Category: Religião

Cristo pregava amor e não apredejar meninas de 11 anos de outra religião

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Realmente essa brincadeira de telefone sem fio com a mensagem de Jesus (verdadeiro nome :Yeshua) está nos chocando cada vez mais hoje em dia.

E ela não vem de agora, veio desde sempre, pessoas já morreram aos milhares por causa das interpretações de cristo, e de outros religiões também mas num número menor.

Essa menina de 11 anos saia de uma festa de candomblé vestida com o pano na cabeça e saia branca, e ao sair pessoas desconhecidas já começaram a gritar que ela iria para o inferno, a xingaram de macumbeira e a apredejaram.

- Continuo na religião, nunca vou deixá-la. É a minha fé. Mas não saio de mais de branco. Nem no portão eu vou. Estou muito, muito assustada. Tenho medo de morrer. Muito, muito medo.

Nessa situação temos diversas coisas erradas acontecendo, e vou pontuá-las para entendermos o panorama da coisa.

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Suposta esposa de Deus teria sido riscada da história da Bíblia, afirmam pesquisadores

Screenshot 2015-05-19 at 15.06.19Será que uma deusa pagã, atacada na Bíblia como uma das maiores inimigas do culto ao Deus verdadeiro, poderia ser, na verdade, a esposa Dele? De forma bastante simplificada, esse é um dos principais debates que dividem os historiadores da religião do antigo Israel nos últimos tempos. Inscrições misteriosas, pequenas estatuetas de cerâmica e o próprio texto da Bíblia indicariam que a deusa em questão, conhecida como Asherah, não teria sido adorada como rival de Javé, o Deus judaico-cristão, mas sim como sua companheira.

Isso, é claro, para um dos lados do debate. Para outros pesquisadores, os símbolos da deusa Asherah (cujo nome às vezes é aportuguesado como “Asserá”) teriam sido simplesmente “incorporados” pelo culto de Javé, sem que a deusa fosse adorada como entidade distinta pelos antigos israelitas. A ambigüidade é, em parte, lingüística: embora Asherah fosse o nome de uma deusa dos cananeus (habitantes pagãos da Palestina), a palavra também é um substantivo comum, “asherah”, que designa um poste de madeira usado para cerimônias religiosas.

“As posições estão bem marcadas: uns acreditam que se trata de um símbolo cúltico, outros já assumem que se trata de uma deusa. No entanto, uma coisa não necessariamente exclui a outra, porque o poste também simbolizava a deusa, de forma que uma referência a ele sugere o culto a Asherah”, diz Osvaldo Luiz Ribeiro, doutorando em teologia bíblica da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ).

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Iraniano fotografa a perfeição das mesquitas de seu país

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Mohammad Reza Domiri Ganji, de 23 anos, é um fotógrafo iraniano apaixonado por arquitetura. Em seu trabalho, ele procura capturar, principalmente, a perfeição das mesquitas em seu país. Suas fotos mostram os detalhes impressionantes das construções e todas as cores que parecem transformá-las em caleidoscópios.

Quando fui para a Armênia esse ano vi algo que me deixou impressionado, até por lá ser o primeiro país cristão do Mundo, e não, não foi por causa disso que fui, fui fazer um documentário. E lá apesar de ter tido várias guerras ninguém destruiu as mesquitas do azerbaijão, houve um respeito sobre esse tipo de estrutura religiosa, tão cultuada para os mulçumanos, afinal é a casa de Deus, e muitas vezes via cidades inteiras destruídas, mas a mesquita ficava lá em pé no meio das ruínas, achei lindo.

E nessas construções que lembram as do grande Fulcanelli, vemos que talvez não seja só as igrejas católicas que se baseiam na matemática e informação secreta para se construir algo belo, utilizando fractais e a sequência Fibonacci.

Para conhecer mais sobre Mohammad e seu trabalho, é só entrar em seu site.

 

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O Estado laico e a nova corrida eleitoral

urna-eletronicaPor Paulo Ferreira

Na nova corrida eleitoral que se iniciou após a morte de Eduardo Campos; um tema recorrente tem sido o Estado Laico. Com Marina Silva declaradamente evangélica, o assunto ganhou contornos de uma relevância que não se suspeitaria antes. Isso deveria nos levar a outras perguntas, sobre as posições dos outros candidatos; no mínimo por uma questão de legitimar o debate.

