Category: Contos (page 2 of 3)

Diálogo sobre Responsabilidade I

Fui a uma festa e me lembrei do que andei ouvindo por ai, por campanhas que me diziam: Se beber não dirija.

Tentei agir corretamente, peguei meu carro, sai de casa e na festa pedi coca cola e mate.

Senti orgulho de mim mesmo. Senti que o correto era isso mesmo, não beber para dirigir ou beber e não dirigir, embora meus amigos insistiam que isso era coisa de babaca.

Quando a festa finalmente acabou, vi gente bêbada, casais cambaleando e rindo. Com tanto álcool é comum ver como essas pessoas se acham incrivelmente superiores com seus carros caros mas com personalidades mal formadas.

Vi pessoas pegando seus carros, sem condições de fazer isso.

Peguei meu carro, com a certeza de que iria chegar em casa são e tranquilo, orgulhoso e tranquilo, pois havia seguido todas as recomendações de como agir corretamente.

Comecei a manobrar, coloquei uma musica bacana no carro e fui lembrando de como foi legal a festa quando… …. ….. …… ……..

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Mitologia Nórdica Parte 2

Após uma introdução à cosmogonia e lugares da mitologia nórdica na parte 1 de nosso post, vamos conhecer um pouco mais os personagens principais, e como os deuses influenciaram até os dias da semana.

ODIN

Odin (ou Woden) é o deus Todo-Poderoso da mitologia nórdica. Seu nome em norueguês arcaico significa Fúria, Excitação, mas também Poesia e Mente. Odin era o deus da sabedoria; ele atirou um de seus olhos no Poço de Mimir em troca de um gole de sabedoria; ele também se enforcou, pendurando-se na árvore Yggdrasil por 9 dias, apenas para obter o conhecimento do mundo dos mortos (e de lá nos trouxe as Runas), sendo revivido depois por magia. Odin se mantinha informado sobre os acontecimentos de toda a Terra através de seus dois corvos, Hugin (Pensamento) e Munin (Memória). A mitologia de Odin compartilha características com a do deus grego Mercúrio, e do deus celta Lugus. Nas batalhas Odin é quase sempre representado com a sua lança Gungnir na mão, com seu cavalo de oito pernas Sleipnir, com seus dois corvos e dois lobos de cada lado. O símbolo rúnico de Odin é o Valknut, composto por 3 triângulos entrelaçados, que é usado até hoje como escudo do time de futebol da Alemanha.
A quarta-feira possui o nome Wednesday nos países anglo-americanos porque deriva do inglês arcaico Wodnesdæg (Dia de Woden), que por sua vez é baseado no latim “Dia de Mercúrio”.
Outro dado interessante sobre Odin é que ele pode ter iniciado o folclore do Papai Noel. Na festa de solstício de inverno (Yule) Odin cavalga os céus no seu cavalo, e as crianças enchem suas botas com cenouras, açúcar ou feno, e as deixam próximo à lareira para alimentar o cavalo em sua jornada; em agradecimento, Odin deixava doces e presentes nas botas. Diz-se que a prática sobreviveu até a cristianização dos vikings, e após isso Odin foi associado a São Nicolau. Odin também se disfarçava de andarilho, com um cajado, e nessas ocasiões usava o nome Vegtam; Tolkien admite que baseou o seu personagem Gandalf (de “O Senhor dos Anéis”) nesta versão disfarçada do deus nórdico.

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Mitologia Nórdica Parte 1

A mitologia nórdica (também chamada de mitologia germânica, viking ou escandinava) se refere a um conjunto de crenças e lendas dos povos escandinavos, incluindo aqueles que se estebeleceram na Islândia, onde a maioria das fontes escritas para a mitologia nórdica foi construída. Como veremos, sua influência se estendeu por toda a Europa, especialmente a Inglaterra, de onde pudemos apreciá-la em obras como O Senhor dos Anéis e Harry Potter. Mas meu primeiro contato com essa mitologia foi mesmo com os gibis de Thor (que, aliás, vai virar filme em 2011). Nessa primeira parte vou falar da cosmogonia nórdica, e de como os mundos estão estruturados, para na segunda parte falar mais dos personagens e suas lendas. Uma coisa que percebi é que há muita confusão entre nomes de lugares e raças, então procurei compilar o máximo de informações, e o resultado abaixo é o que me parece ser mais confiável:

