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É possível andar na linha sem o medo do Inferno ou de algum ser do além?

No zoroatrismo Deus e o mal estão em todos nós, independente de quem você seja.

Mas será que essa visão de maldade sem um ser, um inimigo agindo em nossas vidas é suficiente para nos colocar no caminho correto?

Acredito que sim.

Vemos o impacto negativo e positivo do ambiente nas pessoas, eu mesmo trabalhei na Bienal e era muito claro que de onde as pessoas vinham influenciavam tremendamente em sua educação e receptividade as novas ideias.

Educar os filhos é uma tarefa enorme, eu, por enquanto, só posso teorizar sobre isso, ainda não tenho filhos, mas estudo bastante a questão de comportamento, e posso apontar que é possível ser um ser moral/ético, tudo depende de como educamos eles moralmente, através de incentivo ou castigo?

Piaget, um dos maiores estudiosos de como o ser humano adquire conhecimento teorizou 3 fases da moral:

1- Anomia, seria o ser que não obedece as leis, que as evite e as infringe.

2- Heteronomia, seria o ser que aprendeu que certas coisas são erradas de fazer em uma sociedade, existe o socialmente aceitável, e ele deve aprender isso  se não haverá castigos ou punições. Muitas vezes o ser heteronomio faz algo considerado errado calculando o ganho dessa atitude com a punição. Esse tipo de visão pode gerar deliquentes.

3- a chamada Autonomia deveria vir na adolescência, mas a maioria das pessoas não entra nessa fase durante a vida toda. Essa fase o ser já teria as leis dentro de si, por exemplo não seria preciso uma multa para a pessoa andar na velocidade correta, ela faz a coisa certa, pois sabe o benefício que isso traz a sociedade, como são muitos europeus e americanos. Outro exemplo seria o metro não precisar de catraca para as pessoas pagarem.

A educação de uma sociedade nasce antes do berço e não tem aonde acabar.

Para se alcançar a autonomia é preciso recompensar as boas atitudes e não castigar as más como diria Piaget.

Sabendo como nossa moral se desenvolve é possível largar as velhas mitologias e dar um passo a frente, podemos criar novos contos, contos que façam sentido pra essa geração G (G de Gamer), pois caminharemos para um equilíbrio jamais visto na humanidade, talvez ainda nessa século.

Espero estar vivo até lá.

“Quando o homem é presa de suas emoções ele não é senhor de si mesmo, fica a mercê da sorte” – Spinosa

Venho estudando nos últimos anos bastante sobre emoções e como domá-las, ou pelo menos discipliná-las.

Hoje em dia a grande maioria é refém desse artifício mental criado para sobrevivência e convivência, não somos capazes de refletir sobre elas, quando alguém age de forma que ofende ou chateia os outros as pessoas muitas vezes deixam pra lá falando que essa pessoa sempre vai ser assim.

Não é verdade.

Vivendo numa sociedade e nos infatiliza, nos traz desejos que nos infatiliza, temos que ter tudo, ser melhor que todos, buscar o sucesso, mas que sucesso é esse, essa vida que nos vendem é boa pra quem, será que dá pra criar um modelo de sonho e ter certeza que vai deixar todo mundo feliz?

Dá pra criar, mas com certeza não encaixa em muita gente, vemos hoje em dia a depressão e ansiedade como as maiores doenças da atualidade.

A infantilização vem desde o que queremos até ao como nos sentimos na sociedade, no universo, somos eternamente incompletos, sempre em busca algo novo, e sempre há coisas novas.

Mas e quanto a nós mesmos, a parte interna?

Esquecemos que o equilibrio é o maior objetivo da vida.

Hoje em dia já sabemos que somos seres emocionais, mesmo as pessoas mais frias e calculistas, e não nos ensinaram nenhum dia das nossas vidas a como lidar com nossas emoções, com as emoções dos outros e com o humor também, que é uma emoção constante.

E isso cria atrito demais em nossas vidas, pois queremos sermos quem já somos e não nos adaptar aos outros, entender os outros, somos seres que tem empatia, mas é muito difícil ver ela nas situações de nossas vidas.

Saber que as coisas são transitórias seria um grande evitador de sofrimento, pois estamos acostumados a ter tudo a todo tempo, ou pelo menos a desejar tudo a todo tempo. A vida não é feita para se ter satisfação a todo instante e sim para  ter equilíbrio, e para ter equilíbrio é preciso domar o mar das emoções.

Nos perguntamos sempre como as pessoas antigamente eram felizes, a questão não era ser feliz, mas em como se achava amor nas coisas que se faziam.

Mas como amar algo que não tem as mesmas características que nós?

Ao domar nossas emoções, estar alerta ao que nos faz feliz, ao que nos irrita, aos outros poderemos ver que o que importa no final de tudo na vida é a sua evolução pessoal, não é atoa que existem milhares de coaches hoje em dia, as pessoas não estão conseguindo ser elas mesmas, estão sujeitas a crenças, emoções, gatilhos emocionais, e sequestros emocionais também, que são aqueles momentos nem lembramos de tanta raiva que passamos, perdemos o controle, falamos coisas que não queríamos e machucamos as pessoas que amamos, pelo simples fato de sermos reféns de nós mesmos.

É possível se libertar dessa prisão, só pelo fato de você ter vindo até aqui ler esse post mostra que você está disposto.

Para todo furacão primeiro uma borboleta bateu sua asa em algum lugar.

Comece a bater suas asas.

