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No meio de todo o mercado do sexo nasceu um documentário chamado “Virgins Wanted” com o intuito de vender a virgindade de duas pessoas, um homem russo e uma menina brasileira. Resultado?

O russo, Alexander Stepanov, teve sua virgindade vendida para alguém chamado Nene B. que não se sabe o sexo da pessoa, por apenas 3.000 dólares, e nossa compatriota, a Catarina Migliorini, de apenas 20 anos, vendeu sua virgindade por 780 milhões para um ricaço japonês identificado como Natsu, ou seja 1,5 milhões de reais.

Isso pode parecer vindo de site de fofoca, mas revela um lado muito sensível do ser humano, pois a única coisa que esperávamos acontecer nessa história não aconteceu, o japonês não tirou a virgindade da Brasileira.

Por que?

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Primeiro devo fazer um pequeno panorama na indústria do sexo, todos sabemos que a prostituição foi a primeira profissão do mundo, a segunda foi a agricultura, e somente depois de muito tempo que ela foi considerada algo ofensivo, mas ela serviu e ainda serve seu propósito até hoje, não que eu concorde, mas ela existe na sociedade há milhares de anos.

E hoje em dia com as Relações públicas temos o ataque as pequenas crianças com o mercado da beleza, e o desejo de se tornar uma mulher irreal que vendem nas revistas, como eu gosto de categorizar, o Homo Photoshopus. E claro, a Geração Y tem como uma de suas principais características a ilusão de ser mais do que você é, de merecer mais.

E acho que antes de julgarmos essa pobre alma perdida devemos entender sua realidade.

Veja o seguinte comentário do diretor, Sisely,  sobre o encontro de Natsu com nossa Virgem:

“Catarina foi rude com ele e só falava na forma de pagamento. Ele não achou que ela valia o dinheiro (…). Natsu não gostou da atitude dela. Ele já tinha organizado um cheque administrativo, mas ela insistia em dinheiro vivo. O homem é um bilionário; poderia ter a garota que quisesse. Catarina não foi nada agradável e ele desistiu. Cada um tem o que merece

“Se a Catarina estivesse menos preocupada com sua imagem ou com a discussão dos detalhes de como a noite aconteceria, o resultado teria sido melhor para ela”

Se já sentimos nojo da escravidão sexual em vários países, a venda de algo que deveria ser belo, e uma ótima memória para servir de aprendizado para romances futuros se tornou algo repugnante e vendável como uma pizza, como nos sentir perante essa menina que nem se preocupa com quem vai transar, e nem como?

E o pior de tudo é que o japonês Natsu queria se conectar com ela, queria conhecer uma menina inocente, não influenciada totalmente pela sociedade ainda, provavelmente queria uma mulher doce, tímida, e respeitosa como muitas do Japão. Já a inocência vimos que ele não encontrou.

Devemos apenas ficar tristes, e que ela tenha aprendido algo nessa ganância ignorante que a dominou até então, já participou da playboy e ganhou os holofotes que queria com isso, agora só nos resta espera esperar que esse caminho difícil que ela escolheu se converta em um caminho da busca da felicidade e não de fama e dinheiro.