Category: Espiritualidade (page 2 of 9)

Você já Ouviu o Seu Chamado?

Todos estamos sujeitos as formatações que nossas famílias, escolas, amigos, e religiões nos fornecem nas primeiras décadas de nossas vidas, e no meio disso tudo está o nosso ser, esperando a hora em que a vida faca sentido pra gente, esperando entrarmos em ressonância com o universo em vez de levar pancadas dele e nos desafinarmos.

Estramos em conflito e ficamos com stress, sofremos ao tentar sobreviver nessa armadilha que nos apresentaram como vida.

Muitas pessoas demoram décadas, outras conseguem antes da vida adulta atender ao chamado.

O Chamado (não o filme) é o ponto de virada, é o acontecimento, percepção ou/e sentimento que irá fazer você se desprender dos grilhões invisíveis, perceber o universo na sua forma crua e bela.

Apesar de muitos gostarem de estar presos, assim como o cachorro que traz a coleira feliz na hora de passear, elas não tem consciência da prisão, acham que a vida é assim e que estamos aqui apenas para vive-la, ou melhor, passar por ela.

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Nikola Tesla: Celebrando o Gênio

Certa vez perguntaram a Albert Einstein “Qual é a sensação de ser o homem mais inteligente a estar vivo? A resposta de Einstein foi “eu não sei, você tem de perguntar ao Nikola Tesla”.

Se isso dá uma clara noção de que tipo de pessoa Tesla foi, o fato só torna mais difícil entender como este Gênio, descobridor da corrente alternada, criador da hidrelétrica e do motor elétrico, do controle remoto, dos drones e do wi-fi. Nikola Tesla é um dos nomes mais importantes da história das invenções no mundo, e segue largamente desconhecido apesar de ter sido o criador de tecnologias tão importantes para a vida moderna.

Em 2014, diversos fatores devem colaborar para tornar o nome de Tesla mais conhecido para as novas gerações. Muitos eventos sobre suas invenções serão realizados no mundo todo, inclusive a grande Tesla Conference, na Sérvia, sua terra natal. Também um filme contando sua história tem lançamento programado para este ano.

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Diferente de outros inventores, Tesla não está na maioria dos currículos e livros escolares. E a razão para o “esquecimento” do gênio nascido na Sérvia está naquela que Tesla considerava que seria sua maior contribuição à humanidade: a energia livre. Tesla construiu uma torre nos Estados Unidos, com a qual estabeleceria uma linha de comunicação sem fio (wi-fi)  com a Europa, para a transmissão de mensagens e informação. Isso tudo, antes do inventor italiano Marconi ter realizado a transmissão Europa-EUA.  A torre de Tesla estava em construção; e neste ponto da história, Tesla já havia criado a corrente alternada, o motor elétrico e colocado em funcionamento o primeiro sistema hidrelétrico do mundo, nas cataratas de Niágara, na fronteira entre EUA e Canadá. Ou seja, não havia nenhuma razão para crer que a sua torre não seria perfeitamente bem sucedida.

O problema, na verdade, é que o funcionamento de sua torre seria “excessivamente” bem sucedido, na opinião dos financiadores do projeto: informações e mensagens, pelo projeto de Tesla, seriam transmitidos pelo ar, através de frequências elétricas. E junto com elas, naturalmente, seria transmitida energia elétrica. Livre de custo. Sem que se pudesse colocar um “medidor” para cobrar por ela.

Assim que entenderam que não poderiam cobrar pela energia, os financiadores do projeto imediatamente paralisaram as obras e ordenaram que fosse desmontada a torre. Todos os financiamentos e fundos foram retirados e Nikola Tesla não pôde realizar o seu maior sonho, fornecer energia livre para o desenvolvimento da humanidade.

A revista Galileu publicou em sua edição deste mês uma matéria com o titulo

Gênio redescoberto: Tesla fica pop [aqui: http://revistagalileu.globo.com/Revista/noticia/2014/03/genio-redescoberto-tesla-fica-pop.html ]

FIEC marca agenda

Entre os eventos programados para este ano, acontece em 19 de março em São Paulo o Forum Internacional de Energia e Consciência, [veja mais aqui: https://www.sympla.com.br/i-forum-internacional-de-energia-e-consciencia-o-despertar-tecnologico-para-a-transicao__17944 ] com a participação do Presidente do Nikola Tesla Institute de Brasília, o sérvio e sobrinho-neto de Nikola Tesla, Boris Petrovic.

