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O que é um “homem de verdade”? – Dica de documentário e websérie

O que é um homem de verdade?

São tantas as coisas que definiriam o que é um homem de verdade, e devo dizer que com certeza não seria uma só coisa que definiria o que é ser um homem, ou o que é a masculinidade.

Felizmente esse é um assunto muito abordado hoje em dia, mas ainda não o suficiente ainda, e podemos ver esse documentário sensacional que está na Netflix, The Mask you live inque aborda como o padrão de masculinidade sufoca e limita o homem, mostrando que muitos de nós, somos sensíveis e que não encaixamos nesse molde que a sociedade criou desde a antiguidade.

Devo também falar do porquê temos seguido esse padrão, e não só ele, temos seguidos milhões de padrões desde que o ser humano era macaco, ou até antes, e tudo isso serve para se organizar a sociedade, seguimos esse grupo de regras para podemos nos comunicar e nos entender, até hoje buscamos nos entender e buscar o que nos conecta como um todo, seguindo esse mapa invisível de comportamento, mas agora estamos recriando esse mapa, repensando suas formas e caminhos, e como sabemos, todo local novo ou situação nova assusta.

Devo citar aqui também outra feliz dica de um leitor, o Kaique Rezende, que é a websérie que está no Instagram chamada Homem de verdade, que também discute sobre as relações de gênero no mundo atual, em situações do dia a dia. Realmente muito rico.

Somos seres fluidos hoje em dia, como diria Bauman, estamos nos reinventando e isso causa certa perturbação dessa harmonia social.

E devemos saber que não há como frear isso, e mal sabemos o que está por vir, provavelmente essa será uma das muitas mudanças desse século, ainda teremos humanos com partes robóticas, manipulação de DNA, BODY HACK, e por aí vai.

Essa é só uma das primeiras, melhor ir se acostumando com mudança.

 

É possível ter amizade com quem não te oferece nada?

Com o passar dos anos os clubinhos que formamos na escola, faculdade, e cursos vão se desfazendo, e nos vemos cada vez mais passando tempo com nossos companheiros(as) ou namorados (as), cada pessoa começa a focar em outras coisas que não a amizade, e acabam procurando pessoas que facilitem coisas para elas, portanto se você muitas vezes perde a função que você representa na vida do seu amigo, ele acaba se afastando.

Como por exemplo, se você vê um amigo tomando decisões erradas e você começa a dar conselhos ou a criticar essa pessoa, ela uma hora vai perder o desejo de andar com você, pois você agora simboliza um momento de reflexão e autocrítica que essa pessoa não quer ter, ela queria você para se divertir ou apenas ouvir seus problemas.

Outro exemplo clássico que gosto de falar é sobre o amigo(a) que está atrás de “acasalamento”, e no momento exato que ele acha alguém ele some com essa pessoa, e quando termina volta falando que não deveria ter sumido e tal, mas logo em seguida faz a mesma coisa. Esse tipo de pessoa tem um vazio interno que é preenchido pelo companheiro, e não pela amizade, infelizmente demora um pouco para o amigo perceber que faz isso.

Um dado interessante é que somos capazes de ter até 150 amigos no dia a dia, os macacos fazem grupos de no máximo 60, se passar disso o grupo se divide em dois, pois cada um tem um objetivo, uma expectativa e um desejo, a sincronia disso tudo é que torna as amizades interessantes, muitas vezes ocorrem atritos, mas as diferenças são as melhores coisas sobre a amizade, pois sair com gente igual a você não rende muito tempo e nem muitas experiências, é preciso sair da bolha e ver novas perspectivas.

Netflix e semelhantes é algo que desperta a preguiça nas pessoas também, e acho difícil de acreditar que uma série pode ser mais valiosa que duas horas em um bar, ou almoçando com um amigo, mas  passar a noite no Netflix é visto como se fosse, e hoje em dia é até algo que se tem orgulho de falar.

Estamos cada vez mais evitando experiências reais, e perdendo o tato social, evitando conflitos, ou simplesmente bloqueando nas mídias sociais quando a relação ficou difícil.

