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Como funciona a reencarnação?

Muitas religiões falam da evolução espiritual: de que voltaremos a viver novas vidas, com corpos diferentes, sexo diferente e até orientação sexual diferente. Algumas falam que já vivemos como animais – outras até falam que a forma mais pura do ser é finalmente encarnar um animal.

Mas como escolher quem você vai ser na próxima vida? Como funciona a dinâmica complexa do voltar a viver num mundo totalmente diferente? Se o propósito é a evolução da nossa consciência, como sabermos que vida viver?

No espiritismo é explicado que planejamos nossa vida futura com outros seres divinos, mas como saber em que família nascer, que experiências teremos para evoluir e qual a melhor estratégia de eventos em nossa vida fará com que haja desafios não tão fáceis assim a ser conquistados em prol da evolução pessoal?

No outro mundo (céu), o espiritual – ou na outra dimensão, como alguns costumam dizer – teria que ter uma espécie de computador que praticamente tocasse o tecido do universo. Seus circuitos seriam o próprio mundo ou tudo seria feito a partir da própria consciência em contato com o todo, pois nenhuma máquina conseguiria calcular tantas coisas a não ser que ela   

Saberíamos dizer que tipo de família nos daria amor – ou traumas. Que tipo de família nos incentivaria ou, simplesmente, que tipo de família nos esqueceria.

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Escolas de auto-conhecimento e espiritualidade em SP e RJ

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www.ippb.org.br

Vou fazer um curso lá essa semana sobre projeção astral, ainda não tinha feito nada nesse lugar, mas conheço alguns profissionais de lá pela internet e posso dizer que são muito sérios, depois conto como foi.
ATUALIZADO: Fui lá e foi bem legal, o Wagner Moura com certeza sabe bastante e vai resolver muitas dúvidas sobre viagem astral, infelizmente são apenas duas aulas a primeira parte com o valor de 210 reais, e ainda vão ter 3 fases se não me engano.

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http://nova-acropole.org.br/

Esse lugar é sensacional, tem uma filosofia linda por trás, já fiz um curso de filosofia lá, e comecei um de auto-conhecimento muito bom pra quem está querendo buscar mais e mais informação para crescer. Nesse lugar ainda há o curso de artes-marciais e de lutas com espadas (Kenjutsu e Iaijutsu), e existem várias em várias cidades.

 

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http://www.portalmonroebrasil.com/

Apesar do site ter site dos anos 90 o lugar é muito bom, ainda não fiz o curso, pois perdi a data esse ano, mas ano que vem faço o de projeção astral. Esse é o único lugar no brasil a passar o conhecimento do Instituto Monroe. Para ver um vídeo bem informativo da Débora Sachs no Jô Soares clique aqui.

Você já deve ter visto esse adesido em vários carros, mas como eu pensou que era uma campaha a favor da vida no trânsito, felizmente não é isso. É uma escola anímica, de animus, alma, ou seja, ela ensina você a desenvolver as características da alma, como projeção astral, clarividência (visão de outro lugar independente do tempo), e a telepatia. Ainda não conheço muito, mas com certeza farei um curso lá. O curso inicial é de 7 dias seguidos e custa 600 reais.

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http://www.ieesp.org.br/cursos.htm

Conheci esses dias esse lugar, ainda não sei muito sobre ele, mas é focado no espiritismo.

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http://www.conscienciacosmica.com.br

Esse é um lugar onde há várias cursos de muitos assuntos, conheci sem querer na Fnac.

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http://www.amorc.org.br/

Uma ordem antiguissima, muito parecida com a Maçonaria.

10 coisas que nós acreditamos que nos farão felizes porém não fazem


As dez coisas que nós acreditamos que nos farão felizes, porém não fazem, é um texto do famoso monge budista francês Matthieu Ricard – que, para quem não se lembra, já foi apresentado como “o homem mais feliz do mundo” e já foi palestrante do TED sobre felicidade. Se a gente olhar bem e for sincero, vamos perceber que todos buscamos algo que está nessa lista, estamos perseguindo algo que fatidicamente não nos tornará feliz – e muitos de nós estamos atrás de mais de um dos itens (e é um pouco assombroso pensarmos que podem existir pessoas perseguindo todos esses itens).