No início havia o Nada (Ginnungagap), que remete à noção grega do “Caos”. Um imenso vazio, que se estendia até o Norte, a Terra do Gelo (Niflheim), e o Sul, a Terra do Fogo (Muspell). Separadas pelo Nada, essas forças de frio e calor, contração e expansão, estavam inertes. Até que Deus, o Criador de todas as coisas, aquele que não tem nome e que é citado apenas na Criação e no fim dos tempos, respira, e suas baforadas unem frio e calor, compondo flocos de neve que foram se aglutinando até formar o primeiro ser: um gigante de gelo chamado Ymer, que deu origem a vários outros gigantes. Essas criaturas alimentavam-se do leite da vaca primordial Auðhumla que, por sua vez, alimentava-se lambendo o sal dos blocos de gelo. Numa dessas lambidas revelou-se a forma de uma nova criatura, cuja raça ficou conhecida como Aesir. Esse primeiro Aesir se chamava Buri, que teve (não sei como) um filho, Bor, que se casou com a filha de um dos gigantes e assim tiveram três lindos e importantes filhos: Odin, Vili and Vé. Esses três são simplesmente a Santíssima Trindade Nórdica, pois eles detêm o poder de trazer ordem ao Caos. Eles matam o gigante Ymer, dilaceram suas formas e com seus restos ajudam a compor o Universo (especialmente nosso mundo).

No centro do Nada está uma gigantesca árvore chamada Yggdrasil, o eixo dos nove mundos. Suas imensas copas chegam aos céus, podendo dessa maneira sempre estar banhadas por uma luminosa nuvem que orvalha Hidromel (a bebida favorita dos deuses, que garantia a eles a longevidade), que tem por função revitalizar automaticamente a imensa árvore. Os galhos mais altos serviam de moradia ao Galo de Ouro, que tem a responsabilidade de guardar os horizontes e denunciar aos deuses a aproximação de seus eternos inimigos, os gigantes. Logo abaixo, mas ainda no topo, há uma águia (Hraesvelg) que, ao bater de suas asas, produz o vento que sopra por todos os mundos.

Abaixo dela temos Asgard (Terra dos Aesir), governado por Odin e sua esposa, Frigga. É lá que fica o Valhala (Salão dos assassinados), local onde os guerreiros vikings eram recebidos após terem morrido com honra, em batalha. Metade das almas passa seus dias treinando em combates, e desfrutando de grandes banquetes e orgias à noite. Elas formam o “Exército das Almas Vivas”. A outra metade segue para Folkvang, o palácio de Freyja.

Também nos galhos se encontra Vanaheimr (Lar dos Vanir), que são uma outra categoria de deuses, ligados à fertilidade, prosperidade, sabedoria e capacidade de ver o futuro (enquanto os Aesir são mais guerreiros e ligados à magia). Há muita rivalidade entre esses dois tipos de deuses.

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Perguntaram ao Dalai Lama

 

Perguntaram ao Dalai Lama:
– O que mais te surpreende na Humanidade?
E ele respondeu:
– Os homens… Porque perdem a saúde para juntar dinheiro, depois perdem dinheiro para recuperar a saúde.
E por pensarem ansiosamente no futuro, esquecem do presente de tal forma que acabam por não viver nem o presente nem o futuro. E vivem como se nunca fossem morrer… e morrem como se nunca tivessem vivido.

Conto Zen – A Morte da Xícara de Chá

Era uma vez um grande mestre do Zen, uma escola de ensinamentos do Buda que tem uma maneira muito realista de encarar as coisas da vida. Esse grande mestre chamava-se Ikkyu. Desde pequeno mostrava grande inteligência e sempre encontrava uma maneira de resolver seus problemas.

Um dia, o menino estava brincando e deixou cair uma xícara de chá, que foi ao chão e se despedaçou. Acontece que a xícara pertencia ao mestre de Ikkyu. Era muito antiga e preciosa, e o mestre do menino a estimava muito. Preocupado com o acidente, Ikkyu ouviu o mestre chegar e, muito depressa, escondeu os pedaços da xícara atrás das costas. Quando o mestre apareceu, Ikkyu perguntou:

– Por que as pessoas morrem?

– É algo natural — respondeu o mestre. — Tudo tem um tempo de vida e depois morre.

Depois dessas palavras do mestre, Ikkyu lhe mostrou os pedaços da xícara quebrada.

Este conto faz parte do livro de coletânea Contos Budistas, recontados por Sherab Chödzin e Alexandra Kohn,  ilustrados por Marie Cameron, editado no Brasil pela Editora Martins Fontes, tradução de Monica Stahel, São Paulo, 2003

retirado do blog para ser zen

Cientista Genético do Futuro

Esse texto vai exigir a leitura de outros, o link estará no próprio texto.

Comecemos com afirmativas.

De acordo com o Casal Kirlian, a doença aparece primeiro no campo eletro-magnético da pessoa em forma de uma cor mais escura e aí sim essa doença poderá aparecer em sua forma física no corpo da pessoa, podemos dizer que é primeiro necessário que haja uma reação no corpo sutil da pessoa, ou seja, na aura, para que ela se materialize fisicamente.

