que a vida é viável. Como os ancestrais executaram isso, entretanto, é um tema que continua desafiando os estudiosos. Agora, uma equipe internacional de pesquisadores, entre eles brasileiros, achou indícios de uma parte intrigante desse capítulo: índios botocudos, distribuídos na Bahia, no Espírito Santo e em Minas Gerais, têm traços genéticos idênticos aos dos polinésios, que estão do outro lado do mundo, no Pacífico.

A descoberta traz um novo cenário à história da América pré-colombiana. Indica que Cristóvão Colombo pode não ter sido o grande descobridor do Novo Mundo, mas viajantes polinésios. Para chegar a essa conclusão, os pesquisadores analisaram crânios de dois índios botocudos — chamados Bot15 e Bot17 —, guardados no Museu Nacional do Rio de Janeiro desde o século 19. A análise genômica dos indivíduos que viveram em Minas Gerais mostrou que eles não tinham nenhum gene de outros nativos da América.

A pesquisa, cujos resultados foram publicados na revista Current Biology, é a continuação de uma investigação de 2013 conduzida pelo mesmo grupo. “O estudo anterior foi limitado a uma região muito pequena do genoma e, portanto, não podia excluir que os indivíduos tinham tanto a ascendência nativa americana quanto a polinésia. O novo trabalho examina todo o genoma desses indivíduos e, com isso, descobrimos que os dois têm 100% de ascendência polinésia”, conta Mark Stoneking, coautor e pesquisador do Departamento de Antropologia Evolutiva do Instituto Max Planck, na Alemanha.

Do Museu de História Natural da Dinamarca, Eske Willerslev, um dos autores principais, explica que a primeira fase do estudo mostrou que os índios tinham DNA mitocondrial — herdado da linhagem materna — polinésio. O segundo trabalho constatou que o genoma nuclear — aquele que codifica a maior parte do genoma — também tinha origem no pacífico. “Ou seja, o pai e a mãe desses indivíduos eram realmente polinésios, além dos ancestrais”.

Fonte: correiobraziliense

Já foi mostrado aqui no site que o povo da Ilha de Páscoa era originário da Polinésia, até existiam mitos sobre pessoas que vieram de barcos de uma terra sagrada, e para chegar as Américas eram preciso apenas alguns milhares de quilômetros a mais de remada, e pra um povo que já tinha atravessado um oceano inteiro realmente era possível.

Apenas os historiadores ainda divulgam a velha história da humanidade, dos seres humanos que nasceram na áfrica, mas ainda sabemos muito pouco sobre o movimento humano no planeta terra, indios atravessam mar para chegar na américa do sul, outros atravessam o gelo do Alaska para chegar na américa do norte, negros são descobertos na China, realmente é difícil imaginar o tanto que povos caminhavam.

As pedras do sol do Amapá – Stonehenge brasileira

No final do século XIX, o zoólogo suíço Emílio Goeldi fez uma expedição ao rio Cunani e encontrou grandes blocos de rocha que pareciam apontar para o céu em terras do atual norte do Amapá, uma área então em litígio entre o Brasil e a França. Ao longo das seis primeiras décadas do século passado, alguns pesquisadores de renome, como o alemão Curt Nimuendajú nos anos 1920 e os americanos Betty Meggers e Clifford Evans no final dos anos 1950, também avistaram essas construções humanas com os tais blocos de granito em alguns sítios arqueológicos. Pouca cerâmica associada aos locais dos megálitos, como são chamadas as grandes estruturas de pedra arranjadas ou construídas por mãos humanas, foi resgatada e ganhou corpo a interpretação de que, naquele pedaço quase perdido da Amazônia, apenas uma pequena população de algum povo pré-colombiano deve ter feito sua morada. Os sítios deveriam ter sido usados basicamente para fins cerimoniais. Depois disso, a região caiu num semiesquecimento para a ciência.