Como se conhecer melhor através do ENEAGRAMA – Faça o teste

Nesta  atividade,  você  fará  uma  primeira  tentativa  rumo  a  descoberta  do  seu  tipo  dominante.
Talvez  você  fique  em  duvida  entre  2  ou  3  tipos  –e  isso  é  normal.  Principalmente  por  termos  um  tipo  principal,  asa  em  outro  tipo  e  caminhos  de  interação  e  desintegração  que  consideram  outros  tipos.  A  ideia  é  que  essa  seja  uma  atividade  introdutória  reflexiva  para  te  suportar  nesta  busca    infindável  de  autoconhecimento.  É  muito  interessante  que  siga  procurando  saber mais  sobre  o  eneagrama  e  sobre  cada  um  dos  tipos.
Parte  1:  Descrições
Leia  a  rápida  descrição  de  cada  tipo e  procure  identificar  as duas  ou  três  com  as  quais  mais  se  identifica.  Lembre-se  que  aqui  estamos  apresentando  apenas  os  tracos  mais  marcantes  de cada  tipo.
É  importante  fazer  essa  análise  considerando  sua  tendência  geral  de  comportamento,  da  infância  aos  dias  de  hoje.  Como  o  eneagrama  é  uma  mandala  dinâmica,  as  vezes  estamos  em  um momento  de  maior  identificação  com  alguma  flecha,  asa,  ou  mesmo  percebendo  mais  o  nosso  instinto.  Por  isso,  é  importante  que  as  respostas  sejam  baseadas  no  comportamento  em  geral,  não  apenas  no  do  momento  presente.
O Primeiro tipo, ou Tipo 1, é  o Perfeccionista: Tipo idealista, seguidor de princípios. Éticas e conscienciosas, as pessoas do tipo 1 tem um senso muito claro do que é certo ou errado. Sempre lutam para melhorar as coisas, mas têm medo de errar. Organizadas e meticulosas, elas tentam viver conforme altos padrões, mas podem resvalar para a critica e o perfeccionismo. Costumam ter problemas com a impaciência e a raiva reprimida. Em seu aspecto mais positivo, quando se encontram na faixa saudáv el, essas pessoas são criteriosas, ponderadas, realistas e nobres, além de moralmente heroicas.
O  segundo  tipo,  ou  Tipo  2  é  o  Doador: Tipo  compreensivo,  voltado  para  o  lado  interpessoal.  As  pessoas  do  Tipo  2  são   amigáveis,  generosas,  empáticas,  sinceras  e  afetuosas,  mas  podem  ser  também   sentimentalistas  e  aduladoras,  esforçando-se  para  agradar  os  outros  a  qualquer   preço.  Sua  maior  motivação  é  chegar  perto  dos  demais,  e  por  isso,  muitas  vezes   tentam  tornar­‐se  necessárias.  Costumam  ter  dificuldade  em  cuidar  de  si  mesmas  e    reconhecer  suas  próprias  necessidades.  Em  seu  aspecto  mais  positivo,  quando  se   encontram  na  faixa  saudável,  são pessoas  altruístas  e  desprendidas  que  amam  a  si  mesmas  e  aos  demais  incondicionalmente.
O  Terceiro  Tipo,  ou  Tipo  3  é  o  Desempenhador:Tipo  adaptável,  movido  pelo  sucesso.  As  pessoas  do  Tipo  3  são  seguras  de  si,  atraentes  e  encantadoras.  Ambiciosas,  competentes  e  sempre  prontas  para  agir,  elas   podem  deixar­‐se  orientar  muito  também  pelo  status  e  pela  ideia  de  progredir  na  vida.  Muitas  vezes  preocupam­‐ se  com  a  própria  imagem  e  com  o  que  os  outros pensam  a  seu  respeito.  Seus  problemas  geralmente  são  a  paixão  excessiva pelo trabalho  e  a  competitividade.  Em  seu  aspecto  mais  positivo,  quando  se  encontram na  faixa  saudável,  são  pessoas  autenticas  que  se  aceitam  como  são  e  de  fato representam  tudo  aquilo  que  parecem  ser:  modelos  que  a  todos  inspiram.
O  Quarto  Tipo,  ou  Tipo 4  é  o  Romântico: Tipo sonhador ,  sensível  e  original. As  pessoas  do tipo  4  são  atentas  a  si  mesmas e e introspectivas.  São  emocionalmente  honestas  e  não  tem  medo e se  revelar como são,  mas  estão  sujeitas  a  flutuações  de  humor  e  inibições ,  suas  emoções  são intensas . Se  enxergam  como  diferente  dos  demais,  muitas  vezes  se  sentindo  não comprrendidas. Acreditam que  só  um  amor  ideal  ou  circunstâncias  perfeitas  podem fazê‐las se sentir em  amadas  e  completas.  Elas  tê m  a  impressão  constante  de  que falta  alguma  coisa em  suas vidas  para  que sejam felizes,  sua  atenção  tende  a  se voltar  para  as  coisas  perdidas  ou  distantes. Em  seu  aspecto  mais  positivo,  são pessoas  muito  criativas  e  inspiradas,  capaz  de  renovar‐se  e transformar  as  próprias experiências. Podem, por  vezes, se  tornar em  excessivamente  dramáticas  ou depressivas .
O  Quinto  Tipo,  ou  Tipo  5  é  o  Observador: Tipo  concentrado,  cerebral.  As  pessoas  do  Tipo  5  são  alertas,  perspicazes  e  curiosas. Conseguem  abstrair-se  de  tudo  e  concentrar-se  no  cultivo  de  ideias  e  dons dos  mais complexos.  Independentes  e  inovadores,  quando  excessivamente  dedicadas  a  seus pensamentos  e  constructos  imaginários,  podem  mostrar­‐se  distantes  e  irritadiças. Em  geral,  seus  maiores  problemas  são  o  isolamento  a  excentricidade  e  o  niilismo.  Em seu aspecto  mais  positivo,  as  pessoas  do  Tipo  5  são  como  pioneiros  e  visionários  que vivem  adiante  do  seu  tempo  e  veem  o  mundo  de  uma  forma  inteiramente  nova.
O  Sexto  Tipo,  ou  Tipo  6  é  o  Cético  Leal: Tipo  dedicado,  que  valoriza  a  segurança.  As  pessoas  do Tipo  6  são  esforçadas, responsáveis  e  dignas  de  confiança,  mas  podem  ser  defensivas,  evasivas  e  muito ansiosas,  estressando­‐se  só  de  reclamar  do  stress.  Costumam  ser  indecisas  e cautelosas,  mas  podem  mostrar ‐se  reativas,  desafiadoras  e  rebeldes.  Seus problemas  mais  comuns  são  a  insegurança  e  a  desconfiança.  Em  seu  aspecto  mais positivo  as  pessoas  desse  tipo  são  dotadas  de  muita  estabilidade e  autoconfiança, defendendo  corajosamente  os  mais  necessitados.
O  Sétimo  Tipo,  ou  Tipo  7  é  o  Entusiasta:Tipo  produtivo,  sempre  ocupado.  As  pessoas  do  Tipo  7  são  versáteis,  espontâneas, otimistas.  Praticas,  brincalhonas  e  joviais,  podem  mostrar­‐se também  dispersivas  e pouco  disciplinadas,  tendendo  a  assumir  mais  responsabilidades  do  que  poderiam dar  conta.  Sua  eterna  busca  de  novas  emoções  pode  leva­‐las  a  não  terminarem  o que começaram,  exaustas  pelo  excesso  de  atividades.  Seus  maiores  problemas  são geralmente  a  superficialidade  e  a  impulsividade.  Em  seu  aspecto  mais  positivo,  as pessoas  do  Tipo  7  mostram­‐se  capazes  de concentrar­‐se  em  metas  louváveis, realizando­‐se  e  tornando ­‐se  cheias  de  alegria  e  gratidão.
O  Oitavo  Tipo,  ou  Tipo  8  é  o  Patrão:Tipo  forte  e  dominador.  As  pessoas  pertencentes  ao  Tipo  8  são  seguras  de  si,  firmes e  assertivas.  Protetoras,  talentosas  e  decididas,  podem  também  ser orgulhosas  e dominadoras.  Por  achar  que  precisam  controlar  o  meio  em  que  vivem,  as  pessoas desse  tipo  mostram­‐se  muitas  vezes  contenciosas  e  intimidadoras.  Seu  maior problema  é  a  dificuldade  de  compartilhar  a  intimidade.  Em  seu    aspecto  mais positivo,  as  pessoas  desse  tipo  são  mestras  em  autodomínio usam  sua  força  paramelhorar  avida  dos  outros,  mostrando­‐se heroicas,  magnânimas  e  às  vezes, deixando  sua  marca  na  História.
