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Nikola Tesla: Celebrando o Gênio

Certa vez perguntaram a Albert Einstein “Qual é a sensação de ser o homem mais inteligente a estar vivo? A resposta de Einstein foi “eu não sei, você tem de perguntar ao Nikola Tesla”.

Se isso dá uma clara noção de que tipo de pessoa Tesla foi, o fato só torna mais difícil entender como este Gênio, descobridor da corrente alternada, criador da hidrelétrica e do motor elétrico, do controle remoto, dos drones e do wi-fi. Nikola Tesla é um dos nomes mais importantes da história das invenções no mundo, e segue largamente desconhecido apesar de ter sido o criador de tecnologias tão importantes para a vida moderna.

Em 2014, diversos fatores devem colaborar para tornar o nome de Tesla mais conhecido para as novas gerações. Muitos eventos sobre suas invenções serão realizados no mundo todo, inclusive a grande Tesla Conference, na Sérvia, sua terra natal. Também um filme contando sua história tem lançamento programado para este ano.

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Diferente de outros inventores, Tesla não está na maioria dos currículos e livros escolares. E a razão para o “esquecimento” do gênio nascido na Sérvia está naquela que Tesla considerava que seria sua maior contribuição à humanidade: a energia livre. Tesla construiu uma torre nos Estados Unidos, com a qual estabeleceria uma linha de comunicação sem fio (wi-fi)  com a Europa, para a transmissão de mensagens e informação. Isso tudo, antes do inventor italiano Marconi ter realizado a transmissão Europa-EUA.  A torre de Tesla estava em construção; e neste ponto da história, Tesla já havia criado a corrente alternada, o motor elétrico e colocado em funcionamento o primeiro sistema hidrelétrico do mundo, nas cataratas de Niágara, na fronteira entre EUA e Canadá. Ou seja, não havia nenhuma razão para crer que a sua torre não seria perfeitamente bem sucedida.

O problema, na verdade, é que o funcionamento de sua torre seria “excessivamente” bem sucedido, na opinião dos financiadores do projeto: informações e mensagens, pelo projeto de Tesla, seriam transmitidos pelo ar, através de frequências elétricas. E junto com elas, naturalmente, seria transmitida energia elétrica. Livre de custo. Sem que se pudesse colocar um “medidor” para cobrar por ela.

Assim que entenderam que não poderiam cobrar pela energia, os financiadores do projeto imediatamente paralisaram as obras e ordenaram que fosse desmontada a torre. Todos os financiamentos e fundos foram retirados e Nikola Tesla não pôde realizar o seu maior sonho, fornecer energia livre para o desenvolvimento da humanidade.

A revista Galileu publicou em sua edição deste mês uma matéria com o titulo

Gênio redescoberto: Tesla fica pop [aqui: http://revistagalileu.globo.com/Revista/noticia/2014/03/genio-redescoberto-tesla-fica-pop.html ]

FIEC marca agenda

Entre os eventos programados para este ano, acontece em 19 de março em São Paulo o Forum Internacional de Energia e Consciência, [veja mais aqui: https://www.sympla.com.br/i-forum-internacional-de-energia-e-consciencia-o-despertar-tecnologico-para-a-transicao__17944 ] com a participação do Presidente do Nikola Tesla Institute de Brasília, o sérvio e sobrinho-neto de Nikola Tesla, Boris Petrovic.

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Boris Petrovic, Presidente do Nikola Tesla Institute de Brasília, o sérvio e sobrinho-neto de Nikola Tesla

Nikola Tesla Institute http://www.institutotesla.org/

Mais sobre Nikola Tesla: http://pt.wikipedia.org/wiki/Nikola_Tesla

Reflexões ao final de mais um Ano

A vida é parecida com um jogo de xadrez. Cada movimento conta, cada peça cumpre um papel numa estratégia maior, desenhada para um objetivo. Cada movimento tem um valor muito relativo, visto isoladamente. É no conjunto, e somente ao final da partida, que se percebe que um movimento aparentemente trivial, lá no início ou no meio do jogo, criou as condições para a vitória. Ou pôs tudo a perder, a partir dali. Entretanto, envolvidos demais com cada lance, muitos perdem a visão de conjunto. E tratam o xadrez da vida como se fosse um jogo de dados, onde decide-se resultados em poucos segundos, a cada vez que se joga. No xadrez da vida, é claro que cada movimento conta, e merece atenção e respeito. Como degrau; como passo, em direção a um objetivo maior. Mas de modo algum como resultado em si mesmo. Tantas vezes algo parece trágico, somente para revelar-se cômico seis meses depois. E o que são seis meses? Fechados num olhar estreito, pequeno, tantos apavoram-se com problemas que parecem terríveis, insolúveis naquele instante em que estão sendo vividos. Estes mesmos, meses depois, riem de suas próprias atitudes e preocupações, tão sérias DURANTE, tão absolutamente pueris; depois.