Você já deve ter visto ou feito isso, bloquear alguém quando essa pessoa te irritou, ou excluir, é engraçado como fazemos isso com apenas um botão, muitas vezes nem nos esforçamos para tentar achar um terreno em comum, assim como o divórcio hoje em dia, é mais fácil começar de novo do que tentar entender e sincronizar a relação de volta.

Muitas vezes falamos sobre a situação que não tem volta mais, mas será que não tem? Ou é você que não enxerga? Ou é você que fez um cálculo de esforço e acha que não vale a pena? Quem valeria? Será que a outra pessoa também não pensa que você também não vale a pena, por isso a situação se tornou insustentável?

Amizade é uma via dupla, é preciso doar para receber.

Conte seus amigos nos dedos e veja o quanto de tempo e disposição você tem para eles.

A conta fecha?

 

Pablo Vittar e por que destruímos o que é diferente?

Yuval Hararim, autor do do Best Seller Sapiens, fala em seu livro como milhares de anos atrás quando ainda existia várias raças de ser humano, nós fazíamos apenas uma coisa quando encontrávamos outra raça, ou outro grupo, e era entrar em guerra com o diferente.

Depois da revolução cognitiva, quando aprendemos de forma simples a nos comunicar, era possível se organizar e brigar melhor, e por isso exterminamos todos as outras raças.

Ela não deixariam de existir por causa da evolução, ela foram exterminadas pelo nosso medo do diferente, por causa da disputa, da falta de consciência.

Ao contrário do que Pablo Vitar fala em sua músicas eles eram bem destrutíveis, aliás, as pessoas são destruídas até hoje por serem diferentes, vide o caso Dandara e tantos outros homossexuais ou trans que sofrem esse tipo de tratamento.

O ser humano tem um instinto natural de sobrevivência, e isso inclui os costumes, pois quanto mais harmonioso seu grupo, mais eficiente e mais fácil de compreender. Já hoje em a humanidade progride em todas as áreas, estamos constantemente abrindo espaço para ser cada vez mais, já não somos os semi animais de 32 mil anos atrás, somos uma sociedade que consegue enxergar o limite do universo, que consegue dividir as menores partículas já descobertas, que consegue transplantar cabeças, e irem fazer e ser cada vez mais coisas incríveis.

E coisas incríveis assustam, dão medo, são totalmente diferentes, e se a ideia for boa não haverá nada que pare o seu avanço, e o crescimento de seus adeptos.

Agora, o que você faz com isso? Isso que importa!

Como você reage com relação a essa mudanças?

Você se adapta ou tenta negar um avanço que você não tem poder nenhum para parar?

Quis fazer essa analogia com nossos antepassados com relação ao diferente fisicamente, mas o diferente ideologicamente também acontece.

Imagino que buscaremos a harmonia física e ideológica de toda essa revolução sexual que está acontecendo, ou melhor, que sempre aconteceu, mas agora, com uma mídia forte, ganha destaque no mundo inteiro.

Mas essa mudança deixa os desatualizado de ideias e experiências muito assustado, e infelizmente esse medo gera fuga ou violência.

Não repitamos o erros de nosso antepassados, como diria Paulo Freire, grande educador brasileiro: “Amar é um ato de coragem”

Não seja um covarde.

Por que trabalhar é sofrido? Existe solução?

A palavra trabalho tem origem no latim tripalium, que significa “três madeiras” e era o nome dado a um instrumento de tortura constituído por três estacas de madeira afiadas.

Na Europa antiga, escravos e pessoas que não podiam pagar impostos eram torturados no tripalium. Assim, a palavra trabalhar
significava “ser torturado”.

A ideia de trabalho como tortura acabou sendo estendida para além do tripalium: a atividade física exaustiva de camponeses, artesãos e construtores era vista como torturante. O termo passou para o francês travailler, que significa “sentir dor” ou “sofrer” e, com o passar do tempo, o sentido da palavra passou a ser “realizar uma atividade exaustiva, dura”.