PhD em Genética Molecular no Instituto Pasteur, Matthieu Ricard não se dedica mais à vida acadêmica, é hoje tradutor francês do XIV Dalai Lama, membro do Mind & Life Institute, dedicado a pesquisas para a compreensão científica da mente, e é o principal coordenador da Associação Karuna-Shechen, dedicada à educação e serviços de cuidado para as pessoas mais velhas. As dez coisas que nós acreditamos que nos farão felizes, mas que não fazem, segundo Matthieu Ricard, são:
1. Ser rico, poderoso e famoso.
2
. Tratar o universo como se fosse um catálogo de pedidos para os nossos caprichos e desejos
3
. Desejar a “liberdade” para fazer tudo o que vem à mente. (Isto não é ser livre, mas escravos de nossos pensamentos).
4
. Buscar constantemente nossas sensações prazerosas, uma após a outra. (as sensações de prazer rapidamente se desfazem e se tornam até chatas ou desconfortáveis).
5
. Querer nos vingar de forma maldosa de qualquer pessoa que tenha nos ferido. (ao fazer isso nós nos tornamos tão ruins quanto eles, e envenenamos nossas mentes).
6
. “Se eu tivesse tudo, certamente ficaria feliz”, ou “Se eu tiver isto ou aquilo, eu posso ser feliz.” (tais previsões não são geralmente corretas).
7
. Querer sempre ser lisonjeado e nunca enfrentar qualquer tipo de crítica. (o que não nos ajudará a progredir).
8
. Eliminar todos os seus inimigos. (A animosidade nunca nos trará a felicidade).
9
. Nunca enfrentar as adversidades. (Isto nos faz fracos e vulneráveis).
10
. Enfocar os nossos esforços em apenas cuidar de nós mesmos. (o amor altruísta e compaixão são as raízes da verdadeira felicidade).

Veja também esse outro vídeo incrível dele.

TO GO WITH AFP STORY IN FRENCH BY ANNE-MARIE LADOUES: "Matthieu Ricard: la magnificence des JO contraste avec la terreur au Tibet"-French buddhist monk and writer Matthieu Ricard poses on August 9, 2008 in Paris. Matthieu Ricard, who is also the French interpreter of the Dalai Lama, was born in 1946 in Paris. The Dalai Lama kicks off Tuesday an 11-day visit to France that threatened to spark a crisis between Paris and Beijing, until President Nicolas Sarkozy quashed speculation he would meet the Tibetan spiritual leader. AFP PHOTO OLIVIER LABAN-MATTEI (Photo credit should read OLIVIER LABAN-MATTEI/AFP/Getty Images)

_____ Fonte: Fluindo

Cristo pregava amor e não apredejar meninas de 11 anos de outra religião

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Realmente essa brincadeira de telefone sem fio com a mensagem de Jesus (verdadeiro nome :Yeshua) está nos chocando cada vez mais hoje em dia.

E ela não vem de agora, veio desde sempre, pessoas já morreram aos milhares por causa das interpretações de cristo, e de outros religiões também mas num número menor.

Essa menina de 11 anos saia de uma festa de candomblé vestida com o pano na cabeça e saia branca, e ao sair pessoas desconhecidas já começaram a gritar que ela iria para o inferno, a xingaram de macumbeira e a apredejaram.

- Continuo na religião, nunca vou deixá-la. É a minha fé. Mas não saio de mais de branco. Nem no portão eu vou. Estou muito, muito assustada. Tenho medo de morrer. Muito, muito medo.

Nessa situação temos diversas coisas erradas acontecendo, e vou pontuá-las para entendermos o panorama da coisa.

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Suposta esposa de Deus teria sido riscada da história da Bíblia, afirmam pesquisadores

Screenshot 2015-05-19 at 15.06.19Será que uma deusa pagã, atacada na Bíblia como uma das maiores inimigas do culto ao Deus verdadeiro, poderia ser, na verdade, a esposa Dele? De forma bastante simplificada, esse é um dos principais debates que dividem os historiadores da religião do antigo Israel nos últimos tempos. Inscrições misteriosas, pequenas estatuetas de cerâmica e o próprio texto da Bíblia indicariam que a deusa em questão, conhecida como Asherah, não teria sido adorada como rival de Javé, o Deus judaico-cristão, mas sim como sua companheira.