Disputamos algo parecido com a Copa do Mundo, só que todos os jogos são consigo mesmo. O desafio é SEMPRE vencer a si mesmo, e os seus limites, nada mais. Nesse torneio, cada jogo é fundamental, porque são estes que permitem que se avance para a próxima fase. Mas somente o resultado geral pode realmente ser considerado um título. Até o último minuto da última partida, o resultado está aberto e você não sabe se será vencedor sobre si mesmo. A glória de uma goleada, lá no início da competição, pode mudar completamente de significado diante de uma derrota terrível no último jogo. A história não é feita apenas uma vez. Ela é revisitada, de acordo com tudo que acontece no futuro. A condenação recente de políticos famosos no Brasil mostrou que enquanto se está vivo, sempre há tempo para alcançar a glória ou colocar tudo a perder.

E mesmo depois da morte, as coisas seguem sendo reavaliadas pela luz dos acontecimentos no mundo. O herói de ontem pode ser mal avaliado pelos anos futuros. Quantos filmes você viu, interessantíssimos, foram estragados por um final descabido? A rigor, até que termine, você não sabe que filme está vendo. Porque a avaliação real não acontece durante. Só DEPOIS, só importa a avaliação quando acaba.

E quando acaba a partida, o filme, a vida; o que importam os números, o saldo de gols ou o saldo no banco, os carros na garagem ou a cobertura de luxo? Essa avaliação das coisas só interessa ao espólio; aos que ficam. Ao avaliado, àquele que fechou seu ciclo, o que interessa não está mais aqui. O que interessa é o que foi feito, o que foi vivido, o que foi realizado, o amor que se teve e o amor que se deu. O que interessa é o que foi compartilhado.

Na avaliação que se faz no durante, Van Gogh foi um fracasso e jamais vendeu um único quadro. Na avaliação de seu pai; Albert Einstein foi um funcionário público medíocre, o que era bastante coerente com as notas sem brilho que ele obteve na escola. Tudo que Einstein fez de importante aconteceu depois da morte do pai. Por esses dois exemplos extremos, fica claro que as avaliações terrestres são absolutamente precárias, incompletas e de um significado pífio, para dizer o mínimo.

O teste do tempo vai muito além de algumas dezenas de anos que compõem uma vida. As repercussões de qualquer vida vão muito além daquilo que se observa durante o seu desenrolar. As decisões que tomamos podem afetar muito mais amplamente do que imaginamos à primeira vista, nesse nosso tempo precário chamado “durante”.

Aos que tem certeza absoluta de que nada há além da matéria; confesso que não imagino o que possa importar, e provavelmente nem posso contribuir com algo que lhes interesse. Mas para aqueles que acreditam que “Somos seres espirituais vivendo uma experiência na matéria”; para os que crêem em qualquer espécie de transcendência; cabe bem esta reflexão ao final de mais um ciclo de um ano, buscando as questões efetivamente importantes; não as transitórias e passageiras:

Quanto do seu tempo e da sua vida foi efetivamente bem aproveitado este ano? Quanto de seu tempo foi dedicado ao que realmente importa, e quanto foi usado contando moedas e brigando por amendoins? Quanto tempo você dedicou àqueles que contarão, aqui, a sua história, quando você houver partido? Quanto tempo dedicou a conhecer a si mesmo, que, afinal, é o único que poderá contar a sua história, DEPOIS daqui? Você terá uma boa história para contar? Ou apenas uma enorme lista de justificativas?

Se a sua história terminasse agora, quantos testemunhariam o seu valor, a sua verdade e a sua contribuição? E quantos, talvez piedosamente, diriam apenas “nada a declarar”?

Ao fechar este ano, você terá jogado 365 lances neste tabuleiro de xadrez. Nada estará decidido, e sua partida continuará aberta para mais 365 lances em 2014.

A cada dia do ano novo, o sol vai nascer de novo e dizer:
– Sua vez.