O  Nono  Tipo  ou  Tipo  9  é  o  Mediador:Tipo  descomplicado,  de fácil  convivência.  As  pessoas  desse  tipo  são  constantes, crédulas  e  receptivas.  Têm  bom  gênio,  bom  coração  e  são  fáceis  de contentar,  mas podem  ir  longe  demais  na  disposição  de  ceder  para  manter  a  paz.  Em  sua  ânsia  de evitar  conflito,  podem  exagerar  na  complacência,  minimizando  todos  os  entrave  que surgirem.  Seus  maiores  problemas  são  a  passividade  e    a  teimosia.  Em  seu  aspecto mais  positivo,  as  pessoas  do  Tipo  9  são  insaciáveis  em  sua  dedicação  a  aproximar  os demais  e  resolver  mal­‐entendidos.
Parte  2:  Teste
CTA  Riso
-­‐
Hudson  (Classificação  Tipológica  Segundo  a  Atitude)
Selecione    os  dois  ou  três  tipos  com  os  quais  se  identificou  na  Parte  I  e  busque  identificar  o  seu  tipo
classificando  as  afirmações    abaixo  conforme  sua    aplicabilidade  com  base  na  seguinte  escala:
1-­‐Nunca  é  verdadeira
2-­‐Raramente  é  verdadeira
3-­‐Em    parte  é  verdadeira
4-­‐Geralmente  é  verdadeira
5–Sempre  é  verdadeira
Tipo 1:O Perfeccionista
1)A  maioria  das  pessoas  me  vê  como  alguém  sério  e  sensato e,  no  fim  das contas,  creio  que  sou  assim  mesmo.
2)Sempre  procurei  ser  honesto  e  objetivo com  relação  a  mim  mesmo  e  estou decidido  a  seguir  minha  consciência,  não  importa  a  que  preço.
3)Embora  eu  possa  ter  um  lado  desregrado,  de  modo  geral  ele  nunca  foi  atônica  de  meu  estilo.
4) Parece  que  há  um  juiz  dentro  de  minha  mente:  às  vezes  ele  é  ponderado e sábio,  mas  em  muitas  ocasiões  é  simplesmente  rígido  e  severo.
5)Acho  que  paguei  um  preço  muito  alto  por  tentar  ser  perfeito.
6)Gosto  de  rir  como  qualquer  pessoa­‐deveria  rir  mais!
7)Meus  princípios  e  ideais  inspiram­‐me  a  realizações  maiores  e  dão  sentido  e valor  à  minha  vida.
8)Não  entendo  como  tanta  gente  tem  padrões  tão  lassos.
9)As  coisas  dependem  tanto  de  mim  para  ser  feitas  que  tenho  de  ser  mais organizado  e  metódico  que  todo  mundo.
10)Tenho  a  impressão  de  possuir  uma  missão,  talvez  até  uma  vocação    para algo mais  sublime,  e  acho  que  posso  atingir  alguma  coisa  extraordinária  na  vida.
11)Detesto  erros  e,  por  isso,  geralmente  sou  extremamente  rigoroso  para certificar­‐me  de  que  as  coisas  estão  sendo  feitas  como  devem.
12)Em  poucas  palavras,  há  muito  tempo  venho  acreditando  que  o  certo  é  certo e  o  errado  é  errado.
13)Pra  mim  é  difícil  contentar­‐me  com  as  coisas  do  jeito  que  são;  não  tenho medo  que  piorem  com  minha  interferência.
14)Tenho  sobre  os  ombros  muitas  responsabilidades;  Deus  sabe  o  que aconteceria  se  não  estivesse  à  altura  das  expectativas.
15)Manter  a  elegância  e  a  natureza  mesmo  sob  pressão  é  algo  que  sempre  me comove.
Tipo  2:  O  Doador
1)Meu  interesse  pelas  pessoas  leva­‐me  a  envolver­‐me  profundamente  com elas, com  seus  sonhos,  esperanças  e  necessidades.
2)Para  mim,ser  agradável  é  natural:  puxo  conversa  facilmente  e  chamo  todo mundo  pelo  nome.
3)Descobri  que  as  pessoas  reagem  com  afeto  quando  lhes  dou  atenção  e incentivo.
4) Não  posso  ver  um  cachorro  sem  dono  que  já  quero  levar  pra  casa.
5)O  fato  de  ser  uma  pessoa  atenciosa  e  generosa  me  faz  sentir  bem.
6)Não  sou  de  alegar  o  bem  que  faço  às  pessoas,  mas  fico  muito  chateado  seelas  não  reconhecerem  ou  não  se  importarem  com  isso.
7)É  verdade  que  muitas  vezes  faço  mais  pelos  outros  do  que  deveria, dou demais  e  não  penso  muito em  mim  mesmo.
8)Quase  sempre  me  vejo  tentando  conquistar  as  pessoas,  especialmente  se,  a principio,  elas  parecem  indiferentes.
 9)Quando  a  gente  para  pra  pensar,  vê  que  não  há  nada  mais  estranho  que  o assim  chamado  comportamento  normal.
10)Geralmente  passo  um  bom  tempo  polindo  os  projetos  em  que  me  envolvo.
11)Há  tanta  gente  tão  ignorante  que  é  incrível  que  alguma  coisa  ainda  consiga dar  certo!
12)Sei  muito  sobre  uma  série  de  coisas  e,  em  algumas  áreas,  considero­‐me  umexpert.
13)Sou  muito  curioso  e  gosto  de  investigar  o  porquê  das  coisas mesmo  as mais  óbvias  deixam  de  sê­‐lo  quando  você  realmente  para  pra  analisá­‐las.
14)Minha  mente  trabalha  tanto  que  às  vezes  acho  que  está  pegando  fogo.
15)Muitas  vezes  perco  a  noção  do  tempo,  pois  estou  sempre  muito concentrado  no  que  faço.
Tipo  6:  O  Cético  Leal
1) Sinto-me atraído pela autoridade e, ao mesmo tempo, descrente dela.
2) Sou muito afetivo, apesar de quase nunca demonstrar o que sinto – a não ser para os mais íntimos e, mesmo assim, nem sempre
3) Se cometo um erro, tenho medo que todos pulem na minha garganta.
4) Sinto-me mais seguro fazendo o que se espera de mim que trabalhando por conta própria
5) Posso não concordar sempre com as regras – e nem sempre segui-las – mas quero saber em que consistem!
6) A primeira impressão que as pessoas me causam geralmente é muito forte e difícil de mudar.
7) As poucas pessoas a quem admiro são para mim meus heróis.
8) Não gosto de tomar decisões importantes, mas tampouco quero que alguém as toma por mim!
9) Algumas pessoas consideram-me nervoso e irrequieto – mas não sabem da missa a metade!
10) Sei o quanto eu posso estragar as coisas, portanto, suspeitar do que os outros estão “aprontando” tem muito sentido pra mim.
11) Quero confiar nas pessoas, mas muitas vezes vejo-me questionando suas intenções.
12) Sou de trabalhar duro: vou batalhando até fazer o que tem que ser feito.
13) Sondo a opinião daqueles em que confio antes de tomar uma grande decisão.
14) É realmente curioso: sou muitas vezes cético, até cínico, em relação a muitas coisas e, de repente, mudo e começo a acreditar completamente em tudo.
15) Meu sobrenome deveria ser Ansiedade.
Tipo  7:    O  Entusiasta
1) Adoro viajar e descobrir diferentes tipos de pratos, de pessoas, de experiências – todo o fantástico turbilhão da vida.
2) Minha agenda normalmente é cheia e eu gosto que seja assim: não quero que a grama cresça debaixo dos meus pés.
3) Pra mim o que importa é a emoção e a variedade, mais do que o conforto e a segurança – que eu, alias, não desprezo quando encontro.
4) Minha mente está sempre tagarelando – às vezes parece que penso 10 coisas de uma vez!
5) Se tem uma coisa que não suporto é entediarme – procuro dar um jeito de não me aborrecer nunca.
6) Sou de entrar de cabeça nos relacionamentos – mas quando acabam, acabam.
7) Sou curioso e aventureiro – geralmente sou o primeiro a experimentar coisas novas e interessantes.
8) Quando já não gosto de fazer alguma coisa,, eu paro de fazê-la.
9) Não sou só uma pessoa divertida: tenho um lado sério, até sombrio, só que não gosto de mexer muito com ele.
10) Sou bom no geral, mas não tanto nos pequenos detalhes: gosto mais de pensar para chegar a novas ideias que me envolver com sua execução.
11) Quando realmente quero uma coisa, quase sempre descubro um jeito de consegui-la.
12) De vez em quando entro em baixo astral, mas sempre saio logo dele.
13) Um de meus maiores problemas é que sou muito distraído e às vezes me disperso demais.
14) Tenho tendência a gastar mais do que deveria.
15) Acho ótimo estar com as pessoas – contanto que elas queiram ir aonde eu quero.
Tipo  8:    O  Patrão
1) Sou extremamente independente e não gosto de precisar de ninguém para as coisas realmente importantes.
2) Sou da opinião de que “é preciso quebrar alguns ovos quando se quer fazer um omelete”.