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Boris Petrovic, Presidente do Nikola Tesla Institute de Brasília, o sérvio e sobrinho-neto de Nikola Tesla

Nikola Tesla Institute http://www.institutotesla.org/

Mais sobre Nikola Tesla: http://pt.wikipedia.org/wiki/Nikola_Tesla

Como a População Reage com um Protesto Satanista?

Alguns podem dizer que é falta de respeito, outros uma piada de mal gosto, e talvez até pensarem “pra que provocar as pessoas dessa maneira ofensiva?”.

Mas devemos lembrar que essa “brincadeira” foi feita justamente pra mostrar o quão ofensivo pode ser a propaganda cristã-evangélica pra muitas outras religiões, uma vez que o respeito não é valorizado a diferença é considerada algo demoníaco.

Já que as vertentes dessa religião pregam justamente o contrário do que uma via espiritual deveria, que é o sucesso material, e não a iluminação do ser através de sabedoria e ações harmoniosas.

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Reflexões ao final de mais um Ano

A vida é parecida com um jogo de xadrez. Cada movimento conta, cada peça cumpre um papel numa estratégia maior, desenhada para um objetivo. Cada movimento tem um valor muito relativo, visto isoladamente. É no conjunto, e somente ao final da partida, que se percebe que um movimento aparentemente trivial, lá no início ou no meio do jogo, criou as condições para a vitória. Ou pôs tudo a perder, a partir dali. Entretanto, envolvidos demais com cada lance, muitos perdem a visão de conjunto. E tratam o xadrez da vida como se fosse um jogo de dados, onde decide-se resultados em poucos segundos, a cada vez que se joga. No xadrez da vida, é claro que cada movimento conta, e merece atenção e respeito. Como degrau; como passo, em direção a um objetivo maior. Mas de modo algum como resultado em si mesmo. Tantas vezes algo parece trágico, somente para revelar-se cômico seis meses depois. E o que são seis meses? Fechados num olhar estreito, pequeno, tantos apavoram-se com problemas que parecem terríveis, insolúveis naquele instante em que estão sendo vividos. Estes mesmos, meses depois, riem de suas próprias atitudes e preocupações, tão sérias DURANTE, tão absolutamente pueris; depois.

Disputamos algo parecido com a Copa do Mundo, só que todos os jogos são consigo mesmo. O desafio é SEMPRE vencer a si mesmo, e os seus limites, nada mais. Nesse torneio, cada jogo é fundamental, porque são estes que permitem que se avance para a próxima fase. Mas somente o resultado geral pode realmente ser considerado um título. Até o último minuto da última partida, o resultado está aberto e você não sabe se será vencedor sobre si mesmo. A glória de uma goleada, lá no início da competição, pode mudar completamente de significado diante de uma derrota terrível no último jogo. A história não é feita apenas uma vez. Ela é revisitada, de acordo com tudo que acontece no futuro. A condenação recente de políticos famosos no Brasil mostrou que enquanto se está vivo, sempre há tempo para alcançar a glória ou colocar tudo a perder.

E mesmo depois da morte, as coisas seguem sendo reavaliadas pela luz dos acontecimentos no mundo. O herói de ontem pode ser mal avaliado pelos anos futuros. Quantos filmes você viu, interessantíssimos, foram estragados por um final descabido? A rigor, até que termine, você não sabe que filme está vendo. Porque a avaliação real não acontece durante. Só DEPOIS, só importa a avaliação quando acaba.

E quando acaba a partida, o filme, a vida; o que importam os números, o saldo de gols ou o saldo no banco, os carros na garagem ou a cobertura de luxo? Essa avaliação das coisas só interessa ao espólio; aos que ficam. Ao avaliado, àquele que fechou seu ciclo, o que interessa não está mais aqui. O que interessa é o que foi feito, o que foi vivido, o que foi realizado, o amor que se teve e o amor que se deu. O que interessa é o que foi compartilhado.

Na avaliação que se faz no durante, Van Gogh foi um fracasso e jamais vendeu um único quadro. Na avaliação de seu pai; Albert Einstein foi um funcionário público medíocre, o que era bastante coerente com as notas sem brilho que ele obteve na escola. Tudo que Einstein fez de importante aconteceu depois da morte do pai. Por esses dois exemplos extremos, fica claro que as avaliações terrestres são absolutamente precárias, incompletas e de um significado pífio, para dizer o mínimo.

