Author: Ana Maria Saad

Respeite Minha Religião

Nessa fase da minha vida de muito trabalho e busca pelo deus mais popular do século XXI – o Sr. Dinheiro –  é tão bom encontrar pessoas que expressam o que sinto! Além de me economizar tempo e “penso”* para organizar a escrita, acabo por me expressar sem me atrapalhar com as palavras!

*penso = a trabalheira de pensar, segundo uma mulher muito prática! Um dia conto a historinha desse “neologismo”.

Então, abaixo está um texto da escritora  Dorothy Murdock, mais conhecida  como “Acharya S”expert em religião. O texto foi traduzido pelo querido fundador deste site: o Mako, a quem sou grata! E o texto expressa o que sinto com relação as religiões, e vou além: quando as pessoas trocarem as religiões dos homens por Meditação, aquela que leva ao autoconhecimento e consciência, então o amor florescerá!

“Respeite minha religião” texto de  Acharya S

“Nos dizem freqüentemente para “respeitar a religião das pessoas.” Em primeiro lugar: muitas idéias religiosas são muito desrespeitosas para com o ser humano, assim, não merecem ser respeitadas. Em segundo lugar: e a troca sobre as pessoas respeitarem a nossa religião?

A palavra “religião” vem do latim religiō, que significa, dentre outras coisas, “consciência” ou “escrupulosidade.” Em minha perspectiva da realidade, eu me esforço para ser extremamente escrupulosa e consciente. Portanto, alguém poderia me chamar de “religiosa” e minha perspectiva de “religião”. Continue reading

ONG – Instituto Pensamentos Filmados

Falar da minha cura ativa a cura alheia. E também diante da minha história de vida e de quem eu sou, não me restaram muitas alternativas a não ser fundar e tocar uma Ong – o Instituto Pensamentos Filmados e também escrever para este site “Destruidor de Dogmas”, que é muito interessante e vai de encontro a meu Ser rebelde!

Ao longo de meu longuíssimo caminho da cura, descobri diversas ferramentas, ainda pouco divulgadas como a medicina integrativa, para melhorar da Depressão agressiva que estourou na minha infância devido ao ambiente familiar disfuncional em que vivi, onde apesar de estar junto de adultos inteligentíssimos, amorosos e espíritas kardecistas, sofri abusos morais e sexuais por parte de meu pai, e ninguém me ouviu.

Meu pai foi um médico muito amado e famoso na cidade em que cresci, de uma inteligência (Q.I.) brilhante que o fez passar em uma excelente residência médica, em primeiro lugar do Brasil todo! Mas a falta de conhecimento acerca do funcionamento psicológico e dos mecanismos da mente, a falta de Consciência, como ele mesmo colocou para mim anos mais tarde quando se desculpou por tudo que fizera comigo, o fez se perder.

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