3) Quando gosto das pessoas, geralmente penso nelas como “minha gente”, e acho que devo estar atento aos seus interesses.
4) Sei como conseguir as coisas – sei como recompensar e como pressionar as pessoas para que façam o que precisa ser feito.
5) Não tenho muita simpatia pelos fracos e vacilantes – a fraqueza sempre é um convite aos problemas.
6) Sou muito determinado e não sou de recuar nem desistir facilmente.
7) Nada me deixa mais orgulhoso que ver alguém que acolhi sob minha asa conseguir vencer sozinho.
8) Tenho um lado terno, até um pouco sentimental, que demonstro para muito pouca gente.
9) As pessoas que me conhecem apreciam o fato de eu ser objetivo e dizer exatamente o que penso.
10) Tive de trabalhar muito para conseguir tudo que tenho – acho que batalhar é muito bom porque nos dá resistência e nos faz ter certeza do que queremos.
11) Vejo-me como um desafiador, alguém que faz as pessoas abandonarem a comodidade para dar o melhor de si.
12) Meu senso de humor é direto, às vezes até um pouco rude, embora eu ache que a maioria das pessoas é demasiado pudica e suscetível.
13) Meus acessos de raiva são monumentais, mas logo se dissipam.
14) Sinto-me mais vivo quando faço o que os outros julgam impossível: gosto de ir até o limite e ver se consigo desafiar as probabilidades.
15) A corda sempre tem de estourar de um lado – e eu não quero que seja o meu.
Tipo  9:    O  Mediador
1) O que as pessoas gostam em mim é a sensação de segurança que lhes transmito.
2) Não me incomodo de estar com as pessoas nem de estear só – para mim, tanto faz, contanto que esteja em paz comigo mesmo.
3) Encontrei um certo equilíbrio na vida e não vejo razão para perturbá-lo.
4) Estar “à vontade”, em todos os sentidos da expressão, é algo que me agrada muito.
5) Prefiro concordar que criar uma cena.
6) Não sei exatamente como, mas não deixo que as coisas me atinjam.
7) Sou uma pessoa fácil de agradar e geralmente me contento com o que tenho.
8) Já me disseram que sou distraído e alheio às coisas – o fato é que eu as entendo, mas simplesmente não quero reagir.
9) Não me acho particularmente obstinado, mas as pessoas dizem que eu às vezes sou teimoso quando tomo uma decisão.
10) A maioria das pessoas parece excitar-se muito fácil; eu sou muito mais estável.
11) É preciso aceitar o que a vida nos dá, afinal, não há mesmo o que fazer!
12) Sou capaz de entender diferentes pontos de vista e geralmente concordo com as pessoas mais que discordo delas.
13) Acredito que se devem realçar os fatores positivos, em vez de ficar martelando os negativos.
14) Tenho uma espécie de filosofia de vida que me orienta e conforta muito em épocas difíceis.
15) Durante o dia, faço tudo que precisa ser feito, mas quando o dia acaba, eu relaxo mesmo.
Some  os  pontos  das  quinze  afirmações  para  o(s)  tipo(s)  que  você  buscou
confirmação.
O  resultado  estará  entre  15  e  75.  As  instruções  a  seguir  o  ajudarão  a descobrir  ou  confirmar  seu  tipo  de  personalidade.
15  a  30
Você  provavelmente  não  pertence  ao  Tipo  …
30  a  45
É  muito  provável  que  você  tenha  problemas  comuns  ao  Tipo…  ou  que  um
de  seus  pais  seja Tipo  …
45  a  60
É    muito  provável  que  você  tenha  algum  componente  do  Tipo  …
60  a  75
É  muito  provável  que  você  pertença  ao  Tipo  ….
Parte  3:
Questionário  Riso­‐Hudson–O  Teste  Classificatório  Rápido  de Eneagrama
Selecione  o  parágrafo  com  o  qual  mais  se  identifica  em  cada  um  dos  grupos.
Não  é  preciso  concordar  inteiramente  com  cada  afirmativa  do  parágrafo
escolhido.  É  preciso  que  você  concorde  com  o  tom  geral  e  com  a  filosofia
Não  rejeite  o  parágrafo  por  causa  de
uma  palavra  ou  frase
Não  analise  excessivamente  suas  escolhas
GRUPO  I
A.
Até  hoje,  tendi  a  ser  bastante  independente  e  assertivo:  para  mim,  a  vida
funciona  melhor  quando  você  encara  e  frente.  Defino  minhas  próprias  metas,
envolvo­‐me  com  as  coisa  e  quero  fazê­‐las  acontecer.  Não  gosto  e  ficar  de  braços cruzados–quero  realizar  grandes  coisas  e  causar  impacto.  Não  ando  em  busca  de confrontos,  mas  também não  deixo  que  ninguém  me  pressione.  Na  maioria  das vezes,  sei  o  que  quero  e  procuro  consegui­‐lo.  Geralmente entro  de  cabeça  tanto  no trabalho  quanto  na  diversão.
B.
Até    hoje,  tenho  sido  uma  pessoa  tranquila  e  estou  acostumado  a  “me  virar” sozinho.  Em  sociedade  não  chamo    atenção,  e  é  raro  que  eu  me  imponha  a  qualquer custo.  Não  me  sinto  à vontade  em  posições  de liderança  nem  em  competições,  como tanta  gente.  É  provável  que  me  julguem  um  tanto  sonhador é  na  imaginação  que se  alimenta  boa  parte  da  emoção  que  sinto. Não  me  incomodo  se  não  tiver  ativo  o tempo  inteiro.
C.
Até  hoje,  tenho  sido  extremamente  responsável e  dedicado.  Pra  mim  é terrível  não  poder  honrar  meus  compromissos  ou  colocar ­‐me  à  altura  das expectativas.  Quero  que  as  pessoas  saibam que  desejo  ajudá­‐las  e  fazer  o  que acredito  ser  melhor  pra  elas.  Já  fiz  grandes  sacrifícios  para  o  bem  dos  outros, estivessem  eles  sabendo  ou  não.  Muitas  vezes  esqueço  de  mim  mesmo,  faço  o  que tenho  que  fazer  e  depois–se  sobrar  tempo–relaxo  (e  faço  o  que  realmente  queria).
GRUPO  II
X.
Sou  uma  pessoa  que  geralmente  procura  ter  uma  visão  positiva  e  achar  que as  coisas correrão  da  melhor  forma  possível.  Sempre  encontro  alguma  coisa  que  me  entusiasme  e  atividades diferentes  com  que  me  ocupar.  Gosto  de  companhia  e  de ajudar  os  outros  a  serem  felizes.–gosto  de  compartilhar  o  bem-­‐estar  que  sinto.(Nem  sempre  estou  tão  bem, mas  tento  não  deixar transparecer!)  Porém,  para manter  essa  visão  positiva  ,  as  vezes  tive  que  adiar  demais  a  solução  de  alguns problemas  pessoais.
Y.
Sou  uma  pessoa  que  não  esconde  o  que  sente–todo  mundo  sabe  quando  não gosto  de  alguma  coisa.  Posso  ser  reservado,  mas  no  fundo  sou  mais  sensível  do  que deixo  transparecer.  Quero  saber  como  as  pessoas  me  julgam  e  com  quem  ou  o  que eu  posso  contar–minha  opinião  sobre  elas  quase  sempre  é  bem  clara.  Quando alguma  coisa  me  aborrece,  quero  que  os  outros reajam  e se  afetem  tanto  quanto  eu. Sei  quais  são  as  regras,  mas  não  gosto  que  ninguém  me  diga  o  que  fazer.  Quero decidir  por  mim  mesmo.
Z.
Sou  uma  pessoa  lógica  e  autocontrolada–não  fico  à  vontade  com  os sentimentos.  Sou  competente–até  perfeccionista–e  prefiro  trabalhar  sozinho. Quando  surgem  conflitos  ou  problemas pessoais,  procuro  não  envolver  meus sentimentos.  Há  quem  me  considere  muito  frio  e  distante,  mas  não  quero  que minhas  reações  emocionais  me  afastem  do  que  realmente  me  importa. Geralmente não  demonstro  minhas  reações  quando  alguém  me  “incomoda”. Na  tabela  abaixo  você  terá  o  tipo  resultante  do  cruzamento  dos  parágrafos  que escolheu.
Parte  4:  Juntando  tudo
Pegue  o  resultado  do  teste  da  Parte  III  e  da  Parte  II  e  releia  as  descrições  dos  tipos
deles  resultantes.  Reflita  sobre  qual  o  tipo  que  você  mais  se  identifica  considerando
todas estas  reflexões.
Caso  siga  com  dúvidas,  é  muito  interessante  que  busque aprofundar  seu  conhecimento  sobre  os  tipos  através  de  livros,  cursos  e  até informações  na  internet.