De acordo com o autor do livro ‘Sapiens’, gastávamos muito menos energia e vivíamos muito mais livremente quando éramos coletores-caçadores. A ideia de que plantar era um avanço acabou nos dando ainda mais trabalho – e não iríamos obter energia suficiente para repor esse desgaste. Isso foi evoluindo até os dias de hoje. Cada vez trabalhamos mais, por menos.

Em algumas civilizações, porém, foi possível não trabalhar – e, por isso, muitas delas floresceram.

Platão: “o cidadão deveria ser poupado do trabalho”

Aristóteles refere-se ao trabalho como atividade inferior que impedia as pessoas de terem virtude. Era algo degradante, inferior e desgastante.

Claro que eles viviam em uma era em que havia outro tipo de trabalho, o escravo, e quando você tem pessoas para fazer o trabalho braçal por você, você vai fazer coisas que te preenchem a alma, como a filosofia, artes, ou qualquer outra coisa.

No futuro próximo, a automação vai nos possibilitar não fazer o trabalho braçal, mas ainda não se sabe se ganharíamos ou não com isso, pois pensadores precisam trabalhar também, pelo menos alguns poucos, como Spinoza. Ele trabalhava com lentes e óculos. Já muitos outros nunca sentiram uma gota de suor pingando.

No futuro, teremos outro foco: não esse que simula a selva na cidade, que precisamos sofrer com o trabalho para sobreviver. No futuro, criaremos. A criatividade será nossa maior arma e maior valor.

Resta saber quão bem e quão rápido os governos mundiais perceberão isso.

Pois muita gente já está chegando a exaustão já, ou adquirindo a chamada síndrome de burnout, um sinal da escravidão moderna.

Mas a geração humanware já está chegando.

Nos tornaremos todos preguiçosos com a automação?

Para Platão o cidadão deveria ser poupado de trabalho
Para Aristóteles quem precisa trabalhar não poderia pensar, o trabalho era considerado inferior e desgastante.

Os ricos apenas viviam a vida plena.

E os escravos faziam todo o serviço braçal.

Com os robôs essa era viria também.

Trocaremos os escravos de Roma por máquinas, e ficaríamos com a consciência limpa.

O autor do livro  Sapiens diz que se criará uma classe de inúteis no futuro com a automação, eu diria que será uma nova de foco no ser humano, no desenvolvimento e criatividade.

No livro Despossuídos, de Ursula D. le Guin ela fala que as pessoas deverão fazer trabalhos bestas e farão pelo simples fato de poderem ter contato humano, e se divertirem com isso.

Na idade média os principes que não eram primogênitos não tinham nada para fazer e muitas vezes iam pra artes, pois, como todos sabemos, a arte preenche a alma, e focar em algo, em um trabalho ou prazer pode ser muito compensador.

Agora, quem iria ser inútil numa era em que se poderia fazer qualquer coisa, seja no mundo real ou virtual?

O ser humano vai sempre cometer os mesmos erros?

São vários os milênios que vivemos nesse planeta e sempre procuramos ser os seres tecnológicos em constante evolução, mas somos os mesmo seres, apenas em tempos diferentes.

Tivemos a revolução cognitiva que foi quando aprendemos a falar, depois a revolução agrícola que foi quando aprender a plantar e ficar em um lugar só, em seguida foi criado o status, o trabalho, as formas de governo, a educação e vemos que mesmo assim ainda cometemos os mesmos erros.

O que estaria faltando?

Parece que a raça humana anda em direção ao precipício e quando olha para ele alguém ou algo chega e salva todo mundo, as vezes ela perde o equilíbrio, as vezes só toma um susto e fica com vertigem. O que daria uma conduta melhor para a humanidade?

Acredito que estamos sempre passando por novas eras, e estamos chegando perto de mais uma, a revolução digital já está acontecendo e estará nos livros de história, mas a revolução humana mesma a que foca no nosso emocional e nas nossas capacidades ainda está para chegar, e vai ser ela que vai nos dar um empurrãozão em direção a vida mais harmoniosa.