Embora Dilma e Aécio não façam bandeira de suas convicções religiosas, convém analisar ao menos as posições recentes dos três candidatos com chances no pleito.

Sobre Marina Silva, é clara e pública sua posição como evangélica. É interessante notar que Marina foi católica, antes de tornar-se evangélica. Foi PT, e foi PV, antes de tentar fundar a Rede Sustentabilidade, partido que teve sua criação impedida numa pantomima ridícula orquestrada por alguns que talvez temessem os famosos 20 milhões de votos de Marina na última eleição. Finalmente, ela filiou-se ao PSB para concorrer como vice. Mas a vida, o destino ou o “acaso”; como prefiram chamar, encarregou-se de reconduzi-la à disputa presidencial. Vale lembrar que Eduardo Campos era católico praticante, e aparentemente, fervoroso. O que não impediu que a aliança acontecesse. Aliás, as diferenças entre as idéias de Campos e Marina; muitas vezes apontadas como “problemáticas”, pareciam indicar uma capacidade de composição e flexibilidade interessante da parte de alguém freqüentemente taxada de “inflexível”. Talvez aquilo que a cultura “do jeitinho” e a política brasileira chame de inflexibilidade seja, afinal, mais uma questão de clareza e solidez. Mas isso, só vamos efetivamente descobrir quando Marina exercer um alto cargo executivo. O que resta lembrar é que as suas convicções sempre estiveram expostas e publicamente abertas às observações e críticas de todos.

O caso de Dilma é bastante oposto. Seguindo a cartilha básica da esquerda revolucionária dos anos sessenta, seria adepta do pensamento ateu. Se é difícil tratar de questões de foro íntimo não assumidas com clareza; é bastante fácil comentar as suas ações externas. Dilma resolveu comparecer à inauguração do templo da igreja universal. Interessante perguntar se compareceria também à inauguração de um grande templo budista, ou a um grande centro espírita. Será? Dilma compareceu por convicção pessoal? Isso seria completamente fora de seus padrões históricos de esquerda. Ou teria comparecido apenas porque o evento aconteceu no calor da corrida eleitoral? Nesse caso, talvez pudéssemos entender que a candidata sente-se perfeitamente à vontade para usar a religião como alavanca eleitoral. Bastante à vontade para subordinar qualquer convicção ao interesse dos fins. Neste caso, não se poderia dizer que não há coerência com seu modo de ação costumeiro. Mas assumir proximidade (seja eleitoreira, ou não, julgue o leitor o que poderia ser-lhe mais incômodo) com a mais controversa entre as grandes igrejas evangélicas talvez não ajude a convencer milhões de brasileiros de que ela tenha convicções suficientes para manter o Estado isento de influências de interesse religioso. Há uma frase dela a respeito de crenças, dita à Folha na ocasião da última campanha eleitoral. É bastante emblemática do estilo de discurso que a caracteriza: “Fiquei durante muito tempo meio descrente. Acredito que as diferentes religiosidades são fundamentais para as pessoas viverem. A gente não pode achar que existe ‘aquele seu Deus”. Eu me equilibro nessa questão. Será que há? Será que não há? Eu me equilibro nela.”

E Aécio? Declara-se católico; talvez mais por tradição familiar, e parece não ter grande intimidade com o assunto. Já foi fotografado discursando em eventos da Maçonaria e não esteve na inauguração do templo da igreja universal. Consta que Aécio e Campos não foram convidados. O governador Alkmin, nome aliado a Aécio em SP, entretanto, esteve (ao lado do prefeito Petista da cidade). Pelo menos superficialmente, religião parece não ter grande papel no discurso de Aécio; o que talvez fizesse dele uma opção interessante para aqueles que preferem evitar qualquer proximidade entre as igrejas e Estado. Mas, não esqueçamos, estamos no Brasil. Nunca vou esquecer da pergunta que destruiu a eleição, dada como certa, de Fernando Henrique Cardoso à prefeitura de S. Paulo. A pergunta foi: “O senhor acredita em Deus?”. Famoso por suas convicções contrárias à idéia, FHC entrou na saia justa e perdeu a eleição municipal naquela resposta.

Claro, isso foi na década de 80, e hoje o país é outro. Os tempos são outros; a religiosidade é outra e a importância que o fator ganhou nessas eleições talvez fosse impossível de se imaginar há alguns meses.