Existem maneiras melhores de educar seu filho sem ser com a Bronca, conheça algumas

ANGRY CHILD

Seu filho pode ser alguém que demora para ficar furioso ou pode explodir como bombinha de festa junina diante da menor provocação. De um jeito ou de outro, toda criança e todo adolescente pode se beneficiar se aprender a controlar sua raiva. Nós, como pais, deitamos as bases para essa habilidade quando controlamos nossas próprias emoções quando nos confrontamos com uma explosão de raiva.

Da próxima vez que você enfrentar uma criancinha pequena tendo um acesso de raiva ou que seu filho adolescente lhe der um “gelo”, fazendo de conta que você não existe, experimente usar uma destas 26 frases:

1. Em vez de: Pare de jogar coisas por aí!

Experimente falar: Quando você joga seus brinquedos, fico achando que você não gosta de brincar com eles. É isso que está acontecendo?

Esta técnica de pessoa que fala/pessoa que ouve visa ajudar seu filho a transmitir seus sentimentos de uma maneira não hostil. Isso mantém o canal de comunicação entre você e ele aberto e ensina seu filho a expressar uma situação do modo como você a enxerga, o que, por sua vez, lhe dá a oportunidade de reformular os acontecimentos sob o ponto de vista dele.

2. Em vez de: Menino (ou menina) grande não faz isso!

Experimente falar: Crianças grandes e até adultos às vezes têm sentimentos grandes. Tudo bem, esses sentimentos vão passar.

Sejamos francos. Quanto mais seus filhos crescem, maiores são os problemas que eles encaram e maiores os seus sentimentos. Dizer a seu filho que criança grande não sente raiva, frustração ou ansiedade simplesmente não é verdade. Além disso, incentiva a criança a evitar ou sufocar emoções, não permitindo que as processem de maneira saudável.

3. Em vez de: Nem ouse bater!
Experimente falar: Tudo bem você ficar com raiva, mas não vou deixar você bater. Precisamos garantir a segurança de todo mundo.

Assim você transmite a mensagem de que a emoção – a raiva – não tem problema, mas a ação, sim. Separar as duas coisas vai ajudar seu filho a aprender a fazer a mesma coisa.

4. Em vez de: Você está complicando tanto minha vida!

Experimente falar: Problema difícil, não? Vamos descobrir juntos como resolver este impasse.

Quando as crianças teimam em fazer uma coisa, é importante entender o porquê. Essa frase reforça a ideia de que você e ela estão na mesma equipe, que estão buscando o mesmo objetivo.