Até que, em 2005, um jovem casal de arqueólogos gaúchos, Mariana Petry Cabral e João Darcy de Moura Saldanha, deixou o Sul, se mudou para a capital amapaense e passou a se dedicar ao estudo de alguns 200 sítios pré-históricos do estado, dos quais uns 30 apresentam megálitos. Embora ainda haja muitas lacunas de conhecimento sobre a antiga cultura que talhou e ordenou os blocos de granito, alguns com até 2,5 metros de altura e 4 toneladas, a dupla de pesquisadores produziu uma série de novos dados sobre o contexto em que as estruturas foram erigidas. Pela primeira vez, o importante sítio do Rego Grande, dotado de vistosas pedras na posição vertical e situado em Calçoene, município distante 460 quilômetros ao norte de Macapá, foi alvo de uma datação por carbono 14, um dos métodos mais confiáveis. “Conseguimos realizar três datações de fragmentos de carvão encontrados dentro de poços funerários do Rego Grande”, diz Mariana, que, como Saldanha, trabalha no Instituto de Pesquisas Científicas e Tecnológicas do Estado do Amapá (Iepa). O local foi habitado há cerca de mil anos, dado que confirma as estimativas iniciais dos cientistas. Outros 10 sítios do Amapá, três deles com megálitos, também foram datados e todos parecem ter sido ocupados entre 700 e mil anos atrás.

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Nikola Tesla: Celebrando o Gênio

Certa vez perguntaram a Albert Einstein “Qual é a sensação de ser o homem mais inteligente a estar vivo? A resposta de Einstein foi “eu não sei, você tem de perguntar ao Nikola Tesla”.

Se isso dá uma clara noção de que tipo de pessoa Tesla foi, o fato só torna mais difícil entender como este Gênio, descobridor da corrente alternada, criador da hidrelétrica e do motor elétrico, do controle remoto, dos drones e do wi-fi. Nikola Tesla é um dos nomes mais importantes da história das invenções no mundo, e segue largamente desconhecido apesar de ter sido o criador de tecnologias tão importantes para a vida moderna.

Em 2014, diversos fatores devem colaborar para tornar o nome de Tesla mais conhecido para as novas gerações. Muitos eventos sobre suas invenções serão realizados no mundo todo, inclusive a grande Tesla Conference, na Sérvia, sua terra natal. Também um filme contando sua história tem lançamento programado para este ano.

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Diferente de outros inventores, Tesla não está na maioria dos currículos e livros escolares. E a razão para o “esquecimento” do gênio nascido na Sérvia está naquela que Tesla considerava que seria sua maior contribuição à humanidade: a energia livre. Tesla construiu uma torre nos Estados Unidos, com a qual estabeleceria uma linha de comunicação sem fio (wi-fi)  com a Europa, para a transmissão de mensagens e informação. Isso tudo, antes do inventor italiano Marconi ter realizado a transmissão Europa-EUA.  A torre de Tesla estava em construção; e neste ponto da história, Tesla já havia criado a corrente alternada, o motor elétrico e colocado em funcionamento o primeiro sistema hidrelétrico do mundo, nas cataratas de Niágara, na fronteira entre EUA e Canadá. Ou seja, não havia nenhuma razão para crer que a sua torre não seria perfeitamente bem sucedida.

O problema, na verdade, é que o funcionamento de sua torre seria “excessivamente” bem sucedido, na opinião dos financiadores do projeto: informações e mensagens, pelo projeto de Tesla, seriam transmitidos pelo ar, através de frequências elétricas. E junto com elas, naturalmente, seria transmitida energia elétrica. Livre de custo. Sem que se pudesse colocar um “medidor” para cobrar por ela.

Assim que entenderam que não poderiam cobrar pela energia, os financiadores do projeto imediatamente paralisaram as obras e ordenaram que fosse desmontada a torre. Todos os financiamentos e fundos foram retirados e Nikola Tesla não pôde realizar o seu maior sonho, fornecer energia livre para o desenvolvimento da humanidade.

A revista Galileu publicou em sua edição deste mês uma matéria com o titulo

Gênio redescoberto: Tesla fica pop [aqui: http://revistagalileu.globo.com/Revista/noticia/2014/03/genio-redescoberto-tesla-fica-pop.html ]

FIEC marca agenda

Entre os eventos programados para este ano, acontece em 19 de março em São Paulo o Forum Internacional de Energia e Consciência, [veja mais aqui: https://www.sympla.com.br/i-forum-internacional-de-energia-e-consciencia-o-despertar-tecnologico-para-a-transicao__17944 ] com a participação do Presidente do Nikola Tesla Institute de Brasília, o sérvio e sobrinho-neto de Nikola Tesla, Boris Petrovic.