Mas para ela acontecer é preciso ter um ambiente bom, acesso a informação e coisas básicas, é preciso ter menos gente no mundo, e é preciso estudar até além dos 30 anos.

Uma coisa muito observável em minha vida é ver o perfil de pessoas do Brasil e da Europa, aqui no Brasil temos problema em nos sustentar, tudo é muito caro, cheio de tarifas e o salário é baixo demais, na Europa o problema deles é outro, eles tem países que funcionam, que entregam coisas boas para a população, as pessoas tem qualidade de vida e vêem seus governos trabalhando para tudo dar certo, e claro, ganham muito bem, podem viajar sempre, existe transporte e a moeda vale muito, mas o problema deles é pessoal, lá eles sofrem como indivíduos e não como profissionais.

Aqui não temos tempo para sofrer como indivíduos, claro, muitos sofrem, e como sofrem, mas a grande maioria do brasileiro aprende a engolir o choro porque precisa ganhar dinheiro.

95% de nossas decisões são tomadas pelo nosso emocional, podemos até racionalizar o emocional, mas é ele que comanda nossas decisões, por isso que enquanto não conseguirmos focar nesse simples e importante fator ainda cometeremos os mesmos erros, por mais informação e tecnologia que tivermos.

Foque em crescer e ter mais consciência/experiências, só assim para parar essa corrente.

Replika, o app que pode ser o seu melhor amigo. “Her” da vida real.

Você pode se apaixonar por uma inteligência artificial?

Essa pergunta está cada vez mais próxima de ter uma resposta.

No filme Her vemos o nosso protagonista criando um laço afetivo com a I.A. (inteligência artificial), e ela tem um poder de comunicação muito grande, preenchendo a solidão que Joaquin Phoenix sentia com o personagem, e estando 24 horas presente na vida dele, se importando e cuidando dele de certa forma. Emocionalmente.

O futuro pode ser que apps como o replika consigam suprir nossa carência emocional.

Esse app consegue aprender conversando com você, e virando futuramente seu melhor amigo, vale muito a pena testar, uma pena estar apenas em inglês e ser um pouco difícil conseguir um convite.

Hoje em dia já estamos acabando com o trabalho braçal, talvez programas como esse podem ser nossos novos confidentes, lembro-me de um estudo que indicava que mais de 60% dos americanos não tinha um, e imagine quantas pessoas não sofrem com essa solidão, com esse aprisionamento emocional que passam.

Acredito que um dia poderemos simular a dinâmica das emoções digitalmente, e isso dará ao atendimento um outro nível, imagine ser atendimento por um robô ou holograma que nunca muda de humor, está sempre disposto a te ajudar, rapidamente o ser humano será substituídos nos serviços mais triviais e será obrigado a diminuir sua população por conta da escassês de trabalho simples.

O acolhimento emocional e o entendimento das frustrações humanas pode ser o que fará com que saiamos mais de casa, mais informação ao nosso redor, na palma da mão, poder conversar com nosso computador está um degrau antes de nos integrarmos a ele por completo, o que acho que acontecerá nesse século ainda.

Achar que você tem que ser bom em apenas uma coisa é uma babaquice

Nunca fui alguém que acreditasse nisso, e acho que ninguém deveria acreditar também.

Muita gente fala que você tem que ser muito bom em uma coisa, e que essa coisa vai te dar o sustento e a felicidade que procura, mas será que isso é verdade?

Ao meu ver o que o mundo precisa é muito menos de especialista e muito mais de pessoas que consigam enxergar a conexão entre áreas, assim como num time que cada um pode contribuir com a sua visão.

Um equipe consegue ir mais longe, vemos isso em todos os filmes e empresas, é preciso ter uma multiplicidade de conhecimentos para se destacar, sem muito bom em algo é bom, mas se interessar por outras áreas é ótimo.