5. Em vez de: Agora chega, você está de castigo!
Experimente falar: Vamos juntos para nosso cantinho da calma
.

Em lugar de castigo, ou isolamento, um momento juntos, para vocês se reconectarem.

6. Em vez de: Vá escovar os dentes já!
Experimente falar: Quer escovar seus dentes primeiro ou os do Elmo?

Para as criancinhas pequenas, os acessos de raiva são uma maneira de exercerem controle sobre o ambiente. Desta forma você oferece a seu filhinho pequeno uma opção e um tanto de controle.

7. Em vez de: Coma sua comida ou você vai para a cama com fome!
Experimente falar: O que podemos fazer para deixar esta comida gostosa?

A responsabilidade por encontrar uma solução é entregue de volta a seu filho.

8. Em vez de: Seu quarto está um caos! Ou você arruma já ou fica de castigo.
Experimente dizer: Que tal se a gente começar a arrumar este cantinho do seu quarto? Eu ajudo você.
Em vez de encarar a tarefa avassaladora de arrumar uma bagunça enorme, mude a meta, que passa a ser de simplesmente começar. Começar a fazer uma tarefa indesejável pode dar ao seu filho o ímpeto e pique de continuar.

9. Em vez de: Estamos saindo. Já!

Experimente falar: O que você precisa para ficar pronto para sair?

Deixe a criança repassar na cabeça os processos das transições em sua vida. Isso ajuda a evitar uma luta de poder entre vocês e lhes dá uma chance de indicar à mente dela que vocês estão fazendo uma transição para uma nova atividade. E é uma ótima rotina para repetir, trocando papéis, em momentos em que vocês não estão indo a lugar algum, na realidade.

10. Em vez de: Pare de gemer!

Experimente falar: Que tal falar isso de novo em sua voz normal?

Às vezes as crianças fazem reclamações em tom de gemido e nem sequer percebem. Quando você pede que elas digam de novo em sua voz normal, está ensinando que o modo como falamos as coisas tem importância.

11. Em vez de: Pare de reclamar!

Experimente falar: Ouvi. Você tem uma solução a propor?

Novamente você passa a responsabilidade para as mãos da criança. Da próxima vez que seu filho ficar reclamando sem parar sobre a escola/o jantar/seus irmãos, peça que ele proponha soluções. Lembre a ele que não existem respostas erradas.

12. Em vez de: Quantas vezes tenho que te dizer a mesma coisa?

Experimente falar: Estou vendo que você não me ouviu da primeira vez. Que tal eu falar para você e você repetir para mim, falando baixinho?

Quando seu filho repete o que você disse a ele, sua mensagem é reforçada. Se ele tiver que falar baixinho, fica mais divertido.

13. Em vez de: Pare de ficar frustrado!

Experimente dizer: Está muito difícil fazer isso agora? Vamos dar um time e voltar para fazer daqui a 17 minutos.

Parece um número aleatório, mas existe uma fórmula de produtividade que é baseada em pesquisas e que reza que se trabalhe por 52 minutos e tire 17 minutos de folga. Fazendo um intervalo no estresse relacionado à tarefa, você volta depois preparado para recomeçar, mais concentrado e produtivo que antes.

O mesmo conceito é válido para a lição de casa, estudar piano ou praticar um esporte.

14. Em vez de: Já para seu quarto!

Experimente dizer: Vou ficar aqui mesmo do seu lado até você estar pronto para receber um abraço.

O isolamento transmite a mensagem de que há algo de errado com seu filho. Quando você lhe dá espaço até ele se sentir pronto para se comunicar de novo, você lhe está mostrando que sempre estará ao seu lado.

15. Em vez de: Você me está fazendo passar vergonha!

Experimente falar: Vamos para algum lugar a sós para a gente resolver esta questão.

Lembre que o importante aqui não é você, é seu filho e os sentimentos dele. Ao tirar vocês dois da situação que está causando tensão, você reforça o trabalho em equipe, sem chamar a atenção para o comportamento dele.

16. Em vez de: suspirar e rolar os olhos

Experimente: fazer contato olho a olho, lembrar-se dos pontos fortes de seu filho e lhe dar um sorriso, mostrando que sente seu problema.

Treine manter as coisas na devida perspectiva, pensando nos pontos fortes de seu filho.

17. Em vez de: Você é insuportável!

Experimente falar: Está difícil para você, não? Vamos dar um jeito juntos.

Sempre diferencie o comportamento da criança, reforce a emoção e trabalhe junto com ele para vocês encontrarem uma solução.

18. Em vez de: Pare de gritar!

Experimente falar: Vou fazer de conta que estou apagando velinhas de aniversário. Topa apagar comigo?

Fazer respiração profunda ajuda o corpo a recuperar a calma. Se você fizer essa respiração como uma brincadeira, é mais provável que seu filho coopere. No caso de crianças mais velhas, peça que respirem com você como Darth Vader respira.

19. Em vez de: Não posso lidar com você agora!

Experimente dizer: Estou começando a ficar frustrado. Vou estar aqui mesmo, me acalmando.

Ensine as crianças a descrever e controlar suas emoções, dando um exemplo em tempo real.

20. Em vez de: Já cansei de falar!

Experimente dizer: Eu te amo. Preciso que você entenda que não é legal você fazer isso. Tem alguma coisa que você quer que eu entenda?

Assim o canal de comunicação entre vocês continua aberto, ao mesmo tempo em que você expressa a emoção de maneira sadia.

21. Em vez de: Não aguento mais! Cheguei ao meu limite!

Experimente falar: Se o verde é calmo, o amarelo é frustrado e o vermelho é raivoso, estou amarelo indo para vermelho. Que cor você está? Como podemos fazer para voltarmos ao verde?

Dê ao seu filho uma maneira visual de exprimir o que ele está sentindo. Você talvez se surpreenda com o que ele tem a dizer e o tipo de soluções que ele pode propor para mudar o rumo das coisas.

22. Em vez de: Não vou trocar!!!

Experimente dizer: Que pena que você não gostou do jeito que eu fiz ……. Como podemos fazer melhor da próxima vez?

Mudar o foco da atenção do acontecimento para a solução elimina a disputa pelo poder resultante de você se aferrar ao que fez.

23. Em vez de: Pare de dizer “não”!

Experimente falar: Eu ouvi que você disse “não”. Entendi que você não quer essa coisa. Vamos tentar pensar o que podemos fazer diferente.

Ao reconhecer o “não” de seu filho, você acalma os ânimos e a situação. Em vez de uma discussão do tipo sim ou não, mude o roteiro para que vocês pensem no futuro e na perspectiva de uma solução.

24. Em vez de: Não fique bravo!

Experimente falar: Eu também fico bravo de vez em quando. Vamos soltar nosso grito de guerreiro para conseguir controlar esses sentimentos de raiva.