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Boris Petrovic, Presidente do Nikola Tesla Institute de Brasília, o sérvio e sobrinho-neto de Nikola Tesla

Nikola Tesla Institute http://www.institutotesla.org/

Mais sobre Nikola Tesla: http://pt.wikipedia.org/wiki/Nikola_Tesla

O Cochilo do Sol talvez seja o Prelúdio de uma Pequena Era do Gelo

Imagem do sol | Notícias | The History Channel

Algo estranho se passa com o nosso Sol, um fenômeno que os cientistas admitem não entender completamente. Richard Harrison, diretor de física espacial do Laboratório Rutherford Appleton, em Oxfordshire, na Inglaterra, disse que “nos 30 anos em que tenho trabalhado como físico solar, eu nunca vi nada parecido”.

Mesma impressão tem a pesquisadora Lucie Verde, do Laboratório de Ciência Espacial, da University College London: “para mim e para muitos outros cientistas solares, isso nos tomou de surpresa”.   Mas o que será que está acontecendo? Será que o Sol está numa época de “cochilo”? De acordo com os pesquisadores, parece que ele realmente está dormindo, ou tirando uma soneca inesperada. O certo é que seu período atual de tranquilidade desafia qualquer cálculo. Faz 100 anos que nossa estrela não se mostra tão calma, o que é surpreendente, pois esperava-se que estivesse em uma intensa atividade, já que, teoricamente, atravessa o auge do seu ciclo de onze anos. Os pesquisadores esperavam flagrar labaredas gigantes e grandes erupções de massa coronal, porém nada disso está acontecendo. O nível de atividade do Sol continua a cair em alta velocidade, uma tranquilidade que provoca uma inquietação inversamente proporcional nos especialistas.

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Crânios Alongados de Paracas supostamente tem DNA não humano

Paracas é uma península desértica localizada no interior da província de Pisco , na Região Ica, na costa sul do Peru. É aqui que o arqueólogo peruano , Julio Tello , fez uma descoberta surpreendente em 1928, um cemitério enorme e elaborada contendo túmulos cheios com os restos de indivíduos com maiores crânios alongados encontrados em qualquer lugar do mundo.

Estes têm vindo a ser conhecido como o “Caveiras de Paracas ‘ . No total, Tello encontrou mais de 300 desses crânios alongados , que acredita -se que datam cerca de 3.000 anos.

Uma análise de DNA já foi realizado em um dos crânios e especialista Brien Foerster lançou informações preliminares sobre esses crânios enigmáticas . É bem conhecido que a maioria dos casos de alongamento do crânio é o resultado da deformação do crânio , achatamento da cabeça, ou de ligação , em que o crânio é intencionalmente deformada pela aplicação de força ao longo de um longo período de tempo.

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Os 10 Mandamentos da Humanidade

Trata-se de uma misteriosa escultura que lembra Stonehenge, erguida em 1979, na Georgia (EUA). Há mensagens escritas em oito idiomas (inglês, espanhol, hebraico, híndi, suaíli, chinês, árabe e russo. Erguidas de acordo com características astronômicas, cada pedra apresenta “10 mandamentos” para a humanidade São eles:

  • Manter a humanidade abaixo de 500 milhões num perpétuo equilíbrio com a natureza;
  • Controlar a reprodução de maneira sábia – aperfeiçoando as condições físicas e a diversidade;
  • Unir a humanidade com um novo idioma vigente;
  • Controlar a paixão – fé – tradição – e todas as coisas com razão moderada;
  • Proteger povos e nações com leis e cortes justas;
  • Permitir que todas as nações regulem-se internamente, resolvendo disputas externas em uma corte mundial;
  • Evitar leis insignificantes e governantes desnecessários;
  • Balancear direitos pessoais com deveres sociais;
  • Valorizar a verdade – beleza – amor procurando a harmonia com o infinito;
  • Não ser um câncer na Terra – Deixar espaço para a natureza.

Leia mais em http://misteriosdomundo.com/10-grandes-misterios-nao-solucionados#ixzz2rsqwTDcE

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