Por Paulo Ferreira <pauloferreira8@gmail.com>

Um líder digno.

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“No mais profundo de nosso coração, existe um enorme anseio de ajudar para que o homem saia da pré-história. Eu defino que o homem enquanto viva em clima de guerra, está na pré-história, apesar dos muitos artefatos que possa construir.” Pepe Mujica

 

http://youtu.be/OLef1zl7k4Q

Se você pensa que não existe sequer um líder digno nesse momento do mundo, fique feliz em saber que está enganado. O que falta é apoio maciço, claro, de milhões de pessoas, a quem é digno e vive de acordo com o que diz. Pepe Mujica, presidente do Uruguai, é um LÍDER com maiúsculas, um líder como o MUNDO precisa hoje. Leia o seu discurso. Mas se ficar com preguiça porque é longo, lembre-se: é por essa preguiça, essa inação e essa mesma indiferença que vivemos nesta sociedade que não interessa a ninguém, à exceção de meia dúzia.

Abaixo, a íntegra do discurso:

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A Agressão é o discurso dos Incapazes.

Fronteiras do Século XX, Idade das Trevas.

Por Paulo Ferreira

 

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“Há poucas coisas mais bizarras do que ver as pessoas defenderem que outro país seja bombardeado, mesmo reconhecendo que não haverá outro resultado positivo exceto salvaguardar a “credibilidade” dos que fazem o bombardeio. É difícil imaginar um sinal mais claro de um império fraco e decadente do que sua “credibilidade” depender de bombardear periodicamente outros países.” ~Glenn Greenwald (traduzido do artigo Obama, Congress and Syria, publicado no The Guardian de 1o de Setembro de 2013)

A Idade das Trevas é uma periodização histórica utilizada para a Idade Média, que enfatiza a deterioração cultural e econômica que ocorreu na Europa Ocidental após a queda do Império Romano. O rótulo tradicional emprega imagens de luz versus escuridão por contraste da “escuridão” do período com períodos anteriores e posteriores de “luz”.  O termo “Idade das Trevas” em si deriva do latim saeculum obscurum. (traduzido da Wikipédia, sob o titulo Dark Ages)

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E SE nós parássemos o mundo?

por Paulo Ferreira.

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Apenas por um tempo, apenas por 2 dias?

Começando na sexta à noite, e indo até o domingo à noite?

Todos nós já vivemos momentos em que simplesmente queríamos que algo parasse.

Que por um breve tempo que fosse, parasse todo o consumismo, todo o nervosismo, toda a correria.

Todo o stress e todo abuso.

E se fosse fácil, assim, de um modo que qualquer um saiba o que fazer: NADA.

Nada que se pague, nada que se consuma, nada que estresse, nada que gaste.

E se todos ficássemos em casa, sem ligar o carro, sem comprar pão, sem ir à rua,

E todos nós usássemos esse tempo apenas para estar com quem amamos, ler os livros que já temos, cantar as musicas que gostamos?

E se muitos de nós usassem esse tempo para meditar, orar, pedir, pensar?

E se muitos de nós usássemos esse tempo para desligar a TV, as luzes, os filmes, deixássemos os jornais na porta, do lado de fora?

E se aqueles de nós que tem filhos dissessem a eles sobre o que se trata, para que eles também brincassem com o que já tem e não precise ser ligado na tomada?

E se muitos de nós usássemos esse tempo para olhar nos olhos e para olhar para dentro, verdadeiramente?

Se alguns de nós usassem esse tempo para dormir, profundamente, muitas e muitas horas?

E se desligássemos os celulares e os telefones e não respondêssemos emails nem ligássemos o computador?

E se muitos entre nós não usasse nenhuma forma de energia elétrica, e outros ainda, fizessem um jejum?

E se, muitos de nós fazendo isso, pudéssemos dizer ao MUNDO: eu quero que isso PARE. EU QUERO QUE ISSO MUDE.

E se isso fosse, com o tempo, crescendo e se transformando numa mensagem REALMENTE PODEROSA?

E se muitos outros, como nós, pudessem entender essa mensagem?

E se da primeira vez fôssemos centenas… na segunda vez fôssemos milhares, e na terceira vez.. MILHÕES…

E se isso pudesse COMUNICAR ao MUNDO uma mensagem CLARA, SIMPLES

A DE QUE QUEREMOS VIVER DE OUTRO MODO

Mais simples. Mais fácil. Mais verdadeiro

E se isso fosse tão fácil quanto apenas FAZER ISSO?