O teste do tempo vai muito além de algumas dezenas de anos que compõem uma vida. As repercussões de qualquer vida vão muito além daquilo que se observa durante o seu desenrolar. As decisões que tomamos podem afetar muito mais amplamente do que imaginamos à primeira vista, nesse nosso tempo precário chamado “durante”.

Aos que tem certeza absoluta de que nada há além da matéria; confesso que não imagino o que possa importar, e provavelmente nem posso contribuir com algo que lhes interesse. Mas para aqueles que acreditam que “Somos seres espirituais vivendo uma experiência na matéria”; para os que crêem em qualquer espécie de transcendência; cabe bem esta reflexão ao final de mais um ciclo de um ano, buscando as questões efetivamente importantes; não as transitórias e passageiras:

Quanto do seu tempo e da sua vida foi efetivamente bem aproveitado este ano? Quanto de seu tempo foi dedicado ao que realmente importa, e quanto foi usado contando moedas e brigando por amendoins? Quanto tempo você dedicou àqueles que contarão, aqui, a sua história, quando você houver partido? Quanto tempo dedicou a conhecer a si mesmo, que, afinal, é o único que poderá contar a sua história, DEPOIS daqui? Você terá uma boa história para contar? Ou apenas uma enorme lista de justificativas?

Se a sua história terminasse agora, quantos testemunhariam o seu valor, a sua verdade e a sua contribuição? E quantos, talvez piedosamente, diriam apenas “nada a declarar”?

Ao fechar este ano, você terá jogado 365 lances neste tabuleiro de xadrez. Nada estará decidido, e sua partida continuará aberta para mais 365 lances em 2014.

A cada dia do ano novo, o sol vai nascer de novo e dizer:
– Sua vez.

Por Paulo Ferreira <[email protected]>

Os 83 conselhos do Mestre Gurdieff

“…Gurdjieff, um dos grandes Mestres dos caminhos iniciáticos ocidentais, deixou uma lista de 83 conselhos…
1. Fixe sua atenção em você mesmo. Seja consciente em cada instante do que você pensa, sente, deseja e faz.
2. Termine sempre o que você começou.
3. Faça o melhor possível, aquilo que você está fazendo.
4. Não se prenda a nada que, com o tempo, te destrua.
5. Desenvolva a sua generosidade sem testemunhas.
6. Trate cada pessoa como se fosse um parente próximo.
7. Organize o que você desorganizou.
8. Aprenda a receber, agradeça cada dom.
9. Pare de se auto definir…

10. Não minta nem roube, pois estará mentindo e roubando a você mesmo.

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Uma Hipótese Inquietante

 

No mínimo, uma hipótese inquietante… no mínimo..

Nessa entrevista, o filósofo e pesquisador espiritualista Alberto Cabral discute a controversa teoria, defendida por alguns autores do meio ufológico, que a Terra vive em uma espécie de “tempo alternativo” do universo

Um líder digno.

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“No mais profundo de nosso coração, existe um enorme anseio de ajudar para que o homem saia da pré-história. Eu defino que o homem enquanto viva em clima de guerra, está na pré-história, apesar dos muitos artefatos que possa construir.” Pepe Mujica

 

http://youtu.be/OLef1zl7k4Q

Se você pensa que não existe sequer um líder digno nesse momento do mundo, fique feliz em saber que está enganado. O que falta é apoio maciço, claro, de milhões de pessoas, a quem é digno e vive de acordo com o que diz. Pepe Mujica, presidente do Uruguai, é um LÍDER com maiúsculas, um líder como o MUNDO precisa hoje. Leia o seu discurso. Mas se ficar com preguiça porque é longo, lembre-se: é por essa preguiça, essa inação e essa mesma indiferença que vivemos nesta sociedade que não interessa a ninguém, à exceção de meia dúzia.

Abaixo, a íntegra do discurso:

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A Agressão é o discurso dos Incapazes.

Fronteiras do Século XX, Idade das Trevas.