Enfim, parece que nas próximas eleições vamos descobrir o que prefere o eleitor brasileiro; entre uma candidata abertamente evangélica; uma candidata provavelmente atéia que vai à igreja universal e um candidato que talvez prefira ficar em cima do muro e evitar o assunto.

Como é que ele sabia?

 

O jornalista Ben Fulford

O jornalista Ben Fulford

 

Benjamin Fulford é um jornalista canadense radicado no Japão. Altamente controverso, foi inúmeras vezes acusado de “teorias da conspiração” sem bases efetivas. Apesar das opiniões, um fato se impõe:  em 3 de dezembro de 2012 ele escreveu que o papa (então Bento XVI) havia perdido poder e influência e deveria em breve correr o risco de ser processado pelo tribunal internacional. Em 4 de fevereiro, de fato, um processo foi registrado, embora não tenha sido declarada a prisão.

Em seguida, no dia 5 de fevereiro, comentando a renúncia da rainha Beatrix, da Bélgica (que ele havia indicado que aconteceria, antes de qualquer outro veículo noticiar), Benjamin arrematou a notícia com a seguinte frase: “Now it’s Pope Maledictus (SIC) turn”. (agora é a vez do Papa Maledictus XVI – fazendo um trocadilho com o nome papal Benedictus, ou Bento XVI).

Como todos sabemos, no dia 11 de Fevereiro, o Papa anunciou sua renúncia, que aconteceria no dia 28 do mesmo mês; o que foi recebido por toda a imprensa internacional; inclusive os vaticanistas e especialistas eclesiásticos como uma absoluta bomba, completamente inesperada. Além da Rainha da Bélgica, houve ainda a renúncia da rainha da Holanda, igualmente prevista por Fulford. Entre todos os monarcas apontados por Fulford, apenas a Rainha Elisabeth da inglaterra não renunciou, ao menos até aqui. Claro que nem tudo que Fulford escreveu cumpriu-se exatamente; mas o fato é que sabia das renúncias, inclusive a do Papa, pelo menos seis dias antes.

Outro dos avisos de Banjamin Fulford dizia respeito ao colapso do sistema bancário; especialmente dos grandes bancos internacionais. Em dezembro de 2013, Ben Fulford escreveu que no ano de 2014 veria-se muitas prisões, fugas e eventualmente mortes e “suicídios” (aspas originais de Ben Fulford). Segundo ele, muitas das mortes seriam queimas de arquivo, embora algumas pudessem de fato ser de pessoas desesperadas temendo seus destinos, ou ainda alguns talvez genuinamente arrependidos. Independente da apuração das razões, o fato é que desde janeiro ocorreram 14 mortes de banqueiros ou executivos diretamente ligados a grandes bancos, como seguradoras ou jornalistas que cobriam notícias sobre o assunto. A lista completa depende da fonte, mas há quem indique que já seriam 20 mortes misteriosas relacionadas de alguma forma. Em resumo, apenas o J. P. Morgan Chase, um dos bancos mais citados por Ben Fulford como operador global de fraudes financeiras, viu 5 de seus executivos morrerem em circunstancias estranhas, inclusive um vice-presidente que teria se atirado do topo do edifício do banco em londres, minutos após ter ligado para a namorada e ter dito a ela que estava saindo e chegaria em meia hora.

As mortes dos banqueiros continuam bastante misteriosas; mas talvez ainda mais intrigante seja a questão sobre as controvertidos artigos de Benjamin Fulford. Porque, tenha a explicação que tiver; o fato é que ele publicou tudo isso antes…

Links:

Blog de Benjamin Fulford

Como a População Reage com um Protesto Satanista?

Alguns podem dizer que é falta de respeito, outros uma piada de mal gosto, e talvez até pensarem “pra que provocar as pessoas dessa maneira ofensiva?”.

Mas devemos lembrar que essa “brincadeira” foi feita justamente pra mostrar o quão ofensivo pode ser a propaganda cristã-evangélica pra muitas outras religiões, uma vez que o respeito não é valorizado a diferença é considerada algo demoníaco.

Já que as vertentes dessa religião pregam justamente o contrário do que uma via espiritual deveria, que é o sucesso material, e não a iluminação do ser através de sabedoria e ações harmoniosas.

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