Um estudo recente revela que gritar quando sentimos dor física pode realmente impedir que mensagens de dor sejam transmitidas ao cérebro. Seu filho pode não estar propriamente sentindo dor, mas um grito de guerra pode funcionar para ele soltar sua energia raivosa de um jeito divertido. Escolha com seu filho um grito de guerra ou mantra (por exemplo o grito de “Liberdaaaade!” de William Wallace, o herói do filme Coração Valente).

25. Em vez de: Pare com essas reações exageradas!

Experimente dizer: Você está tendo uma reação grande a uma emoção grande. Se sua emoção tivesse cara de monstro, como seria?

Quando as crianças estão cansadas, com fome ou superestimuladas, elas reagem exageradamente. Atribuir um rosto à emoção as ajuda a externar o problema e responder ao seu monólogo interno de raiva. Mais tarde, os ajuda a exercer controle sobre a emoção.

26. Em vez de: Pare com isso, já!

Experimente falar: Estou aqui do teu lado. Amo você. Você está em segurança. (Depois disso, fique sentado com seu filho, quietos, e deixe que a emoção saia para fora e se dissipe.)

Quando a criança tem um ataque de raiva ou pânico, muitas vezes seu corpo sente uma resposta de estresse que a faz literalmente se sentir em perigo. Mostrar a ela que ela está em segurança lhe dará apoio até o desconforto passar. Essa é uma habilidade crucial para a resiliência.

Este artigo foi postado originalmente no PsychCentral

Claro que na prática isso tudo pode mudar, mas a lição que fica aqui é a tentativa de dar reflexão emocional pro filho, ir treinando ele desde de pequena a entender o que sente e o que o outro.

 

Se você teve, ou tem, uma doença grave e não é otimista, seus dias podem estar contados

122 homens que tiveram um primeiro ataque cardíaco foram avaliados quanto ao grau de otimismo ou pessimismo. 8 anos depois, dos 25 mais pessimistas, 21 haviam morrido; dos 25 mais otimistas, apenas 6. A forma como encaravam a vida revelou-se um melhor previsto de sobrevivência do que qualquer outro fator clínico de risco, incluindo a extensão do dano causado ao coração no primeiro ataque.

Nosso sistema nervoso e imunológico são ligados às emoções.

Nosso corpo é uma máquina e nossas emoções fazem a manutenção de tudo no devido tempo. Mas as vezes podemos não estar animados e a máquina funcionará mal, causando assim doenças ou complicações.

Quando o paciente vai começar uma cirurgia é muito importante saber o estado emocional dele, pois caso ele esteja nervoso ou com medo as chances de criar infecções, ou o que acontece com mais frequência, a veias se dilatam por causa do stress e há perda considerável de sangue, muitas vezes levando a morte.

Os pessimistas já são descuidados com a saúde, eles fumam mais, bebem mais , e fazem menos ou não fazer exercícios.

A esperança é outro fator que ajuda muito na recuperação, principalmente em casos de danos da coluna que vai envolver longos períodos de tratamento para conseguir um pouco mais de mobilidade e melhorar o seu desempenho socialmente.

O isolamento social também é um grande problema para a saúde, representando umas das taxas de mortalidade tão importantes quanto o fumo, pressão alta,colesterol alto.

O cigarro aumenta a chance de morrer e contrairmos doença em 1,6%, o isolamento em 2%.

São muitos os fatores para se ter uma vida saudável ou para recuperarmos a saúde , mas hoje temos pesquisar suficientes para apontarmos as mudanças necessárias se quisermos viver mais e melhor.

*Fica a pergunta: Se você tivesse uma doença agora quem você seria, o pessimista ou o otimista?

A resposta pode determinar o seu futuro, caso não goste da resposta, o que você pode fazer pra mudar?

O que é Poder? Quais são os tipos de poder?

Poder é definido por Moscovici (1997) como “a capacidade que uma pessoa tem de fazer com que outra pessoa ou grupo aja da forma desejada por ela. A pessoa com poder modifica o comportamento dos outros, manipula os outros à sua vontade”.

De acordo com French e Raven a classificação de poder indica seis categorias principais:

1. Poder Legítimo – esta categoria é também conhecida como o poder de autoridade, ou seja, é o poder escolhido formalmente através de um representante fazendo parte de uma estrutura hierárquica de uma organização ou de grupos sociais formais. “A relação chefe-subordinado é uma relação de poder inquestionável” (MOSCOVICI, 1997:136).

2. Poder de Coerção – Este se define pela capacidade de aplicar punições, fazer ameaças. O poder de coerção pode estar ligado ou não ao poder de autoridade. Ameaças de retirada de afeto, reconhecimento, atenção, ameaças de censura ou afastamento também podem estar presentes no poder de coerção, e podem ser aplicada tanto por um chefe (poder legítimo) como por um amigo ou irmão (desvinculados do poder de autoridade).

3. Poder de recompensa – pode ser definido como a capacidade de atribuir recompensas ou acenar com elas através de promessas. Bem como o poder de recompensa, este também pode estar ou não relacionado ao poder legítimo.

4. Poder de referência – expresso em uma relação psicológica de identificação com um modelo social. Este tipo de poder está relacionado ao carisma que alguns ídolos exercem sob algumas pessoas. Atualmente podemos perceber muitos ídolos que possuem este poder de referência no âmbito religioso, social, político, artístico e que podem provocar profundas mudanças na sociedade.

5. Poder do conhecimento – como o próprio nome designa, este poder refere-se à ascendência de conhecimento que uma pessoa tem a respeito de determinado assunto. Neste campo de poder podemos encontrar o especialista, o perito ou qualquer pessoa que é respeitada por dominar campos específicos de conhecimento.

6. Poder de informação – este poder refere-se à retenção de informações às quais outras pessoas não podem ter acesso.

Fontes e Formas de Poder

A fonte do poder pode ter duas origens: a posição na estrutura organizacional ou social, definida pela posição que o indivíduo ocupa na hierarquia social ou de sua organização, e as características pessoais, relacionada aos atributos de personalidade e identidade que definem o poder pessoal.

O poder organizacional ou social, estando ligado ao posto ocupado pelo indivíduo dentro de uma hierarquia preestabelecida possibilita a atribuição de recompensa e a utilização de punição. Este poder possui caraterísticas próprias como a unidirecionalidade, ou seja, dirigido a uma pessoa apenas. Este é ainda um poder delegável e distribuível, o que significa que o indivíduo pode obter este poder por delegação de um superior na hierarquia organizacional, e pode também distribuir atribuições que lhe foram dadas. O poder organizacional é expresso em atividades.

O poder pessoal é exercido através de características pessoais como carisma, poder de referência ou de conhecimento. Este tipo de poder, ao contrário do poder organizacional ou social, é multidirecional, isto é, não pode ser direcionado a apenas uma pessoa, mas sim a várias pessoas de acordo com suas características pessoais. Em se tratando de características pessoais, este é um poder não delegável e não distribuível. Podemos considerar a força superior deste poder em relação ao poder organizacional, por ser expresso não em atividades, mas em atitudes.