E se ao invés de dizer que gostou da idéia, você a compartilhasse com TODOS que você conhece?

E se ao invés de apenas falar a respeito, você FIZESSE ISSO?

E se o mundo começasse a MUDAR ao ver que milhões querem exatamente isso?

 

 

 

Palestras Banidas do TED: Rupert Sheldrake e os “10 dogmas da Ciência”

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Por Paulo Ferreira

Recentemente, postei no facebook sobre o livro escrito por um neurocirurgião que escreveu um livro afirmando que a consciência não é criada pelo cérebro. Ele afirma isso porque viveu uma experiência de quase-morte e reviu todos os seus próprios conceitos científicos estabelecidos em 25 anos de ceticismo e materialismo científico. O livro em questão é Uma Prova do Céu – A Jornada de Um Neurocirurgião À Vida Após A Morte do Dr. Eben Alexander III [http://www.livrariasaraiva.com.br/produto/4834013/uma-prova-do-ceu-a-jornada-de-um-neurocirurgiao-a-vida-apos-a-morte/]

Nesta mesma semana, além do post de ontem sobre o TED aqui no Destruidor de Dogmas, encontrei uma matéria interessantíssima do blog Collective Evolution sobre uma palestra realizada por um cientista no TED [www.ted.com], um palco famoso por seu pluralismo e apoio à liberdade de expressão. Entretanto, mesmo toda a liberdade estimulada pela organização das TED Talks sucumbiu à revolução científica proposta por Rupert Sheldrake, um biomédico inglês que escreveu “The Science Delusion”, ou, em tradução livre, A Ilusão da Ciência (o livro ainda não tem titulo em português). Foi o conselho de consultores científicos do TED que decidiu banir a palestra de Sheldrake.

O que não deixa de ser uma clara indicação do quanto o seu conteúdo é inquietante. A decisão de banir a palestra, entretanto, tornou tudo muito mais forte e evidente, ao mostrar que a comunidade científica em grande medida anda bastante presa ao que Sheldrake chamou de “Dogmas da Ciência”.  A palestra foi disponibilizada alternativamente no YouTube, e rapidamente as milhares de visualizações geraram milhares de comentários.. criticando a postura de banir a palestra, o que por sua vez, levou o TED a reconsiderar (sabiamente) e voltar a disponibilizar o conteúdo.

No centro de todo esse acalorado debate, estão as afirmações de Rupert Sheldrake sobre o que ele tem chamado de 10 Dogmas da Ciência – dez afirmações que, na opinião deste cientista, não se sustentam como afirmações e deveriam, antes de mais nada, ser tratadas como perguntas, visto que a ciência oficial não tem dados ou comprovações para fazer afirmação alguma seguindo aquilo que poderia efetivamente ser chamado de “processo científico” – ao mesmo tempo em que existem milhares de evidências acumuladas ao longo dos anos que desacreditam a validade dessas afirmações. Então vamos a elas:

Rupert Sheldrake resume 10 dogmas que ele considera existir dentro da chamada “ciência oficial” hoje. Ele afirma que quando se observa cada uma dessas idéias cientificamente, vê-se que elas não são de fato verdadeiras:

1. A Natureza é mecânica, ou assemelhada a uma máquina.

2. Toda matéria é inconsciente.

3. As leis ou constantes da natureza são fixas.

4. A quantidade total de matéria e energia é sempre a mesma

5. A natureza não tem propósito

6. Hereditariedade biologia é material

7. Memórias são guardadas dentro do seu cérebro

8. Sua “mente” (consciência) está dentro da sua cabeça

9. Fenômenos psíquicos como a telepatia não são possíveis.

10. A medicina mecanicista é o único tipo que funciona

Procurei resumir rapidamente esse assunto porque todos os links, textos e palestras citados ainda não foram traduzidos, e isso dificulta muito o acesso no Brasil, onde pouca gente domina o inglês para acessar o original. Antecipadamente, perdoem-me qualquer inexatidão, a intenção aqui é a de disponibilizar, ao menos o essencial do debate, o quanto antes.