Isso, é claro, para um dos lados do debate. Para outros pesquisadores, os símbolos da deusa Asherah (cujo nome às vezes é aportuguesado como “Asserá”) teriam sido simplesmente “incorporados” pelo culto de Javé, sem que a deusa fosse adorada como entidade distinta pelos antigos israelitas. A ambigüidade é, em parte, lingüística: embora Asherah fosse o nome de uma deusa dos cananeus (habitantes pagãos da Palestina), a palavra também é um substantivo comum, “asherah”, que designa um poste de madeira usado para cerimônias religiosas.

“As posições estão bem marcadas: uns acreditam que se trata de um símbolo cúltico, outros já assumem que se trata de uma deusa. No entanto, uma coisa não necessariamente exclui a outra, porque o poste também simbolizava a deusa, de forma que uma referência a ele sugere o culto a Asherah”, diz Osvaldo Luiz Ribeiro, doutorando em teologia bíblica da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ).

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Se existe um Deus, ele não é o que pensamos

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Como podemos imaginar algo que está acima da gente?

A diferença de nosso DNA pros ratos é de apenas 1%.  Um rato não consegue entender pra que serve o cano em que ele anda, não consegue entender como o queijo que ele come foi feito, ele faz afirmações simples em sua cabeça, isso é comida, isso é um caminho.

Assim somo nós também, mas com outra magnitude.

Se com 1% de diferença de DNA dos ratos nós somos tão mais inteligentes, e somos capazes de compreender um pouco do Universo, quanto seria a diferença de DNA de Deus para gente?

Absurda no mínimo.

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O Perigo do Exército da Igreja Universal – Saiba tudo que isso tem de errado

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A seita evangélica está em todo lugar hoje em dia no Brasil, desde casas no seu bairro, no mínimo umas 5, até em cargos políticos importantes em que tomarão decisões importantíssimas para o avanço do país e de nosso povo, e agora nesses últimos dias foi lançado na internet um vídeo de seu exército, chamado de Gladiadores do Altar.

O objetivo do exército de acordo com o site da Igreja é o seguinte:

“Assim é formado o “Gladiadores do Altar”, um projeto que visa formar jovens disciplinados e altamente preparados para enfrentar os desafios diários de ganhar almas e fazer discípulos.

O projeto realiza reuniões semanais com os rapazes que estão dispostos a abrir mão de suas vidas para que outras pessoas sejam ajudadas, cumprindo assim o que Jesus disse: “Ide por todo mundo e pregai o evangelho a toda criatura.” Marcos 16.15″


Claro que isso que a igreja anunciou não chega perto da verdade, ou melhor, chega mas não é nada disso.

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O exército que mais parece ter saído da Alemanha nazista com esse seu movimento de sentido, é na verdade um agente de conversão de pessoas, quando se fala de fazer discipulos deve-se entender trazer gente pra igreja, e quando se fala que outras pessoas vão ser ajudadas na verdade é o pastor, pois todo mundo sabe, ou quase todo mundo hoje em dia que as igrejas evangélicas são movidas pelo dinheiro, e que seu Deus, Jeová já “morreu” e agora só querem dinheiro, claro que não pra muitos, mas pros muitos pastores sim, que vêem essa vida como profissão e não como um como um caminho de espiritualidade.

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Iraniano fotografa a perfeição das mesquitas de seu país

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Mohammad Reza Domiri Ganji, de 23 anos, é um fotógrafo iraniano apaixonado por arquitetura. Em seu trabalho, ele procura capturar, principalmente, a perfeição das mesquitas em seu país. Suas fotos mostram os detalhes impressionantes das construções e todas as cores que parecem transformá-las em caleidoscópios.

Quando fui para a Armênia esse ano vi algo que me deixou impressionado, até por lá ser o primeiro país cristão do Mundo, e não, não foi por causa disso que fui, fui fazer um documentário. E lá apesar de ter tido várias guerras ninguém destruiu as mesquitas do azerbaijão, houve um respeito sobre esse tipo de estrutura religiosa, tão cultuada para os mulçumanos, afinal é a casa de Deus, e muitas vezes via cidades inteiras destruídas, mas a mesquita ficava lá em pé no meio das ruínas, achei lindo.

E nessas construções que lembram as do grande Fulcanelli, vemos que talvez não seja só as igrejas católicas que se baseiam na matemática e informação secreta para se construir algo belo, utilizando fractais e a sequência Fibonacci.