Por Paulo Ferreira

 

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“Há poucas coisas mais bizarras do que ver as pessoas defenderem que outro país seja bombardeado, mesmo reconhecendo que não haverá outro resultado positivo exceto salvaguardar a “credibilidade” dos que fazem o bombardeio. É difícil imaginar um sinal mais claro de um império fraco e decadente do que sua “credibilidade” depender de bombardear periodicamente outros países.” ~Glenn Greenwald (traduzido do artigo Obama, Congress and Syria, publicado no The Guardian de 1o de Setembro de 2013)

A Idade das Trevas é uma periodização histórica utilizada para a Idade Média, que enfatiza a deterioração cultural e econômica que ocorreu na Europa Ocidental após a queda do Império Romano. O rótulo tradicional emprega imagens de luz versus escuridão por contraste da “escuridão” do período com períodos anteriores e posteriores de “luz”.  O termo “Idade das Trevas” em si deriva do latim saeculum obscurum. (traduzido da Wikipédia, sob o titulo Dark Ages)

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E SE nós parássemos o mundo?

por Paulo Ferreira.

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Apenas por um tempo, apenas por 2 dias?

Começando na sexta à noite, e indo até o domingo à noite?

Todos nós já vivemos momentos em que simplesmente queríamos que algo parasse.

Que por um breve tempo que fosse, parasse todo o consumismo, todo o nervosismo, toda a correria.

Todo o stress e todo abuso.

E se fosse fácil, assim, de um modo que qualquer um saiba o que fazer: NADA.

Nada que se pague, nada que se consuma, nada que estresse, nada que gaste.

E se todos ficássemos em casa, sem ligar o carro, sem comprar pão, sem ir à rua,

E todos nós usássemos esse tempo apenas para estar com quem amamos, ler os livros que já temos, cantar as musicas que gostamos?

E se muitos de nós usassem esse tempo para meditar, orar, pedir, pensar?

E se muitos de nós usássemos esse tempo para desligar a TV, as luzes, os filmes, deixássemos os jornais na porta, do lado de fora?

E se aqueles de nós que tem filhos dissessem a eles sobre o que se trata, para que eles também brincassem com o que já tem e não precise ser ligado na tomada?

E se muitos de nós usássemos esse tempo para olhar nos olhos e para olhar para dentro, verdadeiramente?

Se alguns de nós usassem esse tempo para dormir, profundamente, muitas e muitas horas?

E se desligássemos os celulares e os telefones e não respondêssemos emails nem ligássemos o computador?

E se muitos entre nós não usasse nenhuma forma de energia elétrica, e outros ainda, fizessem um jejum?

E se, muitos de nós fazendo isso, pudéssemos dizer ao MUNDO: eu quero que isso PARE. EU QUERO QUE ISSO MUDE.

E se isso fosse, com o tempo, crescendo e se transformando numa mensagem REALMENTE PODEROSA?

E se muitos outros, como nós, pudessem entender essa mensagem?

E se da primeira vez fôssemos centenas… na segunda vez fôssemos milhares, e na terceira vez.. MILHÕES…

E se isso pudesse COMUNICAR ao MUNDO uma mensagem CLARA, SIMPLES

A DE QUE QUEREMOS VIVER DE OUTRO MODO

Mais simples. Mais fácil. Mais verdadeiro

E se isso fosse tão fácil quanto apenas FAZER ISSO?

E se ao invés de dizer que gostou da idéia, você a compartilhasse com TODOS que você conhece?

E se ao invés de apenas falar a respeito, você FIZESSE ISSO?

E se o mundo começasse a MUDAR ao ver que milhões querem exatamente isso?

 

 

 

O Mundo Mágico das Religiões

As pessoas buscam as religiões por diversos motivos, dentre eles podemos citar a paz de espirito, socorro financeiro/amoroso,  ou o que na minha opinião é um dos mais importantes nessa questão, a mudança de consciência, a vontade de sentir algo a mais, seja estar conectado com as pessoas, “sentir Deus”, ou entrar em estados de transe como muitos índios, envagélicos e freqüentadores de terreiros.

Elas querem sentir que há um ordem no Universo, que “Deus” está presente observando elas, pois elas se sentem sozinhas, esperando algo acontecer para dar sentido a vida delas, procuramos presságios, e significados em eventos rotineiros, uma coisa tão antiga, mas por mais tecnologia que tenhamos, ainda acreditaremos que se fizermos algo, ou entendermos alguma coisa, isso irá interferir no resto do universo, e talvez até intervenha, mas queremos certeza, queremos sentir.

Todos sentimos estados alterados de consciência, não é preciso estar em jejum, ou meditação para sentir algo, no momento em que você acorda você está em uma velocidade, quando você conquista algo e sente aquela liberdade e o sentimento de completude é outro momento.

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