Imagine que existem muitos psicólogos no mundo, mas psicólogos especializados em inteligência artificial já não tem ninguém ou muito poucos,

Poder trazer bagagens diferentes, perspectivas diferentes é um ganho que vai te destacar.

Na Grécia antiga e na renascença a pessoa que buscar conhecimento buscava várias áreas ao mesmo tempo, tendo consciência do entrelaçado que é as áreas do conhecimento.

seja especialista, mas seja também alguém interessado em expandir sua área, você mesmo.

 

Conheça sua Personalidade com um esses 3 testes

 

O Eneagrama é um estudo da personalidade de origem Sufi baseado num diagrama de 09 pontas. No mundo moderno, a presença do eneagrama se deve a George Ivanovich Gurdjieff, filósofo armênio que ensinou filosofia do autoconhecimento profundo no começo do século passado.

Clique aqui para fazer o teste

Esse teste de personalidade do Jung é o mais completo que já fiz, até fiz um post sobre ele há uns anos. Demora um tempo considerável, mas me parece bem preciso.

http://destruidordedogmas.com.br/os-tipos-psicologicos-de-jung/

Esse é bem fácil e rápido –  o meu deu Executivo.

https://www.16personalities.com/br/teste-de-personalidade

Renda básica universal (UBI) e o Triângulo de Maslow

A UBI, universal basic income (renda básica universal), já é uma realidade/necessidade.

Quem ainda reluta contra isso ainda não entender como estamos em questão de tecnologia, automação e inteligência artificial. Muitos dos empregos de fábricas vão ser dizimados e isso tem que ser feito estrategicamente, pois não dá pra jogar milhões de trabalhadores na rua, na verdade dá, mas é preciso pensar em soluções para essas pessoas.

Muitos países tem população descontrolada e muito acima da média, alguns estudiosos falam que a população ideal para o mundo seria menos de 1 bilhão de pessoas, e no futuro provavelmente alcançaremos esse número, ou chegaremos perto, pois para a renda básica universal funcionar é preciso ter menos gente no mundo. Como na Europa que alguns países para para pessoas terem filhos, ou simplesmente morarem em certas regiões, lá é possível, pois há uma população numericamente viável para se governar.

Um caso interessante é  como o fundador do eBay, Pierre Omidyar, pretende fazer um dos primeiros testes sobre a renda básica universal. Ele pretende financiar durante 12 anos as pessoas do Kenia e ver  qual vai ser o impacto disso. A ONG  GiveDirectly irá dirigir o processo que terá o investimento da empresa filantrópica de Pierre, a  the Omidyar Network.

Já é realidade e muito perceptível pra quem quer ver que quem tem mais acesso a cultura e  informação produz menos filhos, pois acaba focando em outras atividades, e existe um esquema que explica um pouco do porquê a UBI vai dar muito certo, ele se chama o Triângulo de Maslow.

A ideia é que para se alcançar a realização pessoal é preciso preencher com sucesso as partes inferiores, claro, nem tudo é tão quadrado assim, mas se olharmos atentamente muitas situações que já vimos em nossas vidas refletem isso.

E Dando a população as duas partes inferiores com a UBI as pessoas poderão focar em outras coisas de uma forma mais saudável, poderão fazer tudo de uma forma melhor e não se preocupar em trabalhar para sobreviver, a sobrevivência já estaria “garantida”, e essas duas partes são as maiores, assim deixando nossa atenção voltada a família, relacionamentos, realização pessoal e tudo isso feito de forma mais harmoniosa e não sofrida.

Hoje em dia um garoto que passa na FUVEST morador da favela é algo raro e digno de notícia, como se o que faltasse para as outras pessoas da favela é esforço, mas na verdade não, se as pessoas tivessem mais acesso a informação e não ter que trabalhar com 14 anos muitos poderiam ter sucesso e assim aumentando a taxa de negros em faculdades também.

E Refaço agora a pergunta que o governo suiço fez à sua população na primeira imagem desse post:

“O que você faria se sua renda fosse dada pelo governo?”

O que você faria?

A renda mínima universal não é de esquerda ou direita. É pra frente.

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