Todas as velhas fronteiras perdem rapidamente a validade. Todas as velhas “certezas” parecem cada vez mais hipóteses construídas sobre pilares muito mais provisórios e inconsistentes do que pareciam há alguns anos. A ultrapassada visão de ciência e espiritualidade como “necessariamente pólos opostos” perdeu completamente a validade. Exatamente como tantos pensadores do movimento universalista ou da espiritualidade contemporânea vem sinalizando há um bom tempo. Parece que os muitos cientistas começam a enxergar a ilusão desta divisão artificialmente imposta e silenciosamente aceita, e resolveram tornar-se parte ativa no debate. Da minha parte, que sejam, finalmente, muito bem vindos!

Seguem todos os links originais sobre toda a polêmica:

http://www.collective-evolution.com/2013/04/10/banned-ted-talk-rupert-sheldrake-the-science-delusion/

<iframe width=”560″ height=”315″ src=”http://www.youtube.com/embed/JKHUaNAxsTg” frameborder=”0″ allowfullscreen></iframe>

http://en.wikipedia.org/wiki/Rupert_Sheldrake

http://blog.ted.com/2013/03/18/graham-hancock-and-rupert-sheldrake-a-fresh-take/

 

Livro: O Mensageiro

Hoje venho falar sobre algo especial para o DDD, Paulo Ferreira, uma das pessoas que escrevem no site acaba de lançar um livro sobre exatamente o objetivo do site, Acordar.

Paulo passa longe da arrogância que a idéia de “alguém te fazer acordar” traz, ele mostra que é possível para você caminhar para fora da estrada do entorpecimento e rumar não a esmo e sim a um lugar de sua escolha.

O livro foi escrito por Paulo no final do ano passado,  e devo falar que o livro é perfeito para a pessoa que está desconfiada, incomodada com a forma que as pessoas e com o caminho que o mundo está tomando. A maioria das pessoas que se encontram nessa situação se quer sabem que podem sair, e não só escapar, mas sim escolher o ambiente em que você quer estar, e isso não se trata de auto-ajuda e sim de auto-conhecimento.

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O Ego é a Fonte da Atitude Altruísta?

Esse foi um debate realizado entre Vitor e Mako à respeito da pergunta: Será que a atitude altruísta, que pensa no bem do próximo, é na realidade uma forma da pessoa pensar em si mesmo, pensando mais na sua necessidade de fazer o bem do que em satisfazer o outro?

Mako Abe:
Será essa a verdadeira força motriz de uma ação altruista? Qualquer um pode afirmar que nos sentimos bem ao ajudar alguma pessoa, mas os motivos para tal são diversos, desde culpa por ser rico, ou por aliviar uma possível consciência pesada, até simplesmente se comover com a situação de uma pessoa na rua. Mas acho que olhamos essa situação apenas de forma psicológica, sentimos um desconforto ao olhar um mendigo na rua claro (muitos já estão anestesiados com a visão rotineira), mas eu acho que muitas pessoas tem a consciência que aquilo não deveria acontecer e se ele pudesse aliviar um pouco o sofrimento dele ia ser bom, mas não pelo simples fato de se sentir bem, e sim dessa pessoa perceber que mesmo que inconscientemente que nós devemos e nos ajudamos por natureza própria, somos parte da mesma raça, do mesmo organismo planetário.

Vitor Oliveira:
Bom, Essa questão é muito confusa. Posso até ter dito sem pensar, mas no geral eu concordo com essa ideia, do fundo egoísta do altruísmo, do mesmo jeito que vejo, por outro lado, um fundo altruísta do egoísmo. Gostaria, primeiro, de passarmos a limpo o que chamamos de altruísmo e de egoísmo. Vou aqui colocar minha ideia, e acho que, antes de discutirmos esse ponto, você poderia colocar a sua. Em vez de um ping-pong direto, no qual eu falo e você rebate e fala e eu rebato, podemos construir algo juntos…
Vamos lá: As duas palavras possuem o sufixo -ismo, que é usado, desde o século XIX, para criar substantivos que designam correntes ideológicas, religiosas e filosóficas. Geralmente, esse sufixo destaca a importância do radical – o trecho da palavra que vem antes dele, e o torna representante máximo de uma forma de pensamento. Assim, o marxismo lê toda nossa história através de Marx, e geralmente se esquece de outras formas de leitura, o idealismo crê no mundo das ideias como sendo o primeiro, o verdadeiro, colocando em segundo lugar a matéria.
Bom, o mesmo acontece com essas duas palavras: egoísmo destaca atitudes e comportamentos centrados no ego, no sujeito, e quando falamos em moral, se refere a uma pessoa que pensa primeiramente em si mesma e no seu bem-estar. Altruísmo seria o oposto, ou seja, o alter (outro) estaria em primeiro plano.