No poder organizacional ou social podemos encontrar um líder de tarefas e no poder pessoal podemos encontrar um líder de relacionamento. Dentro de um organização ou empresa esses dois líderes podem não necessariamente ser a mesma pessoa. Podemos perceber dentro de um mesmo setor um líder de tarefas, o líder formal (poder organizacional) e o líder de relacionamento, informal (poder pessoal).

Fonte: Prime

Existem 5 tipos de inteligência emocional, saiba se você tem uma delas

Salovey, com seu colega John Mayer, propôs uma definição elaborada de inteligência emocinal, expandindo essas aptidões em 5 dominios principais:

1. Conhecer as próprias emoções

Autoconsciência – Reconhecer um sentimento quando ele ocorre – é a pedra de toque da inteligência emocional. a capacidade de controlar sentimentos a cada momento é fundamntal para o discernimento emocinal e para a autocompreensão. A incapacidade de observar nossos verdadeiros sentimentos nos deixa à mercê deles. As pessoas mais segura acerca de seus próprios sentimentos são os melhores pilotos de suas vidas, tendo uma consciência maior de como se sentem em relação a decisões pessoais, desde com quem se casar a que emprego aceitar.

2. Lidar com emoções

Lidar com os sentimentos para que sejam apropriados é uma aptidão que se desenvolve na autoconsciência. Isso te dará a capacidade de confortar-se, de livrar-se da ansiedade, tristeza ou irritabilidade que incapacitam – e as consequências resultantes do fracasso nessa aptidão emocional básica. As pessoas que são fracas nessa aptidão vivem constantemente lutando contra sentimentos de desespero, enquanto outras se recuperam mais rapidamente dos reveses e perturbarções da vida.

3. Motivar-se

Pôr as emoções a serviço de uma meta é essenscial para centrar a atenção, para automotivação e o controle, e para a criatividade. O autocontrole emocional – saber adiar a satisfação e conter a impulsividade – está por trás de qualquer tipo de realização. E a capacidade de entrar em estado de “fluxo” possibilita excepcionais desenpenhos. As pessoas que têm essa capacidade tendem a ser mais produtivas e eficazes em qualquer atividade que exerçam.

 

4. Reconhecer emoções nos outros

A empatia, outra capacidade que se desenvolve na autoconsciência emocinal, é a “aptidão pessoal” fundamental. Quanto nos custa não saber escutar as emoções das pessoas? Quantas brigas poderiam ter sido evitadas, discussões, rancor. A empatia é a fonte do altruísmo, ou seja, quem tem atitudes altruistas tem mais empatia em si, é uma condição emocional muitas vezes, em vezes de ser um posicionamento político, ou filosofia de vida. As pessoas empáticas estão mais sintonizadas com os sutis sinais do munddo exterior que indicam o que os outros precisam ou o que querem. Isso as torna bons profissionais no campo assistencial, no ensino, vendas e administração.

 

5. Lidas com relacionamentos (talvez o mais temido dos 5)

A arte de se relacionar é, em grande parte, a aptidão de lidar com as emoções dos outros. São as aptidões específicas que determinam a popularidade, a liderança e a eficiência interpessoal. As pessoas excelentes nessas aptidões se dão bem em qualquer coisa que dependa de interagir tranquilamente com os outros; são as estrelas sociais.

O conto japonês sobre conhecer a si mesmo

Um guerreiro samurai, conta uma velha história japonesa, certa vez desafiou um mestre Zen a explicar os conceitos de céu e inferno. Mas o monge respondeu-lhe com desprezo:

– Não passas de um bruto… não vou despediçar meu tempo com gente da tua laia!

Atacado na própria honra, o samurai teve um acesso de fúria e, sacando a espada da bainha, berrou:

– Eu poderia te matar por tua impertinência.

– Isso – respondeu calmamento o monge – é o inferno.

Espantado por reconhecer como verdadeiro oque o mestre dizia acerca da cólera que o dominara, o samurai acalmou-se, embainhou a espada e fez uma mesura, agradecendo a revelação.

– E isso – disse o monge – é o céu.

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A súbita consciência do samurai sobre o seu estado de agitação ilustra a crucial diferença entre alguém possuído por um sentimento e tomar consciência de que está sendo arrebatado por ele. A recomendação de Sócrates“conhece-te a ti mesmo” – é a pedra de toque de inteligência emocional: a consciência de nossos sentimentos no moment oexato em que eles ocorrem.

Os sentimentos podem parecer óbvios para todos nós, todos sabemos quais são eles, mas quando somos tomados por eles perdemos o nosso jeito de pensar automaticamente, por mais que pensemos que temos controle da situação, com a poluição de algum sentimento temos nossos atitudes sujeitas para o bem e para o mal. E quando simplesmente entramos em fúria completa e muito as vezes até esquecemos o que aconteceu, essa situação é chamada de “Sequestro emocional”.

Para ilustrar bem essa situação de influência da emoção sutil, posso citar uma experiência feita nos EUA em que antes de fazer uma prova os alunos tinham que anotar de que raça/cor eram, e isso influenciou negativamente todos os negros da sala.

Outro caso também é o que um professor falou para metade da sala que tinha certeza que eles iriam bem na prova, mas essa metade era aleatória, e foi possível observar que essa metade realmente foi boa e o resto que ouviu que seria pior realmente foi.

São pequenas coisas mas que influênciam nosso pensamento e nossas decisões.

Outro caso para finalizar, é o que antes de fazer um teste algumas pessoas viram um filme de terror e outras pessoas viram um filme de ação ou de aventura, que tenha um final feliz, e pode-se observar a influência que algo tão pequeno tem no resultado de um teste.

Para se conhecer é preciso observar, e não só a nós mesmos, mas os outros também, tentar achar soluções melhores e deixar de viver no automático, pois quem vive sem refletir vai repetir os mesmos erros e não vai saber o porquê de estar tudo errado, na maioria das vezes a culpa é nossa, até nos casos que não fazemos nada.

Pra que serve a inteligência emocional?

Senta aí que você vai ver que ela é muito mais util do que você pensa.

Resolver problemas de forma rápida e benefício de todos.
Saber lidar com os outros é ter um ambiente mais fluido e resultados melhores na sua vida.

SEL  (social and emotional learning) já está nas escolas do mundo como qualquer matéria, você precisa entender as emoções para ter sucesso.

O sel é usado nas escolas para combater a violência e a resolução pacífica de conflitos , assim melhorando o desempenho de todos na escola.

Com isso podemos melhorar a auto consciência e a confiança, dando as ferramentas para controlar suas emoções e impulsos perturbadores, sem contar que com isso aumentamos sua empatia com relação as pessoas. E tudo isso com base científica, é um fato.

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A desonestidade hibernada

Todos somos desonestos, ou quase todos, a questão é saber quando.

E os vilões das histórias sabem disso muito bem.

O que é preciso pra quebrar a conduta moral de alguém, com ela sabendo ou não?

Nesses 2 anos em que estive empreendendo aprendi isso de diversas maneiras.

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