A teoria dos Campos Morfogenéticos diz que a explicação para muitas mutações físicas de um ser vivo, como a borboleta ter sido uma larva, ou a mudança de cor do pelo de alguns animais, pode ser explicada por um campo que fica ao redor de cada ser vivo que organizaria essa mudanças, simplificando, seria como se fosse um super DNA invisível controlando de forma maestral o corpo físico.

Agora podemos pensar que o campo eletro-magnético afeta o corpo e talvez esse corpo magnético seja parte do campo morfogenétio, podemos observar vários estudos espirituais sobre que tipo de cor a aura de uma pessoa tem em diferentes situações e como essa aura está organizada ou fluindo, e isso nos diz que nossos sentimentos podem afetar nosso campo eletro-magnético, ou além, como podem afetar coisa físicas como a água, e não apenas com sentimentos, mas com música também.

Pego como exemplo/suposição o Deus Enki da mitologia sumério, que por interpretação dada por Zecharias Sitchin ele teria sido um cientista genético do Planeta X, ou Herchobolus, ou Nibiru, são muitos os nomes dados a esse planeta, e que ele teria dado o salto da evolução humana e isso explicaria o porque de não acharmos o “elo perdido”.

Peguemos essas informações e vejamos como seria que um cientista genético do futuro trabalharia. Ele usaria o campo morfogenético para mudar sua estrutura física, e talvez até certos tipos de música ou sons.

Se não me engano foi platão que primeiro disse que os humanos tem certas semelhanças, ou melor, certos padrões físicos que se assemelham com a personalidade, e para ver isso basta vermos os esteriótipos usados em filmes e seriados, o malvado sempre tem certo tipo de sobrancelhas ou um nariz alongado e pontudo,  obonzinho e inocente sempre tem um rosto mais arredondado e por aí vai, com certeza você já encontrou alguém que se parecia muito com uma pessoa que você conhecia tanto física quanto psicologicamente.

Essas idéias postas juntas formam uma lógica, mas claro que é puramente teórico, mas talvez apenas cedo demais para ter certeza.

Conto dos Três Ignorantes

Cruz

Um padre foi a uma ilha ensinar as orações cristãs para 3 pessoas humildes, pois ficou sabendo que cada uma delas tinha uma virtude que o identificava, o Honrado, o bondoso e o leal.
O padre passou um bom tempo na ilha tentando ensinar essas 3 pessoas dotadas de virtudes que Deus tanto valoriza.
No ultimo dia dele na ilha ele se despediu de seus alunos e pegou um barco para voltar a sua terra.
Quando já estava a uns 100 metros da praia em seu barco seus aluno correm em sua direção caminhando sobre as águas perguntando:
– Padre, como que começava o Pai Nosso mesmo?

obs: A história deve estar um pouco diferente da original, pois não a lembro bem, mas o que importa é, quem ensinou quem?

Sabedoria Escondida como Mito.

Salvador_Dali_The_Temptation_of_St_Anthony

Imagine a raça humana daqui a 1000 anos, evoluída fisicamente e conscientemente.
Ela está na procura de novos planetas para morar, e acaba encontrando um em que há um tipo de vida inteligente e organizada, mas ainda sim primitiva.
E a raça humana pensou: ” Como podemos ajudar esse povo a descobrir algo essencial para a evolução sem interferir muito?”

Eles desceram para se comunicar com os seres até então desconhecidos, e resolveram mostrar símbolos para eles, tendo consciência de que esses seres achavam que eles eram seres divinos e que não iriam esquecer facilmente as informação não compreendidas, mas mesmo assim passadas paras os donos daquele planeta.

Os humanos do futuro sabiam que com o tempo eles teria sabedoria suficiente se é que já não tiveram um dia de compreender/decifrar os símbolos passados pelos “Deuses”(humanos).

e Partiram para outros sistemas solares a procura de novos seres vivos e planetas habitáveis.
Mas não deixando de acompanhar a evolução dos nossos amigos primitivos.