Diálogo sobre Responsabilidade I

Fui a uma festa e me lembrei do que andei ouvindo por ai, por campanhas que me diziam: Se beber não dirija.

Tentei agir corretamente, peguei meu carro, sai de casa e na festa pedi coca cola e mate.

Senti orgulho de mim mesmo. Senti que o correto era isso mesmo, não beber para dirigir ou beber e não dirigir, embora meus amigos insistiam que isso era coisa de babaca.

Quando a festa finalmente acabou, vi gente bêbada, casais cambaleando e rindo. Com tanto álcool é comum ver como essas pessoas se acham incrivelmente superiores com seus carros caros mas com personalidades mal formadas.

Vi pessoas pegando seus carros, sem condições de fazer isso.

Peguei meu carro, com a certeza de que iria chegar em casa são e tranquilo, orgulhoso e tranquilo, pois havia seguido todas as recomendações de como agir corretamente.

Comecei a manobrar, coloquei uma musica bacana no carro e fui lembrando de como foi legal a festa quando… …. ….. …… ……..

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Debate: Deus Existe?

 

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Uma coisa dentre todas as discutidas me chamou muita a atenção, todas as pessoas reclamam do sofrimento no mundo, pois não conseguem enxergar além dela, e claro, tem medo de que seu dia de experimentá-la chegue, mas nessa discussão há Deus como fator determinante, o que muda muita coisa nesse questionamento se o sofrimento deve ser evitado a todo o custo ou não, o que na minha opinião não deve, pois ele serve como alavanca para o crescimento do ser humano, mas vemos no mundo mortes de milhões de crianças por malária, uma doença bem simples se tratada no começo, e esse fato de muitas crianças morrerem, obviamente bem cedo em suas vidas, mas se tomarmos o pressuposto que existe uma consciência viva por trás do universo (sendo ela a da bíblia ou não), há de haver um ciclo de reencarnação, pois se Deus é  todo poderoso e apenas bondade, ele não daria apenas uma vida, ou um corpo físico, para uma pessoa experiênciar, pois se não há intervenção na maldade e no sofrimento “desnecessário”, como a morte de crianças de fome ou doenças, então há por meio de uma necessidade de se dar sentido a vida e entender o mecanismo da mesma a necessidade de uma pessoa/alma ter mais do que um só corpo, pois como dito na religião cristã, nós só temos uma vida (o que na minha opinião é uma afirmanção equivocada, mas não tenho o conhecimento ainda para debatê-lo), mas seria demasiadamente injusto, para não dizer falho, um sistema que possibilita em larga escala a “anulação” da experiência vida de um ser.  Sendo que de acordo com a interpretação comum da bíblia ou a pessoa vai para o inferno ou para o céu, mas no céu apenas uns poucos estarão, algumas centenas somente como é falado na bíblia, enquanto no inferno bilhões perecerão.

Quero chamar a atenção para a falta de congruência nesse aspecto, ou nossa interpretação da bíblia é muito fraca, pra não dizer nenhuma, ou ela não condiz consigo mesma. Acredito que seja a primeira opção.

E uma outra coisa surgiu no meio da discussão que acho bom ressaltar, SE existir um, ou vários, ser pensante além da nossa dimensão e que veio antes da criação do tempo e espaço, portanto se há algo/alguém agindo por trás de tudo que acontece no universo, ele tendo uma compreensão além do tempo como o experienciamos não agiria de forma tão direta como descrito na bíblia, pois ele teria uma mente tão avançada, como por exemplo o Dr. Manhatam do quadrinho Watchman ou mesmo os Observadores da série de Tv Fringe, que não teria ações com o pensamento tão humano, e sim algo muito mais compreendedor da mecânica do universo. Claro, isso não é nenhuma certeza, mas faria mais lógica se assim o fosse.

O ateu, Austin Dacey, fala no final que a alma/consciência não implica nada nesse assunto o que mostra certa ignorância nesse da parte dele, pois há vários experimentos demonstrados pelo Dr. Jacobo que demonstram uma possível ligação, por favor leia a parte Pensamento Quântico do blog.

Peço a todos que não tentem converter alguém que não queira ouvir, ou que não esteja preparado, além da inutilidade da tarefa, você tem que ligar pra quem a pessoa é e não na crença dela de onde ela vai depois da morte.

Espero que leiam alguns complementos para esse post que já há no blog.

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