Para conhecer mais sobre Mohammad e seu trabalho, é só entrar em seu site.

 

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O Estado laico e a nova corrida eleitoral

urna-eletronicaPor Paulo Ferreira

Na nova corrida eleitoral que se iniciou após a morte de Eduardo Campos; um tema recorrente tem sido o Estado Laico. Com Marina Silva declaradamente evangélica, o assunto ganhou contornos de uma relevância que não se suspeitaria antes. Isso deveria nos levar a outras perguntas, sobre as posições dos outros candidatos; no mínimo por uma questão de legitimar o debate.

Embora Dilma e Aécio não façam bandeira de suas convicções religiosas, convém analisar ao menos as posições recentes dos três candidatos com chances no pleito.

Sobre Marina Silva, é clara e pública sua posição como evangélica. É interessante notar que Marina foi católica, antes de tornar-se evangélica. Foi PT, e foi PV, antes de tentar fundar a Rede Sustentabilidade, partido que teve sua criação impedida numa pantomima ridícula orquestrada por alguns que talvez temessem os famosos 20 milhões de votos de Marina na última eleição. Finalmente, ela filiou-se ao PSB para concorrer como vice. Mas a vida, o destino ou o “acaso”; como prefiram chamar, encarregou-se de reconduzi-la à disputa presidencial. Vale lembrar que Eduardo Campos era católico praticante, e aparentemente, fervoroso. O que não impediu que a aliança acontecesse. Aliás, as diferenças entre as idéias de Campos e Marina; muitas vezes apontadas como “problemáticas”, pareciam indicar uma capacidade de composição e flexibilidade interessante da parte de alguém freqüentemente taxada de “inflexível”. Talvez aquilo que a cultura “do jeitinho” e a política brasileira chame de inflexibilidade seja, afinal, mais uma questão de clareza e solidez. Mas isso, só vamos efetivamente descobrir quando Marina exercer um alto cargo executivo. O que resta lembrar é que as suas convicções sempre estiveram expostas e publicamente abertas às observações e críticas de todos.

O caso de Dilma é bastante oposto. Seguindo a cartilha básica da esquerda revolucionária dos anos sessenta, seria adepta do pensamento ateu. Se é difícil tratar de questões de foro íntimo não assumidas com clareza; é bastante fácil comentar as suas ações externas. Dilma resolveu comparecer à inauguração do templo da igreja universal. Interessante perguntar se compareceria também à inauguração de um grande templo budista, ou a um grande centro espírita. Será? Dilma compareceu por convicção pessoal? Isso seria completamente fora de seus padrões históricos de esquerda. Ou teria comparecido apenas porque o evento aconteceu no calor da corrida eleitoral? Nesse caso, talvez pudéssemos entender que a candidata sente-se perfeitamente à vontade para usar a religião como alavanca eleitoral. Bastante à vontade para subordinar qualquer convicção ao interesse dos fins. Neste caso, não se poderia dizer que não há coerência com seu modo de ação costumeiro. Mas assumir proximidade (seja eleitoreira, ou não, julgue o leitor o que poderia ser-lhe mais incômodo) com a mais controversa entre as grandes igrejas evangélicas talvez não ajude a convencer milhões de brasileiros de que ela tenha convicções suficientes para manter o Estado isento de influências de interesse religioso. Há uma frase dela a respeito de crenças, dita à Folha na ocasião da última campanha eleitoral. É bastante emblemática do estilo de discurso que a caracteriza: “Fiquei durante muito tempo meio descrente. Acredito que as diferentes religiosidades são fundamentais para as pessoas viverem. A gente não pode achar que existe ‘aquele seu Deus”. Eu me equilibro nessa questão. Será que há? Será que não há? Eu me equilibro nela.”