Teoria ligeiramente adaptada de Nassim Haramein

A Lenda Atemporal.

noosphere

Em 2343, Os humanos se dizimaram com tantas guerras, poluição e desequilíbrio da natureza, ao visitarem um planeta nomeado XD354-23W4N3, descobriram seres estruturalmente parecidos com a gente, mas tinha uma cabeça mais alongada, e dedos compridos. Após alguns dias lá resolveram se comunicar com os seres denominados Proxy, usando seu visor que lia as ondas cerebrais dos proxies e as traduzia diretamente para seus cérebros(dos humanos), não necessitando de palavras para se entender. Depois de se comunicarem um pouco viram que eles tratavam os novos visitantes como deuses, e os humanos gostavam disso, e pediam informação sobre o planeta sempre pedindo para mostrar coisas novas, pois por mais que seja preciso o visor de tradução eles nunca conseguiam interpretar certas coisas. Muitos dos Proxies gostavam de agradar os humanos em troca de algo, até por serem seres inferiores eram facilmente conduzidos a fazerem o que os humanos queriam, até que certo tempo depois uma outra tribo nômade de Proxies um pouco mais evoluída chegou e viu seus amigos trabalhando para receber algo que muitas vezes nem conseguiam entender para o que servia, foi quando o líder dessa tribo chamado Igneo resolveu abrir os olhos de seus compatriotas alertando eles que se encontravam cansados e que se desviaram do caminho do Proxy antigo, agora servindo a um ser novo que nem se sabe ao certo o que era. Muitos Proxies se aliaram a Igneo para se rebelar e acordar os outros, mas muitos de sua tribo a haviam se dedicado a servidão para o homem, e desertores de sua tribo e os Proxies comuns os condenaram dizendo que estavam contra o Grande Criador Dos Olhos Coloridos. Os Humanos percebendo a agitação causado por Igneo resvolve acabar com esse caos para poderem utilizar melhor os Proxies para pesquisa, e falam através de sinais para a mente deles que Igneo por não obedecer aos Deuses deveriam ser expulsos e terem um terreno só para eles, mas onde ninguém possa vê-los, e Igneo que uma vez reinou agora se encontra exilado e mal-pensado pelos compatriotas. Alguns meses depois alguns Proxies se comportavam mal e eram transportados para as profundezas, e levaram a notícia de tudo a Igneo, prometendo um dia levar a luz de novo o mundo dele para que fique do jeito em que estava.

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Um outro lado de um história contada diferente.
Todo Vilão tem sua face de Herói, desde Judas ao Comediante.

Estou Preparado Para Morrer.

Boneco morto

…”Por que haveria Barefoot de te chamar de bodhisattva? O que é toda essa compaixão e sabedoria que tu tens? Tu atingiste o Nivarna e voltaste para auxiliar os outros é isso?
– Eu poderia ter atingido o Nivarna,- rectificou Bill. – Mas Recusei-o. Para voltar.
– Desculpa-me -disse, cansada.- Não compreendo de que é que estás a falar. Está bem?
Bill continuou:
– Voltei a este mundo. Do outro mundo. Por compaixão. Foi isso que aprendi lá no deserto, no Deserto do Mar Morto. – A voz dele era calma; o seu rosto mostrava uma calma profunda.- Foi isso que encontrei.
Fitei-o.
-Eu sou Tim Archer, voltei do outro lado. Para aqueles que amo.- E sorria, uma vasto e secreto sorriso.”

A Transmigração de Timothy Archer, Philip K. Dick pag. 182.
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O Significado de Bodhisattva

Esse sou eu e muitas outras pessoas, mas não literalmente, pois ainda não tive a oportunidade de largar a iluminação e apenas ajudar as pessoas a minha volt, mas é nessa mecânica em que me movimento, em que vivo, baseio meu caminho em 2 e futuramente em 3 dos modos de se iluminar, no conhecimento, atitude e logo mais a meditação, que na verdade não me sinto confiante o bastante para dizer que o faço, pois não tenho ritmo para ele ainda.
Quando eu tinha apenas 14 anos, eu era um crente, mas apenas acreditava em deus, na verdade como todo crente eu queria pedir coisas para a melhor qualidade de minha vida, mas muitas delas não conseguia, quase todas, e sempre tive essa vontade/missão interna de fazer diferença, ter um significado para o mundo, pois o único modo em que você fica eterno é nas idéias, a história de seus atos demorarão para se apagarem diferente de seu corpo. Como num ultimato, pensei, viver a vida, apenas por estar alí não sentido, tenho que ter uma significância mundial para mudar a cabeça das pessoas, e pedi a Deus que tomasse minha vida para salvar todas as outras.

Adivinhe o que aconteceu?

Logo após a oferta ignorada fui jogado numa onda de busca de informação quase infinita e no meio dela, ou ainda no começo me encontro aqui, depois de ser agnostico, ateu, e agora me considero um Politeosofista, inventei um termo para estudo dos deuses, Não acredito, e não condeno quem acredita, mas acho muito mais valioso você pegar a essência de todas do que se agarrar a uma incondicionalmente.

Seja Bodhisattva. Divulgue qualquer coisa que dê mais consciência para as pessoas.

Depois de 100 posts, esse é outro que tento explicar a filosofia de conduta desse blog que é reflexo direta da minha.

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