E Aécio? Declara-se católico; talvez mais por tradição familiar, e parece não ter grande intimidade com o assunto. Já foi fotografado discursando em eventos da Maçonaria e não esteve na inauguração do templo da igreja universal. Consta que Aécio e Campos não foram convidados. O governador Alkmin, nome aliado a Aécio em SP, entretanto, esteve (ao lado do prefeito Petista da cidade). Pelo menos superficialmente, religião parece não ter grande papel no discurso de Aécio; o que talvez fizesse dele uma opção interessante para aqueles que preferem evitar qualquer proximidade entre as igrejas e Estado. Mas, não esqueçamos, estamos no Brasil. Nunca vou esquecer da pergunta que destruiu a eleição, dada como certa, de Fernando Henrique Cardoso à prefeitura de S. Paulo. A pergunta foi: “O senhor acredita em Deus?”. Famoso por suas convicções contrárias à idéia, FHC entrou na saia justa e perdeu a eleição municipal naquela resposta.

Claro, isso foi na década de 80, e hoje o país é outro. Os tempos são outros; a religiosidade é outra e a importância que o fator ganhou nessas eleições talvez fosse impossível de se imaginar há alguns meses.

Enfim, parece que nas próximas eleições vamos descobrir o que prefere o eleitor brasileiro; entre uma candidata abertamente evangélica; uma candidata provavelmente atéia que vai à igreja universal e um candidato que talvez prefira ficar em cima do muro e evitar o assunto.

Como é que ele sabia?

 

O jornalista Ben Fulford

O jornalista Ben Fulford

 

Benjamin Fulford é um jornalista canadense radicado no Japão. Altamente controverso, foi inúmeras vezes acusado de “teorias da conspiração” sem bases efetivas. Apesar das opiniões, um fato se impõe:  em 3 de dezembro de 2012 ele escreveu que o papa (então Bento XVI) havia perdido poder e influência e deveria em breve correr o risco de ser processado pelo tribunal internacional. Em 4 de fevereiro, de fato, um processo foi registrado, embora não tenha sido declarada a prisão.

Em seguida, no dia 5 de fevereiro, comentando a renúncia da rainha Beatrix, da Bélgica (que ele havia indicado que aconteceria, antes de qualquer outro veículo noticiar), Benjamin arrematou a notícia com a seguinte frase: “Now it’s Pope Maledictus (SIC) turn”. (agora é a vez do Papa Maledictus XVI – fazendo um trocadilho com o nome papal Benedictus, ou Bento XVI).

Como todos sabemos, no dia 11 de Fevereiro, o Papa anunciou sua renúncia, que aconteceria no dia 28 do mesmo mês; o que foi recebido por toda a imprensa internacional; inclusive os vaticanistas e especialistas eclesiásticos como uma absoluta bomba, completamente inesperada. Além da Rainha da Bélgica, houve ainda a renúncia da rainha da Holanda, igualmente prevista por Fulford. Entre todos os monarcas apontados por Fulford, apenas a Rainha Elisabeth da inglaterra não renunciou, ao menos até aqui. Claro que nem tudo que Fulford escreveu cumpriu-se exatamente; mas o fato é que sabia das renúncias, inclusive a do Papa, pelo menos seis dias antes.

Outro dos avisos de Banjamin Fulford dizia respeito ao colapso do sistema bancário; especialmente dos grandes bancos internacionais. Em dezembro de 2013, Ben Fulford escreveu que no ano de 2014 veria-se muitas prisões, fugas e eventualmente mortes e “suicídios” (aspas originais de Ben Fulford). Segundo ele, muitas das mortes seriam queimas de arquivo, embora algumas pudessem de fato ser de pessoas desesperadas temendo seus destinos, ou ainda alguns talvez genuinamente arrependidos. Independente da apuração das razões, o fato é que desde janeiro ocorreram 14 mortes de banqueiros ou executivos diretamente ligados a grandes bancos, como seguradoras ou jornalistas que cobriam notícias sobre o assunto. A lista completa depende da fonte, mas há quem indique que já seriam 20 mortes misteriosas relacionadas de alguma forma. Em resumo, apenas o J. P. Morgan Chase, um dos bancos mais citados por Ben Fulford como operador global de fraudes financeiras, viu 5 de seus executivos morrerem em circunstancias estranhas, inclusive um vice-presidente que teria se atirado do topo do edifício do banco em londres, minutos após ter ligado para a namorada e ter dito a ela que estava saindo e chegaria em meia hora.

As mortes dos banqueiros continuam bastante misteriosas; mas talvez ainda mais intrigante seja a questão sobre as controvertidos artigos de Benjamin Fulford. Porque, tenha a explicação que tiver; o fato é que ele publicou tudo isso antes…

Links:

Blog de Benjamin Fulford

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